Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Por que o Padre Beto foi excomungado?


n/d

Padre Beto excomungado já admite namorar 
e fundar talvez uma nova igreja
04.05.2013

Religioso, que sofre processo de excomunhão, revela seus planos agora que está fora do mundo católico Padre Roberto Daniel, o padre Beto, de Bauru, a 350 km de São Paulo, disse nesta sexta-feira, em entrevista ao portal do DIÁRIO, que não descarta se relacionar com mulheres, agora que está fora da Igreja Católica — o religioso sofre processo de excomunhão, após declarações polêmicas que questionam os dogmas da religião.

“Não entrei virgem no seminário, mas estou bem sozinho desde o início. Agora, fora da Igreja, penso sim em me envolver, por que não?”, disse o presbítero, de 47 anos.

Sobre fundar uma nova igreja, o bauruense também não descarta a possibilidade, embora não pense nisso agora. “Mas se me chamarem para abençoar um casamento entre gays, estou à disposição”, sacramentou.

Beto reafirmou suas posições, as quais levaram a diocese de Bauru a aplicar o pior castigo possível a um católico. “Sou a favor da união de casais homossexuais e bissexuais. Espero que o Brasil não seja o último país a legalizar isso, assim como foi o último a acabar com a escravidão.”

Professor universitário, radialista, além de colunista do jornal BOM DIA Bauru, Beto quer seguir trabalhando e aproveitando os espaços que a sociedade lhe oferece. “Eu quero é levar as pessoas à reflexão. Não descarto entrar para o cenário político, mas se não me enquadrei na Igreja, que dirá em uma estrutura político-partidária como o Congresso Nacional”, destacou.  Com Daniel Pires.

Homossexualidade

Para o padre Beto, a Igreja Católica é hipócrita quando diz que aceita a pessoa, mas não   sua condição sexual. “Isso é castração”, rebate.


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Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher

A punição de padre Beto


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Dom Frei Caetano Ferrari e o Conselho de Presbíteros da Diocese de Bauru tiveram de juntos tomar uma dolorosa decisão de punir o padre Beto com excomunhão, por desobediência e ensino de falsas doutrinas no campo da fé e da moral, depois de advertido muitas vezes e por longos quatro anos.

É uma difícil decisão que tiveram de tomar porque infelizmente o padre Beto preferiu ficar consigo mesmo, e  com o mundo, ao invés de ficar com a Igreja e seu Pastor.

Sabemos que é muito duro lutar contra a heresia porque é uma luta contra os próprios irmãos, que não querem seguir  o caminho da verdade e de Deus. São Paulo nos lembra bem o múnus do Bispo, quando se despediu dos bispos de Éfeso, em lágrimas:

“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos.” (At 20,28-29)

Em todos os tempos, como hoje, a Igreja teve de lutar contra os seus filhos rebeldes, soberbos, orgulhosos e prepotentes, que se acharam melhores, mais sábios e doutos que a Santa Mãe Igreja e seu Sagrado Magistério, assistido e guiado infalivelmente pelo Espírito Santo. Foram muitos, em todos os tempos, e lhe deram muito trabalho e sofrimento.

Diz o Catecismo da Igreja que:

“Para manter a Igreja na pureza da fé transmitida pelos apóstolos, Cristo quis conferir à sua Igreja uma participação em sua própria infalibilidade, ele que é a Verdade (§889). “O ofício pastoral do Magistério está, assim, ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta.”(890)

Os hereges impenitentes separam a caridade da verdade e se esqueceram do que ensinou Bento XVI na “Caritas in veritate”: “Caridade sem verdade é sentimentalismo”; ou como ensinou Santo Agostinho: “Não se imponha a verdade sem caridade, mas não se sacrifique a verdade em nome da caridade”.

O cajado (báculo) do Bispo não é um enfeite litúrgico, mas o sinal sagrado de sua vigilância sobre o Rebanho que “o Senhor conquistou com seu sangue”. Se o Pastor não usar o cajado contra o lobo, este mata as ovelhas.  São Tomás de Aquino dizia que falsificar a doutrina é muito pior do que falsificar a moeda; enquanto a moeda falsa destrói a economia, a heresia mata a alma e leva para o inferno.

Ao apresentar o Catecismo da Igreja, em 1992, pela Constituição Apostólica “Fidem depositum” o Papa João Paulo II disse em sua introdução: “Guardar o depósito da fé é a missão que o Senhor confiou à Sua Igreja e que ela cumpre em todos os tempos”. E nós sabemos que isso nunca foi fácil à Igreja; houve muitos cismas, apostasias  e heresias.

Hoje a Igreja é desafiada, profanada e ofendida  de muitas formas porque sustenta e ensina o que Cristo ordenou; enquanto essas mazelas vêm de fora do Rebanho, são compreensíveis porque “o mundo jaz no Maligno”, mas não podemos suportá-las quando acontecem dentro do redil do Senhor.

Um Padre não é ordenado para ensinar suas “opiniões pessoais”, e sim para propor o que a Santa Igreja ordena. Ele é mantido à custa da Igreja e do dinheiro do povo, então, deve ser coerente com a fé da Igreja. Se ele não quiser ser católico e Padre é decisão dele. Mas que tenha, ao menos, o respeito para com a Igreja que o alimentou com “o leite e a carne” das ovelhas.

Caro Dom Caetano, todos sabemos o quanto dói a um pai ter de corrigir severamente a um filho para que não morra, o coração fica ferido; mas esperemos na fé e na oração que o filho volte arrependido à casa paterna. A excomunhão não é irreversível, pode ser levantada se o filho volta arrependido à Igreja.


 

sábado, 27 de julho de 2013

Papa Francisco rezou com evangélicos em Manguinhos.



Pontífice parou em uma igreja evangélica da Assembleia de Deus Complexo de Manguinhos e fez uma oração com o pastor e os cristãos protestantes

Exame.com – Rio de Janeiro –  Em sua caminhada pela comunidade de Varginha, no Complexo de Manguinhos, na zona norte da capital fluminense, o papa Francisco parou em uma igreja evangélica da Assembleia de Deus e fez uma oração com o pastor e os cristãos protestantes, informou o padre Márcio Queiroz, que acompanhou o pontífice na visita à favela.

“Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimentá-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso”, disse.

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, também comentou a parada do pontífice na Assembleia de Deus. “O papa parou em frente à igreja e rezou com os fiéis da Assembleia de Deus que estavam na porta. Até eles pediram bênção. Foi um momento ecumênico, espontâneo e muito bonito”, ressaltou.

Os padres também deram mais detalhes da visita de Francisco à moradia de uma família da comunidade. Segundo Federico, a casa era muito pequena, de 5 por 4 metros e estava lotada, com mais de 20 pessoas da família.

“Estavam lá todas as gerações de uma família. Foi um momento de muita comoção. Uma das coisas mais bonitas foi que todas as crianças pequenas foram ao colo do papa e ele abençoou uma por uma. No fim, todos fizeram uma oração juntos. Foi um momento de muita espiritualidade”.

O padre Márcio explicou que a casa estava cheia porque a família da dona é da Paraíba, e todos tinham vindo ao Rio para a visita do papa. Segundo ele, havia uma criança de 15 dias de vida e uma idosa de 93 anos, e o pontífice perguntou o grau de parentesco de cada um. “Como tinha medo que alguém enfartasse, tive que ligar na noite anterior e avisar que aquela seria a casa escolhida. Quando contei, ouvi um silêncio e pensei que a dona da casa tinha desmaiado”, brincou o padre.

Outro detalhe da passagem do papa pela favela destacado pelos sacerdotes foi a parte em que o papa entrou em uma capela local. “Ele ficou muito comovido, e tinha lágrimas nos olhos”, disse o porta-voz do Vaticano.

O padre Queiroz informou que apresentou a mãe ao papa, e disse que ela rezava diariamente por todos os sacerdotes. Segundo ele, por causa disso, ela ganhou um terço de presente do pontífice. “Ele [o papa Francisco] estava saindo da capela e voltou para presenteá-la”, declarou.


 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Padre Paulo Ricardo, Comissão Pró-vida do Regional Sul I da CNBB e outras lideranças protocolam, em Brasília, pedido de veto total ao PLC 03/2013.




Pedido de veto total do PLC 3-2013.
Padre Paulo Ricardo, Comissão Pró-vida do Regional Sul I da CNBB e outras lideranças protocolam, em Brasília, pedido de veto total ao PLC 03/2013.


Brasília, 16 de julho de 2013.

A Sua Excelência
Dilma Rousseff
DD. Presidente da República Federativa do Brasil
Palácio do Planalto


Excelência,

Apresentamos respeitosamente a Vossa Excelência o pedido de veto total do PLC 3/2013, aprovado no dia 4 de julho de 2013, pelas razões apresentadas a seguir.

Embora uma lei que defenda e regulamente os direitos das vítimas de violência sexual seja, em tese, algo meritório, recordamos o abuso legal instaurado nesta matéria pelas normas técnicas do Ministério da Saúde publicadas em 1998 e 2005.

Recordamos a Vossa Excelência o conteúdo abusivo destas Normas. Conforme a mais recente, de 2005, “a palavra da mulher que busca os serviços de saúde afirmando ter sofrido violência, [...] deverá ter credibilidade, ética e legalmente, devendo ser recebida com presunção de veracidade”.

Por outro lado, a mesma Norma afirma que os médicos são obrigados a praticar o aborto se a mulher declarar ter sido estuprada, a menos que o médico possa provar que a gestante esteja mentindo. Caso contrário, continua a Norma, “a recusa infundada e injustificada de atendimento pode ser caracterizada, ética e legalmente, como omissão. Nesse caso, segundo o art. 13, § 2º do Código Penal, o(a) médico(a) pode ser responsabilizado(a) civil e criminalmente pelos danos físicos e mentais que [a gestante] venha a sofrer”.

Considerando o exposto acima, o Artigo 1o do PLC 3/2013, que poderia ser interpretado serenamente como sendo uma objetiva defesa de pessoas violentadas, torna-se, à luz do conteúdo e do espírito destas Normas nefastas, um eufemismo para o aborto. Do contrário, de que outra maneira poderia este serviço ser “integral”? Imagine-se então o que significaria, nesta mentalidade contorcida do executivo normatizador, um “encaminhamento [...] aos serviços de assistência social”.

Atualmente esta Norma está sendo colocada em prática em ao menos 64 unidades hospitalares de nosso país. O PLC 3/2013 torna obrigatório este tipo de procedimento abusivo e ilegal para toda a rede hospitalar da nação, quando determina que este serviço seja “obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do SUS”.

Com um passe de mágica, a rede de aborto “legal” não somente aumentará de forma desmesurada, como também se tornará compulsória, forçando hospitais e médicos a realizarem ou encaminharem inúmeros abortos sem que para isso haja o mínimo fundamento legal.

As consequências do PLC 3/2013 chegará à militância pro-vida causando grande atrito e desgaste para Vossa Excelência, senhora Presidente, que prometeu em sua campanha eleitoral nada fazer para instaurar o aborto em nosso país.

Recorde-se, Excelência, que este projeto de lei, que jazia esquecido na Câmara dos Deputados há 14 anos, foi trazido à luz, conforme noticiado pelo próprio Jornal da Câmara, por um membro de seu governo, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha.

Por esta razão, senhora Presidente, pedimos veementemente o VETO TOTAL do PLC 3/2013 e aguardamos, outrossim, que Vossa Excelência dê ordem para a reelaboração das Normas Técnicas que alargam de forma despudorada as disposições do atual Código Penal a respeito do aborto em caso de estupro.

Padre Berardo Graz
Coordenador da Comissão em Defesa da Vida
Regional Sul 1 da CNBB


Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
Presidente do Instituto Padre Pio


Paulo Fernando Melo da Costa
Vice-Presidente da Associação Nacional
Pro-Vida e Pro-Família


http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/35289-padre-paulo-ricardo-comissao-pro-vida-do-regional-sul-i-da-cnbb-e-outras-liderancas-protocolam-em-brasilia-pedido-de-veto-total-ao-plc-032013

 

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