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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Urgente: Leis que ameaçam a familia brasileira serão votadas nesta quarta-feira






Leia agora o e-mail de Julio Severo a respeito de duas ameaças à família que serão votadas nesta quarta-feira, dia 11, no Senado Brasileiro
URGENTE: PEDIR À COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS: O ARQUIVAMENTO DO PLC 122.
E PEDIR A TODO O SENADO: A REJEIÇÃO DO SUBSTITUTIVO DO SENADOR VITAL DO RÊGO E A REJEIÇÃO DA INCLUSÃO DA IGUALDADE DE GÊNERO COMO DIRETRIZ DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.
Enviei, nos dias anteriores, um alerta sobre o PLC 122. Agora temos DUAS NOVAS AMEAÇAS contra a família que podem ser aprovadas no Senado esta semana.
Por um lado, o PLC 122, um projeto do PT concebido para criminalizar a chamada "homofobia", conceito muitas vezes interpretado como qualquer opinião contrária às práticas homossexuais, será novamente votado esta semana.
Por outro lado, temos um substitutivo do Senador Vital do Rêgo ao Projeto do Plano Nacional da Educação, PLC 103-2012, que INTRODUZ A IGUALDADE DE GÊNERO E A ORIENTAÇÃO SEXUAL COMO DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO NACIONAL PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS.
O PLC 122, de igual maneira e sob o disfarce de combater a “homofobia,” introduz os conceitos de gênero e orientação sexual na legislação brasileira, será novamente votado nesta próxima quarta-feira, dia 11 de dezembro de 2013, às 8h30min da manhã, na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal em Brasília.
Na mesma tarde de quarta-feira, será votado, no Plenário do Senado o PLC 103-2012, ou Plano Nacional da Educação. Sob pressão do Ministério da Educação, o senador Vital do Rêgo apresentou no final da tarde desta sexta-feira, dia 6 de dezembro, um substitutivo ao Plano Nacional da Educação que estabelece que o Congresso Nacional decreta:
ART. 2º SÃO DIRETRIZES DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO:
III - A SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL, REGIONAL, DE GÊNERO E DE ORIENTAÇÃO SEXUAL;
Confira o substitutivo apresentado pelo Senador Vital do Rego neste endereço:
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=142570&c=PDF&tp=1
O governo está EXIGINDO a votação do Plano Nacional de Educação ainda para este ano e os congressistas decidiram na quinta-feira, dia 5 de novembro, que o plano será votado em regime de urgência pelo Plenário do Senado. Conforme explica o site do Senado, os parlamentares:
"Esperam que a votação seja tranquila, mas se não for assim, o projeto será votado uma, duas, dez vezes, até que no final o Plano Nacional de Educação seja aprovado".
O problema no caso do PLC 122 e do Plano Nacional de Educação é que o conceito de GÊNEROque estes projetos querem introduzir no sistema legislativo e do sistema educacional não é sinônimo de sexo masculino e feminino. GÊNERO é uma construção ideológica para sustentar uma variedade flexível de "sexualidades" inventadas.
Ora, se o que existe não são mais os SEXOS, mas sim os GÊNEROS, e se os GÊNEROS não são mais biológicos, mas simples CONVENÇÕES SOCIAIS, neste caso a família tradicionalmente entendida, como originária da união entre um homem e uma mulher, deixa de fazer qualquer sentido. A ideologia de gênero está sendo introduzida na legislação com o objetivo de destruir o conceito tradicional da família como a união de um homem e uma mulher vivendo com compromisso de criar e educar filhos.
A bomba relógio trazida pelo PLC 122 está armada para ser detonada o mais rapidamente possível. Nesta mesma quarta-feira dia 11 de dezembro de 2013, à tarde, será votado no Plenário do Senado, em regime de urgência, o PLC 103-2012, mais conhecido como Plano Nacional da Educação. O projeto estabelece diretrizes para a educação nacional durante os próximos dez anos. A versão aprovada no dia 27 de novembro na Comissão de Educação do Senado, sob a relatoria do Senador Alvaro Dias, não mencionava a questão de gênero, mas no fim da tarde de sexta-feira, dia 6 dezembro, o Senador Vital do Rêgo protocolou, sob pressão do Ministério da Educação, um substitutivo que estabelece a igualdade de gênero e orientação sexual como diretrizes da educação nacional. Se o Senado brasileiro aprovar nesta quarta-feira o Substitutivo Vital do Rêgo para o Plano Nacional da Educação, todos os alunos serão obrigados a aprender nas escolas a ideologia de gênero, que apresenta como sexualidade toda a abundância de opções fora dos padrões relacionados com a construção de uma família tradicional, uma instituição que não tem qualquer sentido dentro da ideologia de gênero. Com a ideologia de gênero imposta pela lei na educação, os kits gays, bissexuais, transexuais, lésbicos, etc., serão obrigatórios para as crianças em idade escolar.
O que acontecerá então? Se o PLC 122 for aprovado e se tornar lei, o conceito de GÊNERO estará legalmente sacralizado. Em seguida, o Plano Nacional da Educação introduzirá a IGUALDADE DE GÊNERO, e toda a ideologia envolvida neste conceito, nas diretrizes obrigatórias da Educação Nacional, forçando todas as escolas nessa direção. Bastará então que qualquer projeto de lei venha a tornar a educação sexual obrigatória nas escolas, e a Esquerda sexual acabará transformando o sistema educacional numa máquina armada para a demolição e destruição do conceito da família natural.
O martelo vem e martela a mentira na sua cabeça até você cair. Então, num ato final, usa a foice para lhe cortar a cabeça. A martelada do PLC 122 e agora, do Plano Nacional da Educação (também conhecido como PLC 103-12), está apenas aguardando o momento de usar a foice.
No dia 4 passado, data em que estava marcada a votação do PLC 122 na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, a mobilização havia sido tão grande que o telefone gratuito (0800 61 22 11) do Senado ficou congestionado. Então, na véspera da votação, o senador petista Paulo Paim, relator do PLC 122, disse publicamente pelo Twitter:
"Reunião da bancada do PT c/o ministro Gilberto Carvalho foi transferida p/quinta. #pl122 não está na pauta de amanhã."
http://archive.is/1ATD8
O truque funcionou. Todos acreditaram em Paim. Todos acharam que quarta-feira, dia 4, não seria o dia da votação. Mesmo assim, o senador Magno Malta, sempre atento, foi à Comissão de Direitos Humanos do Senado. E o que ele viu? O PLC 122 pronto para ser votado! Diante dessa tramoia, Malta protestou. Todos os senadores daquela comissão que estavam prontos para derrubar o PLC 122 estavam naquele momento em outras comissões, porque confiaram na palavra de Paim de que a votação do PLC 122 havia saído de pauta para aquele dia. A bancada do PT defendeu a votação, dizendo que até o MEC era favorável ao PLC 122 e tentando fazer parecer que o embate era entre evangélicos e apoiadores de direitos gays.
Em contrapartida, Malta deixou claro que o plenário estava cheio de católicos, padres, espíritas e que, independente se o MEC apoia o PLC 122, a sociedade brasileira o repudia.Com a força de Malta, a votação foi adiada. Se como todos os outros senadores, ele estivesse em outra comissão, achando que o PLC 122 estaria fora de votação na quarta-feira, a bancada do PT teria aprovado tranquilamente.
Então, quando mobilizamos a população para se manifestar aos senadores sobre uma votação do PLC 122, é fundamental que as manifestações não cessem, mesmo que um líder do PT garanta que a votação será adiada.
A enganação não parou aí. Nessa reunião em que o PLC 122 não deveria ser votado, mas quase foi, Paulo Paim disse:
"Construí uma linha para que se combata o ódio, a intolerância, a agressão e o desrespeito às pessoas em todos os sentidos: negro, índio, religioso, orientação sexual. Enfim, é um projeto global, que beneficia a todos."
Paim e o PT estão desesperados para aprovar o PLC 122 neste ano. O governo está desesperado para introduzir a igualdade de gênero como meta da educação nacional.
A teoria de GÊNERO está sendo utilizada para promover uma revolução cultural sexual marxista, principalmente entre as crianças em idade escolar. Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse conseqüência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro "A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE PRIVADA E DO ESTADO", o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, esses autores afirmam que a família não é conseqüência da biologia humana, mas de uma opressão social produzida pela acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto. A ideologia de gênero, afirmando que a diferença entre o homem e a mulher não é biológica, mas conseqüência de papéis socialmente construídos, somou-se à obra de Marx através da conclusão que, se esta é a base de toda opressão e tudo não passa de uma construção social, então será possível modificar, justamente através da ideologia de gênero, os papéis de homens e mulheres até chegarmos a uma igualdade tão completa que não haveria mais espaço para os papéis de marido e esposa e mesmo da instituição que hoje conhecemos como família. Com a família totalmente extinta, todos estaremos livres para fazer sexo do modo que quisermos, inclusive com as crianças e nossos próprios filhos, e as crianças, sem família e pais para as educarem, teriam o Estado como única instituição para educá-las. Nesta sociedade socialista ideal, sem a OPRESSÃO do sexo masculino e feminino, as crianças serão educadas para serem bissexuais, a masculinidade e a feminilidade não serão mais naturais, e os próprios conceitos de heterossexualidade e homossexualidade deixarão de fazer sentido. A longo ou curto prazo, esta é a meta do PLC 122 e do Plano Nacional de Educação.
Se você quiser entender o que é e como surgiu a ideologia de gênero, baixe aqui gratuitamente em pdf o livro "Agenda de Gênero":
Imprima este arquivo, tire cópias, leve ao pastor ou ao padre da sua igreja, para o rabino de sua sinagoga e outros líderes de sua comunidade, para que eles entendam qual é a revolução que o Partido dos Trabalhadores está preparando para o futuro do Brasil.
Por Júlio Severo
Autor do livro "O Movimento Homossexual", publicado pela
Editora Betânia na década de 1990. Desde então, tem dado
vários alertas para o público, especialmente com relação
às ameaças da agenda gay.

O que fazer?

[A] para o PLC 122, a ser votado quarta-feira, dia 11 de manhã:
Pedir apenas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa: o arquivamento do PLC 122

[B] Para o PLC 103, Plano Nacional da Educação, a ser votado quarta-feira, dia 11 à tarde:
Pedir a todo o senado: a rejeição do substitutivo do senador Vital do Rêgo e da inclusão da igualdade de gênero como diretriz do Plano Nacional de Educação.

Mande hoje mesmo um email ao seu senador. Telefone para ele.

Divulgue esta mensagem enquanto há tempo.

E-mails de todos os senadores

acir@senador.leg.br; aecio.neves@senador.leg.br; alfredo.nascimento@senador.leg.br; aloysionunes.ferreira@senador.leg.br; alvarodias@senador.leg.br; ana.amelia@senadora.leg.br; ana.rita@senadora.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; antonio.rodrigues@senador.leg.br; antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; armando.monteiro@senador.leg.br; benedito.lira@senador.leg.br; blairomaggi@senador.leg.br; casildomaldaner@senador.leg.br; cassio@senador.leg.br; cicero.lucena@senador.leg.br; ciro.nogueira@senador.leg.br; clesio.andrade@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br; cyro.miranda@senador.leg.br; delcidio.amaral@senador.leg.br; eduardo.amorim@senador.leg.br; eduardo.braga@senador.leg.br; eduardo.lopes@senador.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br; ecafeteira@senador.leg.br; eunicio.oliveira@senador.leg.br; fernando.collor@senador.leg.br; flexaribeiro@senador.leg.br; francisco.dornelles@senador.leg.br; garibaldi@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br; humberto.costa@senador.leg.br; inacioarruda@senador.leg.br; ivo.cassol@senador.leg.br;
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http://padrepauloricardo.org/blog/a-ameaca-de-genero


sábado, 7 de dezembro de 2013

Festa da Imaculada Conceição de Maria



A doutrina da Imaculada Conceição, cuja memória litúrgica celebra-se neste segundo domingo do Advento, sempre foi uma realidade muito constante nos escritos dos santos. Desde os primeiros séculos, a cristandade já recordava a Virgem Maria como aquela que fora preservada de toda mancha do pecado - a Tota Pulchra, como canta a antífona própria desta festa. Ao contrário de Eva, a também virgem imaculada que respondeu à visita do anjo decaído com seu não a Deus, Maria é a virgem imaculada que, recebendo em sua casa a presença de São Gabriel, respondeu com o seu sim: "Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua Palavra".
E foi nesta firme convicção, "depois de na humildade e no jejum, dirigirmos sem interrupção as Nossas preces particulares, e as públicas da Igreja, a Deus Pai", que o Papa Pio IX, num dos atos mais solenes de seu pontificado, declarou "a doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente (...) foi preservada imune de toda mancha de pecado original". Não por acaso, pouco tempo depois desta proclamação, em 1858, Nossa Senhora apareceria a uma jovem camponesa de Lourdes, na França, dizendo ser a "Imaculada Conceição".
Antes da definição de Pio IX, no entanto, existiam algumas controvérsias teológicas quanto a esse ensinamento. Embora fosse de grande consenso a doutrina segundo a qual Maria nascera sem pecado algum - estando essa verdade presente não só na fé popular como também nos textos litúrgicos -, muitos teólogos viam com dificuldade a proposição, sobretudo porque não conseguiam entender de que modo isso poderia se relacionar com a redenção operada por Cristo no mistério da paixão. Afinal, sendo Maria imaculada, teria ela necessitado da salvação?
A dificuldade, infelizmente, acabou suscitando algumas heresias já na época de Santo Tomás de Aquino. Para certos teólogos, Maria não teria sido redimida por Cristo. O imbróglio, com efeito, fez com que o Doutor Angélico reagisse na Suma Teológica, negando a doutrina da imaculada conceição. Foi somente no final de sua vida, no seu comentário da saudação angélica (ou seja, da Ave-Maria), que Santo Tomás voltou atrás e aceitou essa verdade de fé.
A confusão teológica, contudo, ainda perdurou por algum tempo até que um frade franciscano, o bem-aventurado Duns Scoto, finalmente apresentasse uma explicação consistente. Scoto defendia que Maria havia sido salva já no ventre de Sant’Anna, tendo em vista o sangue de Cristo derramado na cruz. Uma vez que Deus não está preso ao tempo e ao espaço, Ele bem poderia utilizar os méritos da Paixão de Jesus antecipadamente, preservando Nossa Senhora das insídias diabólicas. Foi baseado nesta argumentação que o também bem-aventurado Papa Pio IX publicou a Bula Innefabillis Deus, pondo termo à controvérsia e definindo como dogma de fé a "Imaculada Conceição de Maria".
Na Bula Innefabillis Deus, Pio IX usa duas passagens bíblicas para atestar a veracidade do dogma: Gênesis, capítulo 3 - o chamado Proto-Evangelho em que se narra a "inimizade" entre a serpente e a Mulher -, e Lucas, capítulo 1, no qual o evangelista relata a saudação angélica de São Gabriel: "Ave, Cheia de Graça, o Senhor é convosco". Com esses dois textos, o Papa revela as evidências da santidade de Maria. Por ter sido agraciada desde o ventre de sua mãe, Maria é a inimiga por excelência do demônio; e sendo a "Cheia de Graça", à qual "grandes coisas fez Aquele que é poderoso", possui a mais perfeita amizade com Deus.
Nós, brasileiros, temos a grande graça de ter herdado de Portugal a devoção pela Imaculada Conceição de Maria. Embora muitas pessoas não saibam, é a Imaculada Conceição a Padroeira de Portugal. Isso porque foram naquelas terras que aconteceram as maiores batalhas em defesa da fé cristã e, sobretudo, em defesa da imaculada conceição. Numa época em que a península ibérica via-se ameaçada pelas investidas dos mouros, os cavaleiros cristãos fizeram um pacto de sangue, a fim de preservar a fé católica da região. E venceram com a ajuda e intercessão da Imaculada.
No Brasil, temos também como padroeira Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Ela, como "um exército em ordem de batalha", convida-nos também a empreender um combate contra a serpente maligna que assalta nossa dignidade, nossos filhos e nossa fé.
Rezemos a Ela, a Auxilium Christianorum, para que neste momento, em que duas leis perniciosas tramitam em nosso parlamento com o intuito de destruir a família brasileira, a cabeça da serpente seja esmagada e precipitada ao inferno junto com seus demônios.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Russia: país “campeão” mundial em abortos voluntários PROÍBE publicidade favorável à prática.

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou uma lei que proíbe a publicidade pró-aborto. A notícia repercutiu pelo mundo, com destaque nos Estados Unidos. Os ativistas pró-aborto reagiram afirmando que a decisão prejudica os “direitos reprodutivos das mulheres”.
A nova lei é o resultado de um processo que começou em 2011 no parlamento russo, a Duma. O que levou o país a mudar a lei sobre o aborto foi o número alarmante de abortos na Rússia e a gravíssima queda na taxa de natalidade.
A Rússia Soviética foi a primeira nação no mundo a introduzir o aborto livre em 1920. Por causa do colapso demográfico que a medida provocou, o próprio Lênin suspendeu a lei por “razões de Estado”.
O declínio da população russa recomeçou em meados dos anos sessenta, quando o aborto foi reintroduzido. Dados do Ministério da Saúde revelam que, com mais de um milhão de abortos por ano, o país tem a maior quantidade mundial de “interrupções voluntárias da gravidez”
A situação, porém, muito provavelmente é mais grave ainda. As estatísticas não levam em conta os casos de interrupção da gravidez em clínicas privadas, que, segundo estimativas, chegariam à casa dos seis milhões.
O aborto continua sendo o método mais utilizado para o controle da natalidade na Rússia. Em 2005, houve 104,6 abortos para cada 100 nascimentos.
Parece que a mobilização em favor da vida por parte da Igreja ortodoxa russa conseguiu reduzir em mais da metade o número de abortos em 2012 (58,7%). No entanto, o problema da baixa taxa de natalidade permanece. O percentual de nascimentos oscila em torno de 1,4 filhos por mulher, longe dos 2,1 necessários para sustentar os números da população atual.
Além disso, a expectativa média de vida do homem na Rússia caiu para 58 anos, devido aos altos índices de alcoolismo e ao modo de vida pouco saudável dos russos.
Putin fez da solução do problema demográfico que aflige a Rússia um dos seus principais objetivos. O governo tem feito campanhas publicitárias para incentivar as famílias a ter mais filhos, além de conceder subsídios financeiros para encorajar os casais a aumentar a taxa de natalidade.
A lei que proíbe a publicidade do aborto “não é o início de uma restrição aos direitos reprodutivos das mulheres, mas a continuação de um processo iniciado em 2011″, declarou Olgerta Kharitonova, ativista dos direitos das mulheres.
Há alguns dias, o parlamento russo aprovou uma lei que limita o aborto às primeiras 12 semanas de gestação, como regra geral, ou a 22 semanas para as mulheres que comprovarem não ter condições de cuidar do filho.
A nova lei também introduziu o intervalo de uma semana entre o pedido de aborto e a realização do procedimento, para que a mulher tenha tempo de refletir melhor sobre a decisão. Esse período de tempo, de acordo com especialistas, reduziria as possibilidades de aborto através de métodos perigosos, diminuindo o risco de complicações.
A mulher também pode recorrer a uma série de consultas psicanalíticas antes da interrupção da gravidez, para “entender que está privando a criança intencionalmente da oportunidade de viver”.
Uma recente proposta apresentada ao legislativo pretende excluir o aborto da cobertura pública de saúde.

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