Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

domingo, 11 de outubro de 2015

A SENHORA APARECIDA


Nossa Senhora Aparecida

 
Dom Fernando Arêas Rifan*

No próximo dia 12, celebraremos a Padroeira do Brasil. Em suas caravelas, ornadas com a Cruz da Ordem de Cristo, os portugueses trouxeram-nos a devoção à Mãe de Jesus: Pedro Álvares Cabral, em sua nau capitânia, transportava a imagem de Nossa Senhora da Esperança.

Mas a devoção a Nossa Senhora Aparecida começou em 1717, quando, por ocasião da visita do Conde de Assumar à cidade de Guaratinguetá, SP, foi pedido aos pescadores locais peixes para o banquete do nobre visitante. Três pescadores, amigos entre si, João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso, tentavam e não conseguiam os peixes que necessitavam, quando apanharam em suas redes uma pequena imagem truncada de Nossa Senhora da Conceição e a seguir, num lance de rede sucessivo, a cabeça da mesma imagem, conseguindo, num terceiro lance, imensa quantidade de peixes. A esse milagre sucederam muitos outros. A imagem foi chamada de “Aparecida” e colocada numa pequena capela que, com o tempo, tornou-se o monumental Santuário Nacional, maior centro de peregrinação do país.

É óbvio que ali houve algo sobrenatural. Pois como explicar que uma simples imagem, quebrada, pudesse atrair milhões de pessoas em oração fervorosa, ininterruptamente, há quase três séculos, sem uma intervenção divina e uma bênção especial da Mãe de Jesus?

Em 1904, Nossa Senhora Aparecida, foi coroada Rainha do Brasil. No Congresso Mariano de 1929, quando se comemorou o Jubileu de Prata dessa Coroação, os bispos do Brasil decidiram enviar um pedido ao Papa para que declarasse Nossa Senhora Aparecida Padroeira de toda a nação brasileira. Este pedido tornou-se realidade através do Decreto do Papa Pio XI, de 16 de julho de 1930, no qual diz: “... Na plenitude de nosso Poder Apostólico, pelo teor da presente Carta, constituímos e declaramos a Beatíssima Virgem Maria concebida sem mancha, conhecida sob o título de Aparecida, Padroeira principal de todo o Brasil junto de Deus... concedendo isso para promover o bem espiritual dos fiéis no Brasil e para aumentar, cada vez mais, sua devoção à Imaculada Mãe de Deus...”.

A proclamação oficial se realizou numa grande manifestação popular de um milhão de pessoas, no Rio de Janeiro, então capital federal, com o reconhecimento oficial do Governo do país, pela presença do seu Presidente, Dr. Getúlio Dornelles Vargas, e de outras autoridades civis, militares e eclesiásticas. Era o Brasil reconhecendo oficialmente sua padroeira.

Que o Brasil, que nasceu católico desde a sua descoberta, cujo primeiro monumento foi um altar e uma cruz, que teve como primeira cerimônia uma Missa, que tem essa Senhora Padroeira, mostre-se digno de tais origens e de tal Patrona, em suas instituições, suas leis, seus governantes, sua política, seus legisladores, sua população e seu modo de viver, na verdadeira justiça e caridade, na ordem e no verdadeiro progresso, na harmonia e no bem comum, na lei de Deus e na coerência com os princípios da fé cristã, base da nossa identidade pátria e princípio de toda a convivência honesta, solidária e pacífica.

Resultado de imagem para D. Fernando Arêas Rifan

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Triságio à Santíssima Trindade


Origem do Triságio

O Santíssimo Triságio não é invenção do engenho humano, senão obra do mesmo Deus, que Ele inspirou ao Profeta Isaías (Is. 6, 1-5), quando este ouviu que o cantavam os Serafins, para exaltarem a glória do Criador.

Na escola dos mesmos Serafins e na dos outros Coros angélicos foi onde o aprendeu milagrosamente aquele menino, que, como São Paulo, foi arrebatado ao Céu, segundo referem as Histórias Eclesiásticas. No ano 447, e sendo Teodósio Júnior Imperador do Oriente, sentiu-se um terremoto quase universal, violentíssimo, e que pela sua duração e espantosos estragos se fez o mais célebre de todos quantos até então se tinham visto. Foram incalculáveis os prejuízos que seis meses de abalos quase contínuos causaram nos mais suntuosos edifícios de Constantinopla e em toda a famosa muralha do Chersoneso.

Abriu-se a terra em muitos pontos, e, ficaram sepultadas em suas entranhas cidades inteiras; secaram-se as fontes e apareciam outras novas; e era tal a violência dos abalos que arrancava árvores corpulentíssimas, apareciam montanhas onde primeiro havia planícies, e profundos abismos onde havia antes montanhas. O mar lançava às praias peixes de grandeza enorme; e as praias e navios ficavam sem águas, que iam inundar grandes ilhas.

Em semelhante conflito, achou-se prudente abandonar os povoados, e assim o fizeram os habitantes de Constantinopla com o Imperador Teodósio, sua irmã Pulcheria, São Proclo, então, Patriarca daquela igreja e todo o Clero. Reunidos num lugar chamado o Campo, dirigem ao Céu grandes clamores e fervorosas súplicas, pedindo socorro em necessidade tão apertada. Um dia, entre oito e nove horas da manhã, foi tão extraordinário o abalo que fez a terra, que pouco faltou para que não causasse os mesmos estragos que o Dilúvio universal. A este espanto, sucedeu admiração do prodígio seguinte: Um menino de poucos anos foi arrebatado pelos ares à vista de todos os do Campo, que o viram subir até perdê-lo de vista. Depois de algum tempo desceu à terra, do mesmo modo que subira ao Céu, e logo em presença do Patriarca, do Imperador e da multidão pasmada, contou que sendo admitido nos Coros Celestes, ouviu os Anjos cantarem estas palavras: Santo Deus, Santo Forte, Santo Imortal, tende misericórdia de nós; e que ao mesmo tempo lhe mandaram que comunicasse a todos esta visão. Ditas estas palavras, aquele inocente menino morreu.

São Proclo e o Imperador, ouvida esta relação, mandaram unanimemente que todos entoassem em público este sagrado cântico, e imediatamente cessou o terremoto, e ficou quieta a terra. Daqui nasceu o uso do Triságio, que o Concílio Geral Calcedonense prescreveu a todos os fiéis, como um formulário para invocar a Santíssima Trindade nos tempos funestos e nas calamidades; daqui veio merecer a aprovação de tantos Prelados da Igreja, que apoiaram o uso dele, enriquecendo-o com o Tesouro das Indulgências, e daqui, finalmente, veio que se pusesse em método, que se imprimisse e reimprimisse tantas vezes, e sempre com universal aplauso e aceitação dos fiéis, que o consideram como um escudo impenetrável contra todos os males que Deus manda à terra em castigo de nossos pecados.

O Papa Clemente XIV concedeu 100 dias de indulgência para cada dia que se reze; 100 mais três vezes no dia, nos Domingos, na Festa da Santíssima Trindade e durante Oitava, e indulgência Plenária a quem o rezar todos os dias durante um mês seguido, confessando e comungando no dia do mês que se escolher.


Oferecimento
para ganhar as indulgências,
os que rezarem o Triságio.

Te rogamos Senhor, pelo estado da Santa Igreja e Prelados dela; pela exaltação da Fé Católica, extirpação das Heresias, paz e concórdia entre os Príncipes Cristãos, conversão de todos os infiéis, hereges e pecadores; pelos agonizantes e caminhantes; pelas benditas Almas do Purgatório e mais piedosos fins de nossa Santa Madre Igreja. Amém.

V. Bendita seja a Santa e Individua Trindade, agora e sempre e por todos os séculos dos séculos.
R. Amém.
,V. Abri, Senhor, os meus lábios.
R. E a minha boca anunciará vossos louvores.
V. Meus Deus, em meu favor benigno atende.
R. Senhor, apressai-vos em socorrer-me.
V. Glória seja ao eterno Pai. Glória seja ao eterno Filho. Glória ao Espírito Santo. Pelos séculos dos séculos. Amém. Aleluia.

No tempo da Quaresma se diz: Louvor seja a Ti, Senhor, Rei da eterna glória.

Ato de Contrição

Amorosíssimo Deus, Trino e Uno, Pai, Filho e Espírito Santo, em quem creio, em quem espero, a quem amo com todo o meu coração, corpo, alma, sentidos e potências; por serdes Vós meu Pai, meu Senhor e meu Deus, infinitamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas; pesa-me, Trindade Santíssima, pesa-me, Trindade misericordiosíssima, pesa-me, Trindade amabilíssima, de vos ter ofendido só por serdes Vós quem sois; proponho, e vos dou palavra, de nunca mais vos ofender e de morrer antes do que pecar; espero de vossa suma bondade e misericórdia infinita, que me perdoareis todos os meus pecados, e me dareis graça para perseverar num verdadeiro amor e cordialíssima devoção a vossa sempre amabilíssima Trindade. Amém.

Hino

Já se afasta o sol radioso,
Ó Luz perene, ó Trindade,
Infunde em nós ardoroso
O fogo da caridade.

Na alvorada te louvamos
E na hora vespertina;
Concede-nos que o façamos
Também na glória divina.

Ao Pai, e ao Filho e a Ti,
Espirito consolador,
Sem cessar como até aqui
Se dê eterno louvor. Amém.

Oração ao Pai

Ó Pai eterno, fora o prazer de vos possuir, eu não vejo mais do que tristeza e tormento, embora digam outra coisa os amadores da vaidade. Que me importa que diga o sensual, que sua felicidade está em gozar de seus prazeres? Que me importa que diga também o ambicioso, que seu maior contentamento é gozar de sua glória vã? Eu, pela minha parte nunca cessarei de repetir com vossos Profetas e Apóstolos, que a minha suma felicidade, meu tesouro, e minha glória é unir-me a meu Deus e manter-me inviolavelmente unido a Ele.

Um Pai Nosso, uma Ave Maria e nove vezes:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos, cheios estão os Céus e a terra de vossa glória.

E o coro responde:

Glória ao Pai, glória ao Filho, glória ao Espírito Santo.

Oração ao Filho

Ó Verdade eterna, fora da qual eu não vejo outra coisa senão enganos e mentiras. Oh! E como tudo me aborrece, à vista de vossos suaves atrativos! Oh! Como me parecem mentirosos e asquerosos os discursos dos homens, em comparação das palavras de vida, com as quais Vós falais ao coração daqueles que vos escutam. Ah! Quando será a hora em que Vós me tratareis sem enigma e me falareis claramente no seio de vossa glória? Oh! Que trato! Que beleza! Que luz!

Um Pai Nosso, uma Ave Maria e nove vezes:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos, cheios estão os Céus e a terra de vossa glória.

E o coro responde:

Glória ao Pai, glória ao Filho, glória ao Espírito Santo.

Oração ao Espírito Santo

Ó Amor, ó Dom do Altíssimo, Centro das doçuras e da felicidade do mesmo Deus; que atrativo para uma alma ver-se no abismo de vossa bondade, e toda cheia de vossas inefáveis consolações! Ah, prazeres enganadores! Como haveis de poder comparar-vos com a menor das doçuras, que um Deus, quando quer, sabe derramar sobre uma alma fiel? Oh, se uma só partícula delas é tão gostosa, quanto mais será quando Vós as derramardes como uma torrente sem medida e sem reserva? Quando será isto, meu Deus, quando será?

Um Pai Nosso, uma Ave Maria, e nove vezes:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos, cheios estão os Céus e a terra de vossa glória.

E o coro responde:

Glória ao Pai, glória ao Filho, glória ao Espírito Santo.

Antífona

A Ti, Deus Pai ingênito, a Ti, Filho unigênito, a Ti, Espírito Santo paráclito, santa e indivídua Trindade, de todo coração te confessamos, louvamos e bendizemos. A Ti seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém.

V. Bendigamos ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo.
R. Louvemo-lo e exaltemo-lo em todos os séculos.

Oração

Senhor Deus uno e trino, dai-me continuamente vossa graça, vossa caridade e a vossa comunicação, para que no tempo e na eternidade vos amemos e glorifiquemos, Deus Pai, Deus Filho, Deus Espirito Santo, numa Deidade por todos os séculos dos séculos. Amém.


Deprecação Devota à Santíssima Trindade

V. Pai eterno, onipotente Deus.
R. Toda criatura vos ame e glorifique.
V. Verbo divino, imenso Deus:
R. Toda criatura vos ame e glorifique.
V. Espirito Santo, infinito Deus.
R. Toda criatura vos ame e glorifique.
V. Santíssima Trindade e um só Deus verdadeiro.
R. Toda criatura vos ame e glorifique.

Rei dos Céus, imortal e invisível: Toda criatura vos ame e glorifique.
Criador, Conservador, Governador de todo o criado: Toda criatura vos ame e glorifique.
Vida nossa, em quem, de quem e por quem vivemos: Toda criatura vos ame e glorifique.
Céu divino de excelsitude majestosa: Toda criatura vos ame e glorifique.
Céu supremo do céu, oculto aos homens: Toda criatura vos ame e glorifique.
Sol divino e incriado: Toda criatura vos ame e glorifique.
Círculo perfeitíssimo de capacidade infinita: Toda criatura vos ame e glorifique.
Alimento divino dos Anjos: Toda criatura vos ame e glorifique.
Belo Iris, Arco de clemência: Toda criatura vos ame e glorifique.
Astro primeiro e trino, que ilumina o mundo: Toda criatura vos ame e glorifique.

De todo mal de alma e de corpo: Livrai-nos, Trino Senhor.
De todo pecado e ocasião de culpa: Livrai-nos, Trino Senhor.
De vossa ira e indignação: Livrai-nos, Trino Senhor.
De morte repentina e imprevista: Livrai-nos, Trino Senhor.
Das insídias e assaltos do Demônio: Livrai-nos, Trino Senhor.
Do espírito de desonestidade e das suas sugestões: Livrai-nos, Trino Senhor.
Da concupiscência da carne: Livrai-nos, Trino Senhor.
De toda ira, ódio e má vontade: Livrai-nos, Trino Senhor.
Das pragas de peste, fome, guerra e terremoto: Livrai-nos, Trino Senhor.
Dos inimigos da Fé Católica: Livrai-nos, Trino Senhor.
De nossos inimigos e de suas maquinações: Livrai-nos, Trino Senhor.
Da morte eterna: Livrai-nos, Trino Senhor.
Por vossa Unidade em Trindade e Trindade em Unidade: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pela igualdade essencial de vossas Pessoas: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pela sublimidade do Mistério de vossa Trindade: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pelo inefável Nome de vossa Trindade: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pelo portentoso de vosso Nome, Uno e Trino: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pelo muito que vos agradam as almas, que são devotas de vossa Santíssima Trindade: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pelo grande amor com que livrais de males aos povos, onde há algum devoto de vossa Trindade amável: Livrai-nos, Trino Senhor.
Pela virtude divina, que nos devotos de vossa Trindade Santíssima, reconhecem os Demônios contra si mesmos: Livrai-nos, Trino Senhor.

Nós pecadores: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que saibamos resistir ao Demônio com as armas da devoção à vossa Trindade: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que embelezeis cada dia mais, com as cores da vossa graça, vossa Imagem que está em nossas almas: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que todos os fiéis se esmerem em ser muito devotos de vossa Santíssima Trindade: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que todos alcancemos as muitas felicidades que estão vinculadas para os devotos dessa vossa Trindade inefável: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que ao confessarmos o Mistério de vossa Trindade, se desfaçam os erros dos infiéis: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que todas as Almas do Purgatório, gozem muito refrigério, em virtude do Mistério de vossa Trindade: Rogamo-vos, ouvi-nos.
Que vos digneis, ouvir-nos pela vossa piedade: Rogamo-vos, ouvi-nos.

Santo Deus, Santo Forte, Santo Imortal, livrai-nos, Senhor, de todo mal.


Obséquios ou Oferecimentos à Santíssima Trindade

1. Ó Beatíssima Trindade, eu vos prometo que com todo esforço e empenho, hei de procurar salvar minha alma, visto como Vós a criastes a vossa Imagem e Semelhança e para o Céu. E também por amor vosso procurarei salvar as almas de meu próximo.

2. Para salvar a minha alma e dar-vos glória e louvor, sei que hei de guardar a Divina Lei; eu empenho minha palavra de a guardar como a menina de meus olhos, e procurar, outrossim, que os outros a guardem.

3. Aqui na terra hei de exercitar-me em louvar-vos e espero fazê-lo depois com maior perfeição no Céu; e por isso, com frequência rezarei o Triságio e o verso: Glória ao Pai, ao Filho, e ao Espírito Santo. E procurarei além disso, que os outros vos louvem. Amém.


Santo Antão

Ao Abade Antão no deserto foi revelado: “Na cidade há alguém semelhante a ti, médico de profissão, o qual distribui aos indigentes o que tem de supérfluo, e o dia inteiro canta o Triságio com os Anjos”.


Fontes:

Santo Antônio Maria Claret, “Caminho Reto e Seguro para Chegar ao Céu”, tradução do Espanhol, pp. 163-173; 5ª Edição, Administração da Revista “Ave Maria”, São Paulo, 1909.

Apoftegmas – A Sabedoria dos Antigos Monges”, tradução do grego e notas de D. Estêvão Tavares Bettencourt, O.S.B., Cap. Letra Alfa – A, parág. 24, p. 17; Edições “Lumem Christi”, Rio de Janeiro, 1979.

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