Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

domingo, 1 de julho de 2018

Festa do Preciosíssimo Sangue de Jesus


João Batista mostrou o Cordeiro, Pedro estabeleceu o seu trono, Paulo preparou a Esposa: obra comum cuja unidade foi a razão que devia relacioná-los tão intimamente no Ciclo litúrgico.

Estando, pois, garantida a Aliança, todos entram na penumbra e só a Esposa nos aparece no apogeu a que A guindaram, tendo nas mãos a taça sagrada do festim das núpcias. Tal é o segredo da Festa deste dia. O seu despontar no céu da santa Liturgia, na estação presente, é cheio de mistério. Já, e mais solenemente, a Igreja patenteou aos filhos da Nova Aliança o preço do Sangue com que foram resgatados, a sua virtude nutritiva e as honras de adoração que merece. Na Sexta-feira Santa, a terra e os Céus contemplaram todos os crimes abafados pelas águas do rio de salvação, cujos diques eternos se tinham, enfim, rompido sob o esforço combinado da violência dos homens e do amor do Coração divino. Na Festa do Ss. Sacramento viu-nos prostrados diante dos altares em que se perpetua a imolação do Calvário e a efusão do Sangue precioso tornado bebida dos humildes e objeto das homenagens dos poderosos do século. A Igreja, porém, convida-nos de novo a celebrar os caudais que dimanam da Fonte sagrada, como quem quer significar que as solenidades anteriores não esgotaram o mistério. A paz trazida por este Sangue à terra, a corrente das suas ondas reconduzindo dos abismos os filhos de Adão, purificados e renovados, a Mesa Santa levantada por eles nas margens da corrente e o Cálice cujo licor é inebriante; todos estes adereços seriam incompreensíveis, se o homem não visse aí as finezas do amor que não é excedido por outro amor.

O Sangue de Jesus deve ser para nós nesta hora o Sangue do Testamento, o penhor da Aliança que Deus nos propõe.

“Tenhamos, pois confiança, amados irmãos, nos diz o Apóstolo e, pelo Sangue de Cristo, entremos no Santo dos Santos. Sigamos o caminho novo cujo segredo se tornou nosso, o caminho vivo que Ele nos traçou através do véu da Sua Carne. Aproximemo-nos com um coração puro, com uma fé viva, mantendo firme a profissão da nossa inquebrantável esperança. Excitemo-nos todos à porfia, ao crescimento do amor. E que o Deus de paz que ressuscitou dos mortos, Nosso Senhor Jesus Cristo, o grande Pastor das ovelhas no Sangue da Aliança eterna, vos disponha para operardes em tudo conforme a Sua vontade…!”

Não devemos deixar de recordar aqui que esta Festa é o monumento vivo e perpétuo de uma das mais estrondosas vitórias da Santa Igreja no último século. Pio IX tinha sido expulso de Roma pela Revolução triunfante em 1848. No ano seguinte, via restabelecido o seu poder.


Nos dias 28, 29 e 30 de junho, sob a égide dos Apóstolos, a filha mais velha da Igreja, fiel ao seu glorioso passado, forçava e entrava as muralhas da cidade eterna; a 2 de julho acabava a conquista. Em breve um duplo Decreto notificava à cidade e ao mundo o reconhecimento do Pontífice e a maneira como Ele desejava perpetuar por meio da Santa Liturgia a memória de tais acontecimentos. A 10 de agosto, de Gaëta mesmo, lugar do seu refúgio durante a tormenta, Pio IX, antes de retomar o governo do seu Estado, dirigia-se ao Chefe invisível da Igreja e lha consagrava, estabelecendo a Festa deste dia e recordando-Lhe que por esta mesma Igreja Ele derramara todo o seu sangue.

Pouco depois, entrando na sua Capital, o Santo Pontífice dirigia-se a Maria, como em circunstâncias idênticas o tinham feito Pio V e Pio VII; o Vigário do Homem-Deus reivindicava para aquela que é o Socorro dos Cristãos, a honra da vitória alcançada no dia da sua gloriosa Visitação, e estatuía que a Festa de 2 de julho seria elevada do Rito duples majus ao de Segunda Classe em todas as igrejas: prelúdio da definição do Dogma da Imaculada Conceição projetado desde aí pelo imortal Pontífice, acabando assim de ser esmagada a cabeça da Serpente infernal.


Fonte: Rev. Pe. Croiset, “Ano Cristão”, Vol. VII, 1º de Julho, pp. 11-12. Traduzido para o Francês pelo Rev. Pe. Matos Soares, Professor do Seminário do Porto, Tipografia “Porto Médico”, Porto, 1923.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Sobre a Doutrina Cristã



Sobre a Doutrina Cristã





Desolatione desolata est omnis terra,

quia nullus est, qui recogitet corde.



Toda a terra está cheia de pecados,

porque não há quem considere na lei de Deus,

e a observe como deve.

                                                           Jer. 12, 11.





Foi a ignorância, uma filha perniciosa, que nasceu da primeira culpa; e depois passou a ser mãe, de quem nascem muitos e mui abomináveis pecados; e não há pior, nem mais perniciosa ignorância do que aquela, que muito contente de si mesma, não busca o seu desengano. Tal acontece a muitos cristãos, que, vivendo na cegueira dos seus erros e na falta dos seus deveres, não sabem, nem procuram saber a sã doutrina para a praticarem e se salvarem; e vivem muito satisfeitos. Tendo todos dois caminhos a seguir, um que conduz ao Céu pela doutrina cristã, o outro que leva ao Inferno pela ignorância das obrigações, muitas almas cristãs se deixam iludir; caem em muitas culpas, e depois no fogo eterno, porque não procuram saber os seus deveres. Todo o mundo está cheio destes ignorantes na doutrina cristã, porque não sabem o perigo em que vivem - Desolatione desolata est omnis terra,quia nullus est, qui recogitet corde. Depois de vos ter mostrado como devemos amar a Deus sobre todas as coisas, agora vou mostrar-vos o que devemos saber para O amar; a necessidade da Doutrina Cristã vai ser o presente objeto. – Eu principio.



Mandando-nos Deus no seu Primeiro Mandamento amá-lO sobre todas as coisas, manda-nos também para o mesmo fim, aprender e saber a doutrina cristã; manda-nos saber e fazer atos de fé, esperança e caridade; manda-nos saber, que há um Deus infinitamente bom, infinitamente amável, Criador dos Céus e da terra, que é Remunerador infalível para depois da morte dar prêmio a quem deveras aqui O serve e ama, e para castigar a quem O ofende sem emenda e sem penitência. Manda-nos saber o grande Mistério da Santíssima Trindade, isto é, que o mesmo Deus é Trino em Pessoas, e Único na Essência, e que a Segunda Pessoa, que é o Filho, se fez homem, nascendo e morrendo por nós numa Cruz para nos remir e salvar, e que ainda ficou por nós no Santíssimo Sacramento do altar, ainda que encoberto, tão real como no Céu, para nos animar nos trabalhos e fortalecer nas tentações, recebendo-O nós como devemos. Manda-nos, finalmente, saber tudo quanto é necessário para bem crer, manda-nos saber o Credo com as suas competentes explicações e os Artigos da Santa Fé Católica.



Manda-nos para bem pedir, sabermos o Pai Nosso; e convém muito saber também a Ave Maria, a Salve Rainha, e algumas outras orações que veem em livros santos, aprovados pela Igreja. Manda-nos para bem obrar, sabermos os Dez Mandamentos da Lei do mesmo Deus, e as explicações de cada um deles, os Cinco Mandamentos da Santa Igreja, nossa Mãe, as Obras de Misericórdia, quantas coisas sejam necessárias para fazer boa Confissão, e estas bem explicadas. Manda-nos, finalmente, para receber, sabermos os Sete Sacramentos da Santa Igreja, o que são cada um em si mesmo, e o modo como os havemos de receber, quando seja necessário e assim convenha. Eis, aqui, o que Deus nos manda no seu Primeiro Mandamento em quanto à Doutrina Cristã para bem O servirmos e amarmos. É esta a verdadeira doutrina que nos leva à vida eterna.



Peca mortalmente contra este primeiro Mandamento quem não sabe todos os Atos, ao menos a sua essência, ou o principal; e peca também quem não os faz em algumas ocasiões necessárias, como é quando há alguma grave tentação contra as santas virtudes da fé, esperança e caridade, e que não se pode vencer de outro modo. Peca também quem se demora muito tempo sem os fazer; ainda que os autores não marcam tempo certo para haver pecado, contudo sabe-se que demorando sem os fazer cinco anos, é pecado mortal; muito bom será porém, para livrar de dúvidas, fazê-los nos Domingos e dias festivos, ainda que seja à Missa; e ainda muito melhor obra quem os faz todos os dias. Peca mortalmente também, quem não sabe a mais doutrina, que já vos disse, e outra mais que a Santa Igreja manda; porque uma obriga, como meio de salvação, outra obriga debaixo de Preceito, e sem ela não se pode amar a Deus, nem pode haver salvação.



Oh! A doutrina cristã é quem nos ensina a servir a Deus, e que dirige nossos passos pelo caminho da paz da consciência, como diz São Bernardo: Doctrina instruit nos, et dirigit nostros passus in viam pacis. Assim como o nosso corpo sem respiração não pode viver, também a nossa alma sem conhecimento de Deus e da sua doutrina não pode subsistir na graça do mesmo Deus, e salvar-se, como diz São Basílio: Sicut corpus nisi respiret, vivere nequit, ita nec anima nisi conditorem agnoscat, subsistere poterit, cum ignoratio Dei mors animae sit.



Mas que se observa à vista de tão santa obrigação de saber a doutrina cristã? Observa-se a mais pasmosa ignorância em quase todos os cristãos; tanto novos como velhos, todos, ou quase todos ignoram os seus deveres; todo o mundo está cheio de almas descuidadas na sã doutrina; porque nem se lembram do que Deus lhes manda no seu Primeiro Mandamento, nem do perigo em que incorrem de se perderem por falta de doutrina. Notai, irmãos meus, que a ignorância na doutrina e nas mais obrigações nossas não escusa de pecado, quando nós podemos aprender, e não o fazemos assim. Oh! Quantas almas com ignorância morrem em pecado mortal; e assim se condenam! Se alguém ignora as suas obrigações, será ignorado, diz São Paulo; se alguém desconhece a Deus ou a sua doutrina, será de Deus desconhecido – Siquis ignorat, ignorabitur (I Cor., 14, 38).



Muito embora digam algumas pessoas: eu não posso aprender a doutrina cristã, eu não tenho capacidade para isso: Oh! Quantas coisas da casa e do mundo se aprendem, e não poderão aprender a doutrina cristã? Quantos contos, coisas fabulosas, que nenhum interesse dão, se ensinam e se aprendem? Quantas coisas do Demônio e modo de pecar se sabem, e que deviam ignorar-se? E não pode saber-se a doutrina cristã? Não podem aprender-se as coisas de Deus e da salvação? Ai do meu povo, se queixa o Senhor pelo seu Profeta Oseias, ai do meu povo, porque aprende tantos vícios, e não aprende a ciência de Deus!



É bem certo, que o Demônio nenhuma coisa procura tanto, como impedir o conhecimento da doutrina e coisas santas; porque desta ignorância se aproveita para introduzir a maldade; e deste modo ganha imensas almas para o Inferno. O Espírito Santo no Salmo 103 diz, que entre as trevas da medonha noite andam as feras, e então fazem a sua presa, matando outros animais para devorarem; e que os cachorros dos leões andam então rugindo, procurando também roubar e comer; mas apenas nasce o sol, diz o mesmo Espírito Santo, essas feras desaparecem, e se recolhem às suas covas. E que se entende neste lugar por feras? Serão só essas que andam de noite pelos montes? São também, como explica Santo Agostinho, as feras paixões humanas, escondidas pelo descuido de as conhecer; que se entende por esses leões, senão os Demônios, que se ocultam entre as trevas da ignorância da doutrina e coisas santas, e que se servem da escuridão e cegueira para fazerem vítimas do seu furor a muitas almas, matando-as com os pecados nascidos a maior parte da falta de ciência de doutrina!



Ai! Quantas almas eles assim caçam e levam ao Inferno! Eles mesmos obrigados por Deus chegaram a confessar de uma vez, que agradeciam muito a alguns Prelados, Pastores, e chefes de família o pouco cuidado que tinham em ensinar a doutrina cristã; porque daí resultava colherem muitas almas para o Inferno; assim o declararam, quando se celebrava um Concílio Provincial em França. Mas assim como apenas o sol nasce, logo essas feras montanhesas se recolhem aos seus covis, também as feras paixões humanas, e os Demônios, apenas aparece a luz da verdade no entendimento humano, sabendo-se bem a instrução cristã, ordinariamente desaparecem, ou ao menos não se cometem tantos pecados; e os Demônios, esses leões, se recolhem às suas cavernas do Inferno muito tristes, e mordendo-se de raivosos.



A doutrina cristã é pois da maior importância e necessidade; mas, ai de quem a não sabe como deve! Assim não poderá salvar-se. Ai também de quem a não ensina, devendo ensiná-la! Ai de tantos Pastores de almas, que tão pouco cuidado tem em a ensinar a quem devem de justiça! Ai de tantos pais, mães e chefes de família, que nem aos filhos, nem aos criados e domésticos a ensinam! Ai de tantos Confessores também, que confessam sem a perguntar aos penitentes, ou examinar se a sabem, e assim os passam!



Se acaso não se aprende na meninice e mocidade, como será na velhice! O entendimento humano aprendendo vai se criando, disse o grande Cícero; e sem cultura se faz um bosque, onde se criam serpentes venenosas.




Um bom entendimento não nasce, mas faz-se pelo bom ensino e instrução, diz muito bem o Profeta Real: Intellectus bonus omnibus facientibus eum. Tem bom entendimento muita vezes quem o fez bom; e faz-se bom, pela cultura do bom mestre e indústria do bom discípulo; mas se os Pastores, os Mestres, os pais e chefes de família não ensinam quando devem, e se os meninos e meninas a não procuram saber enquanto novos, como ficarão sempre! Ficarão na ignorância e no pecado. Mas como a hão de ensinar muitos chefes de família, se eles também a não sabem, nem procuram quem a ensine a eles e a seus domésticos? Desculpam-se, é verdade, muitas pessoas dizendo: eu já estou velho ou velha; já esqueci tudo; mas que importa que sejais velho ou velha! A ciência das coisas de Deus nunca deve esquecer; e se esqueceu, deveis aprender novamente.



A doutrina e instrução de coisas santas deve andar sempre na memória; e para não esquecer nem a vós, nem a vossos filhos, por que não a recordais constantemente, e quando tendes ocasião? Que fazeis em tantos Domingos e Dias Santos, se nem em casa, nem na igreja a procurais aprender? Que fazeis em tantas noites, enquanto estais noitando? Porque razão em lugar de então estardes murmurando, ou falando em coisas desnecessárias e até pecaminosas, não aprendeis, e não ensinais a doutrina cristã e outras coisas de Deus? Ah! Desgraçados de tantos chefes de família e de tantos domésticos! Desgraçados de tantos cristãos, que pouco ou nada sabem para bem de suas almas, e nem procuram saber! Encontra-se muita gente por esse mundo, que nem Atos sabe, nem quem é Deus, nem as Pessoas da Santíssima Trindade, nem o Credo, nem os Mandamentos, nem o que é necessário para fazer uma boa Confissão; que será de tantas almas ignorantes e negligentes nas coisas de Deus à hora da sua morte? E que será também de quem deve ensinar e não o faz?



Estava para morrer o Bispo de Coimbra, D. João Soares, e indo visitá-lo um seu amigo, lhe disse o mesmo Bispo: “Padre, no mais estou bem; porém, levo atravessado na garganta, que Deus me há de tomar conta, se o pastorzinho da Serra d’Estrela sabe a doutrina cristã”: que temor tão justo de um Prelado à hora da morte! E que igual temor devem ter todas as pessoas, que sendo obrigadas em consciência a ensinar a santa doutrina, não o fazem, e muitas dessas nem a saberão também! Ah! Com razão, Deus lamenta por Jeremias, dizendo: Os meninos pediram o pão da santa instrução, e não houve quem lh’o repartisse – Parvuli petierunt panem, et non erat qui frangeret eis. – O Beato Efrém estando a orar, ouviu uma voz que lhe disse: “Parte e come. Que hei de comer, respondeu ele, ou quem m’o há de dar? Vai a Basílio, ouviu outra vez, vai a Basílio, e ele te ensinará e dará o pão”. Partiu Efrém, e achou São Basílio a ensinar doutrina, e então conheceu qual o pão que devia procurar. Almas cristãs que me ouvis, novos e velhos, pequenos e grandes, vinde, vinde todos a doutrina, e procurai quem vos instrua nas coisas de Deus; não fiqueis, nem andeis mais nessa ignorância e no risco de vos perderdes; atendei-me e acreditai-me, que talvez só por falta de doutrina andareis em pecado mortal, e assim ireis sem remédio ao Inferno.



Mas agora, muito arrependidos do passado descuido em que tendes vivido, voltai-vos para Deus, vinde a seus pés, e dizei-Lhe de coração: Ó meu Senhor, quanto tenho sido cuidadoso com as coisas do mundo, e descuidado das coisas do Céu! Quão grande tem sido a minha cegueira, a minha ignorância em vos conhecer e amar! O meu entendimento tem-se empregado em coisas que tanto Vos desagradam, e não se tem instruído na ciência da minha salvação; só tenho tido habilidade para o mal, e pouca ou nenhuma capacidade para o bem; só me tenho instruído em Vos ofender, e pouco ou nada em Vos servir e louvar. Infeliz de mim, se assim continuo! A minha condenação será certa. Mas, ó meu Deus, perdoai a minha negligência passada; eu proponho cuidar de verdadeiramente instruir-me no que me convém, e instruir também as pessoas que sou obrigado. Ajudai-me, e ajudai-me também, ó Mãe de Deus, e guiai-me nos meus deveres enquanto é tempo. Amém.




Fonte: Rev. Pe. Fr. Manoel da Madre de Deus, O.C.D., “Práticas Mandamentais ou Reflexões Morais, sobre os Mandamentos da Lei de Deus e os Abusos que lhes são Opostos”, Primeiro Mandamento, Prática 3ª, “Sobre a Doutrina Cristã”, pp. 22-28. 3ª Edição, Em Casa de Cruz Coutinho – Editor, Porto, 1871.

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