Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CINZAS DE CONVERSÃO


Dom Fernando Arêas Rifan*


Hoje, quarta-feira de Cinzas, começa o tempo litúrgico da Quaresma, como nos lembra o Papa Francisco em sua mensagem para este ano, “para mais uma vez encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, sinal sacramental da nossa conversão, que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida”.

“Desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: ‘Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos’ (24, 12). Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, quando Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenômenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho”.

“Como agem esses falsos profetas? Uns assemelham-se a ‘encantadores de serpentes’, ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!”

“Outros falsos profetas são aqueles ‘charlatães’ que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis, mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar... Desde sempre o demônio, que é ‘mentiroso e pai da mentira’ (Jo 8, 44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem... É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem”.

“A par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum. Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos, para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida”.


*Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Festa da Purificação da Bem-aventurada Virgem Maria



Por Que a Festa Dedicada a Nossa Senhora,
no Dia 2 de Fevereiro,
Chama-se “Candelária”?


“… Essa Festa recebe o nome de Candelária, porque nela se leva na mão uma candeia [“vela”] acesa. Por quatro razões a Igreja determinou que se levaria na mão uma vela acesa.

Primeira, para abolir um mau costume. Outrora, de cinco em cinco anos, nas calendas de Fevereiro que homenageavam Fébrua, mãe de Marte, deus da guerra, os romanos iluminavam a cidade por toda a noite com círios e tochas, esperando que graças às homenagens prestadas à sua mãe, aquele deus lhes concedesse a vitória sobre seus inimigos. A esses intervalos quinquenais chamavam lustro. Também no mês de Fevereiro os romanos ofereciam sacrifícios a Fébruo, isto é, a Plutão e a outros deuses infernais, pelas almas de seus ancestrais. Para que tivessem piedade destes, ofereciam-lhes vítimas solenes e a noite inteira velavam, cantando louvações e empunhando círios e tochas acesas. O Papa Inocêncio diz que as mulheres romanas celebravam nesse dia a festa das luzes, originada das fábulas dos poetas. Estes relatam que Prosérpina era tão bela que o deus dos infernos, Plutão, ficou enamorado por ela, raptou-a e transformou-a em deusa. Seus pais procuraram-na por muito tempo nas florestas e nos bosques com tochas e archotes, e é isso que as mulheres de Roma evocavam. Como é difícil abandonar costumes arraigados, os cristãos recém-convertidos não sabiam o que conservar dos costumes pagãos, levando o Papa Sérgio[1] a atribuir um sentido melhor à festa. Ele ordenou aos cristãos de todo o mundo que a cada ano, nessa data, celebrassem uma Festa em homenagem à Santa Mãe do Senhor, com círios acesos e velas bentas. Desta maneira a solenidade permanecia, mas sua intenção era outra.


Segunda, para mostrar a pureza da Virgem. Ao ouvir dizer que a Virgem tinha se purificado, algumas pessoas poderiam pensar que Ela necessitava de purificação. Para mostrar que Ela era puríssima e esplêndida, a Igreja determinou que se levassem tochas acesas, como se dissesse: “Ó Bem-aventurada Virgem, Vós não necessita de purificação, pois é toda brilhante, toda resplandecente”. De fato, não necessitava de purificação quem tinha concebido sem sêmen, quem tinha sido purificada e santificada de maneira perfeitíssima já no ventre materno. Ela tinha sido a tal ponto glorificada e purificada no ventre da Sua mãe com a vinda do Espírito Santo, que nEla não restou inclinação alguma para o pecado, e as virtudes de Sua santidade transmitiam-se aos outros, derramavam-se sobre eles, extinguindo em todos qualquer concupiscência carnal. Daí os judeus dizerem que muito embora Maria tenha sido de extrema beleza, nunca despertou desejos concupiscente em ninguém. A razão disso é que a virtude da Sua castidade penetrava em todos que A viam e repelia neles toda concupiscência. Ela é comparada ao cedro, cujo cheiro faz as serpentes morrerem, da mesma forma que a santidade irradiada por Ela matava a serpente dos movimentos da carne. Ela também é comparada à mirra, que mata os vermes, da mesma forma que a santidade dEla destrói toda concupiscência carnal. Ela possuía essa qualidade mais do outras pessoas que também foram santificadas no ventre materno ou que permaneceram virgens, mas cuja santidade e castidade não se transmitiam aos outros, nem extinguia neles os movimentos da carne, ao passo que a força da castidade da Virgem penetrava até o fundo do coração dos impudicos, tornando-os imediatamente castos em relação a Ela.

Terceira, para lembrar a procissão que teve lugar naquele dia, quando Maria, José, Simeão e Ana fizeram uma procissão digna de honra para apresentar o Menino Jesus no templo. Por isso, ainda hoje se faz uma procissão até às igrejas, levando na mão um círio aceso, representação de Jesus. Há três elementos no círio, a cera, a mecha e o fogo, que são a representação das Três Substâncias que existiram em Cristo: a cera, é representação da Sua Carne, que nasceu da Virgem Maria sem corrupção da carne, da mesma maneira que as abelhas fabricam a cera sem impurezas; a mecha escondida no círio, é representação de Sua Alma cândida escondida em Sua Carne; o fogo ou a luz, é representação da Divindade, porque nosso Deus é fogo que consome. Isso levou o poeta a dizer:

Em homenagem à pia Maria,
Levo esta vela
Cuja cera representa
A verdadeira Carne virginal.
A luz significa
A excelência da Majestade,
A mecha é Sua Alma
Escondida na Carne.

Quarta, para nossa instrução. Tudo pode nos instruir se quisermos ser puros e límpidos, devendo para isso termos três disposições, uma fé verdadeira, uma conduta santa e uma intenção reta. A vela acesa na mão é a fé com boas obras, pois  da mesma forma que uma vela sem luz está morta, e que a luz que não pode brilhar por falta de vela, também parece morta, as obras sem fé e a fé sem boas obras são como se estivessem mortas. A mecha escondida na cera é a intenção reta, daí Gregório dizer: “A obra é feita diante do público, mas a intenção permanece oculta”.



Fonte: Jacopo de Varazze,[2] “Legenda Áurea – Vida de Santos”,[3] Cap. 37 – Purificação da Bem-aventurada Virgem Maria, pp. 243-252; tradução do latim por Hilário Franco Júnior, Editora Schwarcz Ltda – Companhia das Letras, São Paulo-SP, 2003.



[1]     Trata-se de Sérgio I (687-701), o 84º Papa da Igreja, de origem síria como vários outros daquela época. A procissão da Candelária surgiu em Roma como substituta da procissão lustral pagã (como mostra Jacopo), mas a iniciativa do Papa Sérgio de incluí-la na Festa da Purificação de Maria foi inspirada pelo exemplo oriental, já que tal festa existia em Jerusalém desde pelo menos o século IV, na Síria e Egito desde o século V, em Constantinopla desde o século VI.
[2]     Arcebispo de Gênova, ca. 1229-1298.
[3]     Título original: Legendae sanctorum, vulgo historia lombardica dicta.

domingo, 31 de dezembro de 2017

Exercícios de Ação de Graças para o Último Dia do Ano


Reflexão[1]

Mais um ano a cair no oceano da eternidade. Estará essa gota de tempo pura de todo pecado meu? Que coisa fiz por Deus, por minha alma? Serei porventura melhor no fim deste ano do que era quando principiou? Qual seria hoje a conta dos meus méritos em vista das graças que recebi?

Mui bem lembrados andam alguns que, nos extremos do ano, se confessam e recebem a Sagrada Comunhão, como se fosse em viático. Depois de suficiente exame de consciência, rezam as orações da Agonia, preparam-se para morrer, ajustam as contas da alma, como acertam as suas os negociantes na mesma época.

Até quando, ó Deus meu! Serão mais prudentes os filhos do século do que os filhos da luz?! 

Oração para o Fim do Ano[2]

V. Ao findar este ano, ó Deus Trino e Uno, venho prestar-Vos contas sobre esse período de vida que em Vossa graça e misericórdia me concedestes. Lançando um olhar retrospectivo sobre o ano findo, meu primeiro sentimento é de uma gratidão sincera para conVosco, meu divino Benfeitor.

R. De todo o coração vos agradeço por me terdes dado a vida e preservado da morte imprevista e má. Graças vos rendo por todos os benefícios corporais e espirituais que me concedestes, por vossa proteção e assistência, pelas alegrias, consolações e sofrimentos, sobretudo pela recepção dos Santos Sacramentos e por todas as graças de que me cumulastes.

V. Também vos suplico perdão de minhas numerosas infidelidades e pecados que cometi no ano findo e em toda a minha vida. Fostes sempre tão bondoso para comigo e eu tão infiel, contristando-Vos tantas e tantas vezes.

R. Pesa-me de todo o coração por ter sido tão ingrato para conVosco, ó meu Celeste Benfeitor! Arrependo-me ainda de ter aproveitado mal o tempo precioso que me destes para trabalhar por vossa glória e pela salvação de minha alma. Tende piedade de mim e reparai os prejuízos que causei a vossa glória, à minha alma e à de meu próximo.

V. O fim do ano lembra-me quão breve é a vida terrena, para cujo termo caminho rapidamente. Meu Deus, dentro em pouco, minha peregrinação terminará. Então há de chegar o momento em que deverei prestar contas diante de vosso Tribunal, a hora em que se decidirá minha sorte eterna.

R. Deus Onipotente e Eterno, só Vós sois imutável e imortal, meu único repouso, minha verdadeira finalidade, minha consumação bendita. Multiplicai em mim os efeitos de vosso auxílio, para que aproveite melhor o tempo que ainda me resta para viver, para vossa glória e minha salvação. Fazei com que todo o meu ser se dirija somente para Vós.

V. Ó Maria, minha querida Mãe, meu Santo Anjo da Guarda, São José e todos os meus Santos Padroeiros, graças vos dou, por me haverdes protegido e intercedido por mim no decorrer do ano que ora termina.

R. Acompanhai-me através de novo ano e auxiliai-me, a fim de que ele seja realmente um ano de graças e de salvação. Amém.

Glória ao Pai...

No Dia de Ano Bom


Reflexão[3]

Neste dia 1º de Janeiro, começa o ano civil, como o Eclesiástico na 1ª Dominga do Advento. agradeçamos a Deus o ter-nos concedido iniciar mais este ano que é de graça e de misericórdia, como todos os da presente vida nossa; ponderemos que talvez não lhe vejamos o fim, e firmemos a resolução de reparar o passado e preparar o futuro, fazendo todo bem que está em nossas mãos, fugindo do pecado e das ocasiões de pecado, conforme a experiência adquirida, talvez bem cara, nos anos passados.

São louváveis os cumprimentos e votos que se costumam oferecer mutuamente os Cristãos neste dia, com tal, porém, que sejam cordiais e sinceros sinais de afeto e caridade, sem o que não passariam de cerimônia pagã, sem préstimo algum.

Oração para o Início do Ano[4]

V. Deus Trino e Uno, sois meu Criador, Redentor e Santificador. Adoro-Vos humildemente e confesso que sois meu Senhor Supremo. Consagro-Vos este novo ano: sou todo vosso; para Vós vivo, só vosso quero ser para sempre.

R. Ó Santíssima Trindade, graças vos rendo por todos os vossos benefícios e em particular pela graça de poder iniciar este novo ano. Acrescentai ainda a este favor o de saber aproveitar-me bem desta dádiva.

V. Ó Jesus, que no dia de hoje derramastes as primeiras gotas de vosso Sangue, proponho-me viver muito fielmente durante este novo ano. Espero que seja verdadeiramente um ano bom e assim vos possa preparar muitas alegrias.

R. Ofereço-Vos tudo o que este novo ano consiga trazer; ponho em vosso Coração adorável todos os meus trabalhos, orações, fadigas, penas e alegrias. Abençoai cada uma de suas horas e cada um de seus dias, preservai-me do pecado e aumentai em mim o amor e o zelo por vossa glória.

V. Dai-me todas as graças corporais e espirituais que me forem necessárias, a fim de que possa aproveitar conscienciosamente este ano.

R. Abençoai meu corpo, conservai-me puro e casto em vosso santo serviço. Abençoai minha alma com todas as suas potências; iluminai meu entendimento, dirigi minha vontade e dai-me zelo e fidelidade na prática do bem.

V. Rogo-Vos também por toda a humanidade: por meus parentes, por todos os membros da Congregação, tanto os que se acham aqui como os que trabalham nas Missões, por todos os nossos benfeitores, amigos e inimigos, pelos gentios e pelas Almas do Purgatório. Que este ano seja rico em bênçãos para todos!

R. Finalmente, me coloco e a todos os que vos recomendei sob o patrocínio da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, de São José, nossos Santos Padroeiros e de todos os Anjos e Santos do Céu. Amém.

Glória ao Pai…


Te Deum Laudamus

A Vós, ó Deus, louvamos; a Vós por Senhor confessamos.
A Vós, ó eterno Pai, adora toda a terra.
A Vós todos os Anjos; a vós os Céus e todas as potestades.
A Vós os Querubins e Serafins proclamam com incessantes vozes:
Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos Exércitos.
Cheios estão os Céus e a terra da Majestade de vossa glória.
A Vós o glorioso coro dos Apóstolos.
A Vós o louvável número dos profetas.
A Vós confessa a Santa Igreja por toda a redondeza da terra.
Pai de imensa Majestade.
Ao vosso adorável, verdadeiro e único Filho.
E também ao Espírito Santo Consolador.
Vós. ó Cristo, Rei da glória.
Vós sois eterno Filho do Pai.
Vós, para remirdes o homem, havendo de tomar sua carne, não duvidastes entrar no Ventre de uma Virgem.
Vós, triunfando da espada da morte, abristes aos fiéis o reino dos Céus.
Vós estais sentado à Mão direita de Deus, na glória do Pai.
Cremos que haveis de vir como Juiz.

Por isso, Vos rogamos, socorrais a vossos servos, remidos com o Vosso precioso Sangue. (diz-se de joelhos)

Fazei com que sejamos do número dos vossos Santos na glória eterna.
Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança.
E governai-os e exaltai-os eternamente.
Todos os dias vos bendizemos.
E louvamos vosso Nome sem fim, pelos séculos dos séculos.
Dignai-vos, Senhor, preservar-nos de todo o pecado neste dia.
Tende misericórdia de nós, Senhor, compadecei-vos de nós.
Venha, Senhor, a vossa misericórdia sobre nós, segundo temos esperado em Vós.
Em Vós, Senhor, esperei, não seja eu confundido eternamente.

V. Salvai o vosso servo.
R. Que espera em Vós, meu Deus.
V. Ouvi, Senhor, a minha oração.
R. E chegue a Vós o meu clamor.
V. O Senhor seja convosco.
R. E com o vosso espírito.

Oremos: Ó Deus, cuja misericórdia não tem limites e cujo tesouro de bondade é infinito, nós redemos graças a vossa piíssima Majestade pelos benefícios que nos haveis concedido, suplicando sempre a vossa clemência, para que, aos que concedeis o que pediram, não desampareis jamais, e os disponhais para receberem os prêmios eternos. Por Cristo nosso Senhor. R. Amém.


[1]     Goffiné – Manual do Cristão, traduzido da 14ª Edição francesa, por um Padre da Congregação da Missão, pp. 275-276. Colégio da Imaculada Conceição (Botafogo), Rio de Janeiro, 1940.
[2]     “Vademecum”, 3ª Parte, Cap. “Tempo do Natal”, pp. 290-292; Editado pela Direção Geral das Missionárias “Servas do Espírito Santo”, Tipografia do “Lar Católico”, Juiz de Fora-MG, 1958.
[3]     Goffiné… ob. cit., pp. 272-273.
[4]     “Vademecum”… ob. cit., pp. 292-293.

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