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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Vereador do PT quer proibir pregação nos hospitais, e visa 'modificar o credo religioso' dos pacientes.


Está em tramitação na Câmara de Vereadores do Município Rio de Janeiro o Projeto de Lei 1252/2011, de autoria do vereador Reimont (PT), o qual versa sobre a prestação de Assistência Espiritual e Religiosa Hospitalar no Município do Rio de Janeiro.
A justificativa do vereador petista é que o Projeto visa a regulamentação para a assistência espiritual-religiosa sob a forma de comitê no qual há participação das diversas tradições religiosas (católica, evangélica, espírita, messiânica, tradições afro, entre outras) e de uma representação da gestão de cada unidade, objetivando contemplar as religiões e sintonizar a atenção da saúde integral segundo o Humaniza SUS (Política Nacional de Humanização e o próprio SUS).
O PL prevê que o serviço de assistência religiosa dos Hospitais públicos e privados seja operacionalizado através de uma Coordenadoria Administrativa, composta de representante da Igreja Católica, representante de Igrejas Evangélicas, representante de outros credos e representante da Administração Superior do Hospital.
Um dos pontos polêmicos do Projeto é o artigo 27, o qual estabelece a proibição de se ‘modificar o credo religioso ou retirar, transferir ou substituir objetos religiosos dos pacientes‘.
O Projeto de Lei tem gerado críticas por parte de políticos da bancada evangélica, principalmente por, segundo o autor do PL, ficar ‘entendido que não existe a possibilidade de haver proselitismo religioso’.
Segundo a colunista do Jornal Extra do Rio, Berenice Seara, alguns vereadores evangélicos tem reclamado que estariam sendo perseguidos pelo estado e pelos próprios colegas.
Na quinta-feira , a vereadora Tânia Bastos (PRB) subiu ao plenário e reclamou: “o projeto traz regras excessiva e abusivas. Simplesmente limita o número de pessoas que estariam fazendo o trabalho de evangelização. É inadmissível termos parlamentares que prestam esse tipo de serviço”.
COMENTÁRIO:
Mais uma vez um político do PT mete-se em questões religiosas.
Na verdade, este projeto traz em seu bojo o espirito socialista de se tentar proibir a evangelização.
Pelo andar da carruagem, daqui a pouco outras aberrações poderão ser apresentadas, como por exemplo, prisão para quem mudar de religião ou, como a onda agora é ‘cotas’, cota para determinadas religiões.
Este projeto atinge, em cheio, os evangélicos, visto que diariamente uma grande multidão de missionários espalham-se pelos diversos hospitais, nos horários de visitas, a fim de levar uma mensagem de consolo aos pacientes, orar por eles e até apresentar-lhes Jesus Cristo.
Há outros religiosos que também fazem seu papel missionário nos hospitais, todavia os evangélicos são em maior número.
Com esta intromissão estatal, impedindo a pregação, os evangélicos que realizam a nobre missão de evangelizar nos hospitais cariocas ficarão proibidos de apresentar a mensagem salvadora de Jesus Cristo aos pacientes.
O PT parece que não cessará seus choques contra os cristãos.
fonte:holofote


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