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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Impetratórios Louvores ao Divino Menino Jesus


Degraus da Divina Infância
de Nosso Senhor Jesus Cristo1

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que descestes do seio de vosso Pai para nos salvar, fostes concebido do Espírito Santo, sem vos causar horror o seio de uma Virgem, e assumistes, Verbo feito carne, a forma de Servo, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós. (Repete-se esta invocação depois de cada degrau ou rogativa).

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que por meio da Santa Virgem, vossa Mãe, visitastes Santa Isabel, enchestes do Espírito Santo o vosso Precursor, João Batista, e o santificastes no seio de sua mãe, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que tão ardentemente desejado por Maria e São José antes do vosso Nascimento, vos oferecestes como Vítima a Deus vosso Pai, para a salvação do mundo, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que nascido da Virgem Maria em Belém, envolto em panos, deitado numa manjedoura, anunciado pelos Anjos e visitado pelos pastores, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que circuncidado ao oitavo dia depois do vosso Nascimento, recebestes o Nome de Jesus, e vos mostrastes desde então Salvador nosso, tanto por este nome glorioso, como pela efusão do vosso Sangue, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que revelado aos três reis magos por uma estrela, recebestes nos braços de vossa Mãe as suas adorações e presentes misteriosos, o ouro, o incenso e a mirra, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que apresentado no templo pela Santa Virgem, vossa Mãe, recebido nos braços do santo velho Simeão, e revelado a Israel pela profetisa Ana, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que perseguido mortalmente pelo iníquo Herodes, transportado ao Egito por São José e vossa Mãe, escapado por meio à cruel matança dos Inocentes, e glorificado pelo seu Martírio, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que desterrado para o Egito com a vossa Mãe Santíssima, a Virgem Maria, e o Patriarca São José, aí ficastes até a morte de Herodes, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que retornado do Egito para a terra de Israel com Maria e São José, depois de ter sofrido muito nesta viagem, vivestes oculto na cidade de Nazaré, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que morastes na Santa Casa de Nazaré, humildemente submisso à Maria e São José, vivendo no seio da pobreza e dos trabalhos, crescendo em sabedoria, idade e graça, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. Dulcíssimo Menino Jesus, que perdido na cidade de Jerusalém na idade de doze anos, procurado com dor por Maria e São José, e, três dias depois, encontrado por eles com alegria entre os doutores, tende compaixão de nós. R. Tende compaixão de nós, ó Jesus Menino, tende compaixão de nós.

V. O Verbo se fez carne.
R. E habitou entre nós.

Oremos: Deus onipotente e eterno, Senhor do Céu e da terra, que vos revelais aos humildes, fazei, nós vos pedimos, que, meditando e honrando dignamente os Mistérios da Santa Infância de Jesus, vosso divino Filho, e nos aplicando a imitar as suas virtudes, como é o nosso dever, possamos chegar ao Reino dos Céus, prometido aos humildes. Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Assim seja.


Oferecimento dos Méritos do Menino Jesus2

Por havermos ofendido a Deus, merecemos ser condenados à morte eterna; a justiça divina quer com razão ser satisfeita; que devemos fazer? Desesperar? Oh! Não. Ofereçamos a Deus este terno Menino, que é seu Filho, e digamos-lhe cheios de confiança.3

Pai celeste, miserável pecador sou, digno do Inferno; ai! Nada tenho para vos oferecer em expiação dos meus pecados; mas ofereço-vos as lágrimas, as penas, o Sangue, a morte do Inocente Jesus, vosso Filho, e vos peço misericórdia pelos seus merecimentos. Se não tivesse este divino Menino para vos oferecer, perdido estaria, não haveria mais esperança para mim; mas, vós O me haveis dado a fim de que, oferecendo-vos os seus merecimentos, possa esperar a minha salvação. Senhor, infame tem sido a minha ingratidão, maior é, porém, a vossa misericórdia. E que maior misericórdia podia esperar de vós do que me dardes o vosso divino Filho para Redentor e Vítima de expiação pelos meus pecados? Pelo amor, pois de Jesus Cristo, perdoai-me; arrependo-me de todo o meu coração de vos ter desagradado, ó Bondade infinita! Pelo amor de Jesus Cristo, concedei-me também a santa perseverança. Ah! Deus meus, se vos ofendesse ainda depois de me haverdes esperado com tanta paciência, e esclarecido com tantas luzes e perdoado com tanto amor, não seria necessário um inferno de propósito só para mim? Por piedade, meu Pai, não permitais que me separe mais de Vós. Meu Jesus, ó doce Menino, prendei-me a Vós pelos laços do vosso amor; amo-vos, e amar-vos quero para todo sempre. Não permitais que me separe mais de Vós. Amo-vos também, ó minha Mãe Maria; dignai-vos igualmente amar-me, e como garantia deste amor obtende-me a graça de nunca cessar de amar o meu Deus.


Ladainha do Amor de Deus
(Composta pelo Santo Padre, o Papa Pio VI)

A vós, que sois o amor infinito, amo-vos, ó meu Deus.
A vós, que me haveis prevenido pelo vosso amor, amo-vos, ó meu Deus.
A vós, que me mandais que vos ame, amo-vos, ó meu Deus.

De todo o meu coração, amo-vos, ó meu Deus.
Com toda a minha alma, amo-vos, ó meu Deus.
Com todo o meu entendimento, amo-vos, ó meu Deus.
Com todas as minhas forças, amo-vos, ó meu Deus.
Sobre todos os bens e honra, amo-vos, ó meu Deus.
Sobre todos os prazeres e gozos, amo-vos, ó meu Deus.
Mais do que a mim mesmo e tudo o que me pertence, amo-vos, ó meu Deus.
Mais do que a todos os meus parentes e amigos, amo-vos, ó meu Deus.
Mais do que a todos os homens e Anjos, amo-vos, ó meu Deus.
Mais do que a todas as coisas criadas no Céu e na terra, amo-vos, ó meu Deus.
Unicamente por amor de Vós, amo-vos, ó meu Deus.
Porque Sois o soberano Bem, amo-vos, ó meu Deus.
Porque Sois infinitamente digno ser amado, amo-vos, ó meu Deus.
Porque Sois infinitamente perfeito, amo-vos, ó meu Deus.
Ainda que não me houvésseis prometido o Céu, amo-vos, ó meu Deus.
Ainda que me ameaçásseis com o Inferno, amo-vos, ó meu Deus.
Ainda que me provásseis pela miséria e pelo infortúnio, amo-vos, ó meu Deus.
Na abundância e na pobreza, amo-vos, ó meu Deus.
Na prosperidade e na adversidade, amo-vos, ó meu Deus.
Nas dignidades e nos desprezos, amo-vos, ó meu Deus.
Nos prazeres e nos sofrimentos, amo-vos, ó meu Deus.
Na saúde e na doença, amo-vos, ó meu Deus.
Na vida e na morte, amo-vos, ó meu Deus.
No tempo e na eternidade, amo-vos, ó meu Deus.

Em união do amor com que vos amam no Céu todos os Anjos e Santos, amo-vos, ó meu Deus.
Em união do amor com que vos ama a Bem-aventurada Virgem Maria, amo-vos, ó meu Deus.
Em união do amor infinito com que eternamente vos amais, amo-vos, ó meu Deus.

Oremos: Ó meu Deus, que possuis em abundância incompreensível tudo o que pode ser perfeito e digno de amor, extingui em mim todo o amor criminoso, sensual e desordenado às criaturas, e acendei no meu coração o fogo puríssimo do vosso amor, para que não ame senão a Vós e por Vós, até que sendo enfim consumido pelo vosso santíssimo amor, vá amar-vos eternamente com os eleitos no Céu, pátria do amor. Assim seja.


Oração ao Divino Menino Jesus de Praga
(Revelada, afirma-se, pela Santíssima Virgem ao Pe. Cirillo, carmelita)

A Vós recorro, ó Menino Jesus. Peço-vos, pela vossa Santíssima Mãe, assisti-me nesta necessidade (aqui se expõe o objeto da súplica), porque firmemente creio que a vossa Divindade pode me socorrer. Cheio de confiança, espero alcançar a vossa santa graça. Amo-vos de todo o coração e com todas as forças da minha alma. Arrependo-me sinceramente dos meus pecados; e a Vós suplico, ó Bom Jesus, dar-me a força de triunfar deles. Tomo a resolução de não vos ofender mais; e a Vós venho me oferecer disposto a antes sofrer tudo do que vos desagradar. De agora em diante, quero vos servir com fidelidade. Por vosso amor, ó Deus Menino, amarei a meu próximo como a mim mesmo. Poderosíssimo Menino, ó Jesus, novamente peço, assisti-me nesta circunstância (nomeai-a novamente), concedei-me a graça de possuir-vos eternamente com Maria e São José no Céu, e adorar-vos com os santos Anjos. Assim seja.



Fonte: Rev. Pe. Saint-Omer, CSsR., “As Mais Belas Orações de Santo Afonso de Ligório”, Terceira e Quarta Partes, pp. 415-418, 479-480, 466-467, 495; Impresso pelos Estabelecimentos Casterman Editores S.A., Tournai (Belgique), Bélgica, 1921.

1300 dias de indulgência, por uma vez cada dia.
2IV. 26 Dez.
3IV. Disc. 2.

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