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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

“Essas inovações se afastam do Evangelho, do Espírito Santo, da paz e da sabedoria e da glória de Deus, da beleza de Deus“.


Espírito de Recolhimento

Papa: 

Nossa Senhora não é um chefe dos correios, 

que dá mensagens diárias a videntes.


Vaticano, 14 de novembro de 2013 (Por TMNews.it- Tradução: Fratres in Unum.com ) – O espírito de curiosidade gera confusão e nos afasta do espírito de sabedoria, que, todavia, nos dá a paz: afirmou esta manhã o Papa na Missa celebrada na Capela da casa Santa Marta, no Vaticano. Bergoglio condenou alguns videntes, que consideram Nossa Senhora como “um chefe dos correios, que envia mensagens diárias” e convidou os fiéis a entender que “o Reino de Deus está no meio de nós ” e não necessita  “olhar para coisas estranhas ” .
Conforme informado pela Rádio Vaticano, a homilia do Papa começa com um comentário sobre a primeira leitura, tirada do livro bíblico da Sabedoria, que descreve “o estado de espírito do homem e da mulher espiritual”, do verdadeiro cristão e da verdadeira cristã, que vivem “na sabedoria do Espírito Santo. E essa sabedoria os leva avante com este espírito inteligente, santo, único, múltiplo, sutil“, um “espírito de Deus”, que “ajuda a julgar, a tomar decisões de acordo com o coração de Deus” e que “dá paz
Pelo contrário, no Evangelho – ressaltou o Papa – “somos confrontados com um outro espírito, contrário àquele da sabedoria de Deus: o espírito de curiosidadeÉ quando queremos aproveitar o projeto de Deus, o futuro da coisas, saber tudo, ter tudo na mão… os fariseus perguntaram a Jesus : ‘Quando é que virá o Reino de Deus?’ . Curiosos! Eles queriam saber a data, o dia… O espírito de curiosidade nos afasta do espírito de sabedoria, porque ele só está interessado nos detalhes, notícias, pequenas notícias todos os dias. E o espírito de curiosidade não é um bom espírito: é o espírito de dispersão, de afastamento de Deus, o espírito de falar muito. E Jesus também vai nos dizer algo interessante: esse espírito de curiosidade, que é mundano, nos leva à confusão.”
A curiosidade – prosseguiu Bergoglio – nos impulsiona a querermos sentir que o Senhor está aqui ou acolá, ou podemos dizer: “Mas eu conheço um vidente, uma vidente que recebe cartas de Nossa Senhora, mensagens de Nossa Senhora.” E o Papa disse: “Mas, veja, Nossa Senhora é Mãe, eh! E ela nos ama a todos. Mas ela não é um chefe dos correios, para enviar mensagens diárias“.
Essas inovações -- disse novamente – se afastam  do Evangelho, do Espírito Santo, da paz e da sabedoria e da glória de Deus, da beleza de Deus“. Porque “Jesus diz que o reino de Deus não vem para atrair a atenção: vem na sabedoria“. “O Reino de Deus está entre vós“, diz Jesus: é “esta ação do Espírito Santo que nos dá a sabedoria, que nos dá a paz. O Reino de Deus não se dá na confusão, assim como Deus não falou ao profeta Elias no vento, na tempestade“, mas “ele falou em meio a brisa suave, a brisa da sabedoria“: “Então, Santa Teresa – Santa Teresa do Menino Jesus – dizia que ela tinha sempre que parar à frente do espírito de curiosidade. Quando ela conversava com outra freira e esta  contava uma história, algo que a família, as pessoas, às vezes, passavam para outro tópico, e ela queria saber o final dessa história. Mas ela sentia que não era o espírito de Deus, porque era um espírito de dispersão, de curiosidade. O Reino de Deus está entre nós: Não se aproximem de coisas estranhas, não se aproximem dessa nova curiosidade mundana. Deixem que o Espírito os levem avante, com a sabedoria que é uma brisa suave. Este é o Espírito do Reino de Deus, do qual fala Jesus“.



"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos Anjos, se não tiver Caridade... não sou nada..." (1ª Cor. 12, 1-13).


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“O Papa não teve medo de me abraçar. Enquanto ele me acariciava, eu só sentia seu amor”: este é o testemunho de Vinício, o homem desfigurado a quem o Papa Francisco abraçou na semana passada e cujas fotos circularam pelo mundo inteiro.
 
Entrevistado pelo jornal italiano “Panorama“, Vinício, de 53 anos, falou com muita emoção sobre o carinho que recebeu do Papa na Praça de São Pedro, há alguns dias.
 
“Primeiro, eu segurei a mão dele e, enquanto isso, com a outra mão, ele acariciou minha cabeça e minhas feridas. Depois, ele me deu um abraço bem forte, abraçou minha cabeça. Eu apoiei minha cabeça no peito dele e seus braços me envolveram. Ele me apertou forte, forte, como se quisesse me mimar, e não soltava. Tentei falar, dizer-lhe alguma coisa, mas não consegui: a emoção era forte demais. Isso durou pouco mais de um minuto, mas pareceu uma eternidade.”
 
Nascido em Isola, uma pequena cidade da província de Vicenza (Itália), ele mora com sua irmã menor, Morena, com sua tia, Caterina, que cuida dos dois sobrinhos. Como sua irmã (que apresenta uma forma menos severa), ele sofre de neurofibromatose tipo 1 (também conhecida como doença de Recklinghausen) desde os 15 anos. Esta doença provoca dolorosos tumores em todo o corpo. Ainda não existe cura para este mal.
 
“Os primeiros sinais apareceram depois dos meus 15 anos. Disseram-me que, aos 30, já estaria morto. Mas ainda estou aqui”, declarou, antes de voltar do emocionante encontro.
 
“As mãos do Papa são muito ternas. Ternas e bonitas. Seu sorriso é claro e aberto. Mas o que mais me impressionou foi o fato de ele não pensar duas vezes antes de me abraçar. Eu não tenho uma doença contagiosa, mas ele não sabia disso. Ele simplesmente foi lá e fez: acariciou todo o meu rosto e, enquanto fazia isso, eu só sentia seu amor.”
 
Nem é preciso dizer que as pessoas com neurofibromatose muitas vezes são marginalizadas devido à sua aparência. “Vinicio, de alguma maneira, teve sorte: sua tia o ama profundamente e o abraça todo dia”, explicou a jornalista.
 
Nos casos mais severos, a neurofibromatose deforma tanto a pessoa, que até os médicos mantêm distância. “Uma vez, no hospital, eu estava trocando de roupa quando um médico africano entrou na sala. Ele olhou para mim e ficou imóvel – explicou Vinício. Um pouco mais tarde, ele foi me pedir desculpas. Contou-me que, na África, ele tinha visto doenças terríveis, mas nunca tinha se deparado com algo tão devastador. Suas palavras me impressionaram muito.”
 
Em Isola, Vinício é aceito por quase todo mundo. Ele tem seu grupo de amigos, com quem sai para comer pizza e ver partidas de futebol. E corteja todas as enfermeiras, gastando com flores parte dos 130 euros que ganha por mês trabalhando em um asilo.


Caridade do Papa Francisco emociona novamente o mundo e questiona o egoísmo institucionalizado da sociedade moderna.

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O Papa Francisco voltou a comover o mundo hoje, quando, durante o percurso antes das tradicionais audiências das quartas-feiras na praça São Pedro, parou para cumprimentar um homem visivelmente desfigurado por alguma anomalia.
 
Francisco, que insistentemente prega sobre a necessidade da Igreja ir ao encontro dos mais necessitados, esteve por alguns segundos com o homem, que recebeu um fraternal abraço do Papa.
 
Há algumas semanas, o Santo Padre havia emocionado o mundo com um gesto semelhante ao ir ao encontro de um fiel, chamado Vinício Riva, gravemente doente que sofria de neurofibromatose, doença esta que causa tumores neurais na pele e deformidades ósseas.
 
Segundo Riva, “o Papa nem parou para pensar se ia abraçar ou não. Minha doença não é contagiosa, mas ele não sabia”. “Ele não disse nada, mas eu senti o seu amor. Durou pouco mais de um minuto, mas para mim parecia uma eternidade. Meu coração estava indo tão rápido que eu pensei que ia morrer”, revelou à imprensa.
 
O Papa costuma, durante as audiências, percorrer a praça São Pedro com um papamóvel descoberto, cumprimentando os fiéis, e em especial, as crianças e pessoas doentes. (VH)

 Fonte: Ecclesia




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