Blog Católico, para os Católicos

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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Retrato dos Jesuítas Feito ao Natural


Retrato dos Jesuítas Feito ao Natural
Pelos Mais Sábios, e Mais Ilustres Católicos:
Ou Juízo Feito à Cerca dos Jesuítas Pelos Maiores,
e Mais Esclarecidos Homens da Igreja, e do Estado:


Desde o Ano de 1540, Em Que Foi a Sua Fundação,
Até ao Ano de 1650 Antes Das Disputas,
Que se Levantaram a Respeito do Livro de Jansênio.



Lisboa, 1761.



Com Censura do M.R.P.M. Doutor Fr. João Batista de S. Caietano, Monge da Congregação de S. Bento, Opositor às Cadeiras de Teologia na Universidade de Coimbra, e Qualificador do Santo Ofício etc. Lisboa, Colégio de Nossa Senhora da Estrela, 2 de Dezembro de 1761.

Com Censura do M.R.P.M. Doutor Fr. Francisco de S. Bento, Monge da Congregação de S. Bento.

Vistas as informações, pode-se imprimir o Livro, de que se trata, e depois voltará conferido para se dar licença que corra, sem a qual não correrá. Lisboa, 4 de Dezembro de 1761.

Trigozo. Silveiro – Lobo. Carvalho.



- DO ORDINÁRIO -

Pode-se imprimir o livro, de que trata a petição, e depois de impresso torne, para se dar licença para correr. Lisboa, 6 de Dezembro de 1761.

D. J. A. L.


Do Paço.


Censura do Bacharel Matias de Carvalho Coutinho etc… Lisboa, 25 de Dezembro de 1762.

Que se possa imprimir, vistas as licenças do Santo Ofício, e Ordinário: e depois de impresso, tornará à Mesa para se conferir, e dar licença para que corra. Lisboa, 25 de Janeiro de 1762.


Carvalho. Doutor Velho. Castelo. Siqueira Afonseca. Castro.



Alguns Excertos



Ano de 1545

Melchior Cano, O.P., Bispo de Canárias, um dos mais santos, e mais sábios Teólogos do seu século, no seu juízo feito sobre a Companhia, e referido pelo Jesuíta Orlandino na sua História da Companhia, livro 8., núm. 45 e 46.

Dizia este ilustre, e religioso Prelado, que esta Companhia causaria à Igreja males sem número, que era uma sociedade anticristã, Companhia dos Precursores do Anticristo, que não podia deixar de aparecer brevemente, pois começavam a aparecer os seus precursores, e os seus emissários.

É deles (acrescentava o mesmo Prelado) que falou São Paulo no Cap. 3, da sua segunda Carta a Timóteo nestes termos: “Mas sabeis, que nos últimos tempos se verão homens amantes de si mesmos, avarentos, gloriosos, soberbos, malédicos, desobedientes a seus Pais e Mães, ingratos, ímpios, inumanos, inimigos da paz, caluniadores, imoderados, sem afeto às pessoas virtuosas, traidores, insolentes, inchados de orgulho, mais amantes do apetite que de Deus, trazendo aparência de piedade, mas na verdade arruinarão o espírito e a virtude… introduzindo-se nas casas e levando atrás de si como cativas, mulheres carregadas de pecados, e possuídas de diversas paixões, as quais querem sempre aprender e nunca chegam ao conhecimento da verdade. Assim como Janes e Mambres resistiram a Moisés, da mesma sorte resistirão estes à verdade. São homens perversos no espírito e corruptos na fé. Mas os progressos que eles fizerem, terão seus limites, porque em fim, será conhecida de todo o mundo a sua loucura, assim como o foi então a dos mágicos… Todos os que querem viver com piedade em Jesus, Nosso Senhor, serão perseguidos, mas estes homens maus e impostores se fortificarão cada vez mais no mal, enganando os outros e enganando-se a si mesmos”.

Ano de 1548

O mesmo Prelado na sua Carta ao Padre Regla, Confessor de Carlos V, em 1548: “Oxalá, que se desse crédito às minhas palavras… se se deixarem caminhar os Padres da Companhia no mesmo passo em que tem começado, queira Deus que não chegue tempo, em que os Reis lhe queiram resistir e não possam. (da pág. 1-2)


Ano de 1560

São Francisco de Borja, Terceiro Geral dos Jesuítas, na sua Carta do mês de abril de 1560, escrita aos Padres da Companhia:

Virá tempo, em que a Companhia será toda ocupada nas Ciências Humanas; mas sem alguma aplicação à virtude. A ambição dominará nela: a soberba e o orgulho entrarão nela a rédea solta… não haverá ninguém que a possa reprimir (isto é o que havia já dito também Melchior Cano). Se os olhos de nossos Irmãos se voltarem para as riquezas, para as grandes alianças; se fizerem demasiado caso destas sortes de vantagens, ver-se-ão, eu o confesso assim, em abundância de bens do mundo, mas com uma inteira privação de virtudes sólidas, e bens espirituais. Este é o primeiro aviso que eu tenho que lhes dar… temendo que, em fim, uma funesta experiência ensine a verdade do que o meu espírito está prevendo muito claramente. Aprouvesse a Deus, que ela não vos tivesse dado tantas vezes provas mui convincentes, de que já havia todos estes males na Companhia antes de nós… O espírito de nossos Irmãos está cheio de uma paixão sem limites dos bens temporais. Trabalham em os acumular com mais paixão, que os mesmos Seculares.

Ai! Quão grande é o número daqueles (esta palavra de S. Francisco de Borja é referida pelo Geral Mucio Viteleschi), que vem para nós para se enriquecer! Mas quão poucos são os que vem para se fazer melhor!” (pág. 5-6)



Ano de 1587

Cláudio Aquaviva, 5º Geral dos Jesuítas, na sua Carta aos Superiores da Companhia em 1587:

O amor das coisas do século e o espírito da Corte (saecularistas et aulicismus), que se introduz na familiaridade e bom agrado dos Externos, é uma doença perigosa na nossa Companhia e faz sentir o seu perigo dentro e fora, da parte dos que são acometidos dela.

Quase sem nós o sentirmos, se introduz o mal pouco a pouco debaixo do belo pretexto de ganhar os Príncipes, os Prelados, os Grandes e conciliar à Companhia estas grandes pessoas para o serviço de Deus e do próximo: mas na verdade os nossos próprios interesses são o que nós buscamos; e isto é o que nos inclina pouco a pouco às paixões do século”.

O mesmo Geral na sua Instrução aos Superiores, Cap. I: “Há na nossa Companhia outra fonte de males, muito mais perniciosa, e tanto mais arriscada, quanto se julga menos prejudicial: é este ardor e impaciência excessiva de se meterem nos negócios externos, aos quais se entregam a maior parte dos Superiores por diversos motivos. Com o pretexto de ganhar amigos à Companhia, se dão a fazer visitas sem número, sem necessidade, sem utilidade; e nisto gastam tempo tão considerável, que tomam modos e costumes inteiramente semelhantes aos da gente do mundo”. (pág. 22)



Ano de 1592

O Papa Clemente VIII, presidindo a um Capítulo Geral dos Jesuítas, em 1592. No Discurso que lhes fez para os exortar a se reformarem, referido no Teatro Jesuítico, 2 Parte, Art. 4, e lhe argue entre outras coisas:

O primeiro grau de orgulho, que é a curiosidade, que os move a se introduzir em toda a parte, e principalmente nos confessionários, para saber dos penitentes tudo que se passa nas suas casas entre seus filhos, os seus domésticos e as outras pessoas que aí moram, ou aí vão, e da mesma sorte no bairro: curiosidade capaz de produzir os piores efeitos. Se confessam um Príncipe, fazem-se senhores do governo de todo o seu Palácio. Também querem governar-lhe os seus Estados, fazendo-lhe crer que nada lhe sairá bem, sem o seu cuidado ou a sua indústria. O segundo ponto, que Nós temos de arguir, (continua o Papa), é a sua singularidade afetada: querem ser singulares, em tudo. Ainda em matérias de Doutrina fazem profissão de não abraçar as opiniões de nenhum Doutor aprovado, com o pretexto de que não são homens que jurem ‘in verba magistri’, isto é, o que faz que censurem Santo Tomás e todos os Santos Padres. Cada um deles tem por glória o ter sua Doutrina à parte. Distinguem-se de todos os mais Religiosos pelo seu gosto da singularidade… Tem-se por irrepreensíveis em tudo: tomam a liberdade de anotar todos os outros de Monaquismo, e práticas supersticiosas.

O terceiro grau de orgulho aparece também eminentemente neles, em não querer reconhecer os seus defeitos, e em porfiar em defender os seus erros e desculpar todos os seus vícios. Querem que tudo o que fazem seja bom, como se fossem impecáveis e infalíveis. Tanto que alguém quer meter a mão à reforma dos seus abusos, que razões não lhe dão para provar que tudo o que se lhes argue, é bom e que neles ou não há correção que fazer, ou não há nada defeituoso?…

Quisera saber o que fazeis todos os dias, metidos três ou quatro horas no confessionário com pessoas, que se confessam todos os dias; porque estas almas timoratas, que frequentam tanto os Sacramentos, não podem ter nada, ou quase nada que vos digam, que tenham necessidade de absolvição? Eu não posso deixar de tirar por conclusão desta vossa prática a verdade de uma coisa, que se vos argue, e é que por meio da Confissão, vós sabeis muito bem tudo, o que se passa no mundo. Mas há abuso maior, do que servir de um Sacramento tão Santo, para procurar notícias tão profanas? Olhai que eu estou bem informado de tudo o que se passa na vossa Companhia: tomai o trabalho de corrigir todos estes abusos; se não, Nós empregaremos toda a Nossa Autoridade para vos obrigar a isso”. (pág. 33-35)

Nota: Não lhe deram os Jesuítas tempo para o fazer, como se verá adiante no ano de 1605.

O mesmo Papa no seu Discurso aos Jesuítas em 20 de Março de 1602. Tuba Magna, Tom. 2, pág. 9:

Estas disputas (sobre a Graça), que se levantaram entre vós, e que de tanto tempo a esta parte tem feito estrondo no mundo, tem agitado tantos espíritos em toda a Europa, e causado tantas perturbações em muitas Universidades, que parecem ameaçar a República Cristã com os maiores perigos.

Tendes infeccionado de tal sorte os espíritos dos católicos com vossas novas opiniões (digamos antes, com estes antigos erros condenados pela Igreja, e sepultados há mil e duzentos anos), que certamente há todo o direito para vos acusar de terdes perturbado a paz e rasgado a túnica inconsútil do Senhor, e quererdes ressuscitar na Igreja a heresia de Pelágio.

Que outra coisa se pode dizer de vós, quando vos vemos desprezar os antiquíssimos e santíssimos Doutores Jerônimo, Ambrósio, Agostinho, Próspero… para lhes preferirdes não sabemos que Escritores modernos da mais pequena, ou, para o dizer melhor, de nenhuma autoridade, que vós tomais por abonadores das vossas opiniões?… Não tem havido razão de vos acusar de que queríeis de novo manchar e infectar a Igreja com os erros dos Pelagianos? Qual é logo o fim dos vossos esforços e das vossas pretensões? Intentais com a defesa do vosso Molina tornar à Igreja de Deus o dogma de Pelágio? Refleti, eu vo-lo advirto agora sobre o perigo imenso, em que pondes todo o mundo cristão com as vossas contestações. Não prefirais as vossas ideias particulares à salvação e necessidade comum da Igreja. Cedei aos Santos Padres; sujeitai-vos à verdade”. (pág. 35-36)

Nota: O Cardeal de Noris, atesta no seu livro “Vindiciae Augustinianae”, Cap. 9, que ele viu todo este Discurso de que aqui damos o extrato, escrito pela mão do Papa Clemente VIII.



Ano de 1597

O Padre Henrique Henrique, Jesuíta, na sua segunda Censura do livro de Molina, seu religioso, em 1597:

Este livro prepara o caminho ao Anticristo, pela afetação com que eleva as forças naturais do livre-arbítrio contra os merecimentos de Jesus Cristo, e os socorros da graça e da Predestinação… Se uma tal Doutrina chegar a ser sustentada por homens maliciosos e poderosos, que sejam membros de alguma Ordem Religiosa, porá toda a Igreja em perigo, e causara a perda de grande número de católicos”. (pág. 52)



Ano de 1603

O Cardeal Barônio, Oratoriano, na Carta de 15 de Março de 1603, a Pedro de Vilars, Arcebispo de Vienna, referida na História das Congregações de Auxiliis, in Appendice:

Não pude ler sem indignação os livros de Molina; porque parece que não tem por fim, senão, condenar Santo Agostinho, repreender-lhe a sua negligência; e fazer ver que, sobre estas questões, tem ele outras muitas luzes, do que as deste grande Bispo, ao qual afeta não dar nunca o nome de Santo. Pode-se ver sem impaciência a sua vaidade? Ele se introduz com tudo, como uma serpente e procura escapar de todos os combates que dá, de sorte, que é mais fácil convencê-lo de temeridade, do que de heresia.

Achei, contudo, no seu livro mais de cinquenta proposições e modos de falar, que chegam ao menos aos erros dos Pelagianos e dos Semi-Pelagianos: e isto é o de que seguramente todo o homem, que ler sem prevenção, ficará de acordo… Eu advertir aos Reverendos Padres Jesuítas que, sem arriscar a sua reputação, não podiam defender esta obra. Deus sabe que eu os honro como a meus Pais...”. (pág. 65)



Ano de 1614

O Venerável Jerônimo Batista de Lanuza, O.P., Bispo de Albarazem, e depois de Balbastro, no Comentário sobre a Profecia de Santa Hildegardes, que ele aplica aos Jesuítas, Theat. Jesuit., Parte 2, pág. 183, Mor. Prat. Tom. I. (Referirei somente a Profecia – N. do C.):

Levantar-se-ão uns homens sem cabeça, que se engrossarão, e sustentarão com os pecados do povo. Farão profissão de ser do número dos mendicantes…

Eles viverão como se não tivessem nem vergonha, nem pejo…

Estudarão em inventar novos meios de fazer mal…

Será esta perniciosa Ordem amaldiçoada pelos Sábios e pelos que forem fiéis a Jesus Cristo…

Aplicar-se-ão com grande cuidado a resistir aos Doutores que ensinam a verdade…

Servir-se-ão do crédito que tiverem com os Grandes, para perder os Inocentes…

Arreigará, o Diabo, nos seus corações, quatro vícios principais: a Lisonja, de que eles usarão para obrigar os homens a que lhes façam grandes liberalidades; a Inveja, que fará que eles não possam sofrer que se faça o bem a mais alguém, do que a eles; a Hipocrisia, com a qual se contrafarão para agradar ao mundo; a Maledicência, que não cessarão de empregar para se fazerem mais recomendáveis, dizendo mal de todos os outros…

Estimarão pregar continuamente diante dos Príncipes, mas sem devoção e sem se expôr ao perigo do Martírio; antes para adquirir louvores dos homens e enganar os simples… roubarão aos verdadeiros Pastores os Direitos, que tem, de administrar os Sacramentos…

Tirarão as esmolas aos pobres, aos miseráveis e aos enfermos: atrairão a si a plebe…

Farão amizades com as mulheres, e lhes ensinarão a enganar seus maridos; e lhes darem os seus bens às escondidas…

Tomarão uma infinidade de coisas mal adquiridas: receberão bens da mão dos ladrões de estradas públicas; dos extorquidores injustos; dos sacrílegos; dos usurários; dos devassos; dos adúlteros; dos hereges; dos cismáticos; dos apóstatas; das mulheres públicas; dos mercadores perjuros; dos juízes injustos; dos soldados mal procedidos; dos Príncipes, que vivem contra a Lei de Deus; e geralmente de todos os maus, por persuasão do Diabo…

Levarão uma vida delicada e sensual (sem mortificações)…

Todas as coisas lhes sairão conforme o seu desejo…

Passarão esta vida em uma Sociedade ou Companhia, que os conduzirá à morte eterna…

Porém o povo, pouco a pouco, começará a esfriar para com eles: e tendo reconhecido, pela experiência que são uns enganadores, cessará de lhes dar; e então andarão vagando ao redor das casas, como cães famintos e raivosos, os olhos baixos, voltado o pescoço como abutres, buscando pão para se fartarem. Mas o povo lhes bradará: infelizes vós, filhos da desolação! O mundo vos enganou, o Diabo se fez senhor de vossos corações e de vossas línguas; o vosso espírito delirou em especulações vãs; vossos olhos se desfizeram em lágrimas nas vaidades do século; vossos ventres delicados buscaram vinhos agradáveis; vossos pés eram apressados e ligeiros para correr a toda a sorte de males. Lembrai-vos que não praticais bem algum…

Lembrai-vos que ereis devotos falsos, cheios de inveja e de emulação…

Vós vos fingíeis pobres, ainda que na realidade fôsseis ricos…

Vós vos fingíeis simples, sendo poderosíssimos…

Vós éreis devotos lisonjeiros…

Vós éreis hipócritas santos, mendicantes soberbos…

Homens, que perdíeis, oferecendo…

Doutores ligeiros e inconstantes…

Mártires delicados…

Confessores cobiçosos de ganho…

Humildes soberbos…

Piedosos endurecidos para com as aflições dos outros…

Caluniadores melífluos…

Benignos perseguidores…

Cheios de amor do mundo…

Mercadores de indulgências…

Diretores de comodidades…

Muito habilidosos para procurar as suas comodidades…

Fautores das desordens do apetite…

Cheios de ambição das honras…

Mercadores, que tem casa, ou possuidores de casas de mercadorias…

Semeadores de discórdias…

Vós edificáveis sempre, elevando-vos; mas não pudestes chegar tão alto, como o desejáveis…

Então, caístes como Simão Mago, a quem Deus quebrou os ossos, e feriu com uma ferida mortal a petição dos Apóstolos. Assim será destruída a vossa Ordem, por causa dos vossos enganos e iniquidades. Ide, Doutores do pecado, e desordem, Pais da corrupção, Filhos da maldade; não queremos seguir já a vossa direção, nem escutar as vossas máximas.

Nota: Santa Hildegardes, Religiosa da Ordem de Sister e Abadessa do Monte de S. Roberto. Faleceu no ano de 1180. São Bernardo, que a respeitava muito, defendeu as suas revelações; que foram julgadas verdadeiras, graves, santas, depois de um exame sério pelo Concílio de Rheims no ano de 1148, onde presidia o Papa Eugênio III.

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