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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

domingo, 23 de dezembro de 2012

O Natal do Senhor




Enquanto esperava o Nascimento do Divino Infante, repassava Maria pela memória os sagrados textos concernentes à vinda do Messias ao mundo. Iniciada como estava no conhecimento das Escrituras, não ignorava Ela a célebre profecia de Miquéias: “Tu, ó Belém, Éfrata, és bem pequena entre as numerosas cidades de Judá, e contudo, é do teu seio, que há de sair o Dominador de Israel, Aquele que existe desde o princípio, e cuja geração remonta à eternidade”[1]. Segundo estas palavras formais afirmavam os doutores unânimes, que Cristo nasceria em Belém, como Davi, seu antepassado.

Mas como se cumprirá este prenúncio, se Maria, domiciliada em Nazaré, não tinha precisão nenhuma de deixar esta cidade para ir à Belém? Um homem, sem o saber, foi o instrumento da Providência para resolver esta dificuldade. E, para mostrar a todos, que os potentados da terra não são mais que os executores dos Seus eternos desígnios, quis Deus que este homem fosse o próprio Imperador.

Reinava então, no Oriente e no Ocidente, o Imperador Augusto. As nações, outrora tão ciosas da sua independência, a Itália, a Espanha, a África, a Grécia, o Egito, a Gália, a Grã Bretanha, a Ásia Menor, transformadas em simples províncias do império, sofriam a lei do vencedor. Por muito tempo sacudiram os povos o julgo; mas nem o africano, protegido pelo mar grande, nem o Germano, escondido por detrás da trincheira das suas impenetráveis florestas, nem o Bretão, perdido no oceano, puderam resistir às legiões da invencível Roma. Todos depuseram as armas, e em sinal de pacificação universal, fechou o Imperador o templo de Jano[2].

Considerado, doravante, como um deus, levantaram-lhe templos, decretaram-lhe apoteoses, chamaram-no “a salvação do gênero humano”[3].

Ora, na época em que devia nascer o verdadeiro “Salvador do Mundo”, veio ao Imperador a fantasia de conhecer exatamente a extensão dos seus domínios, e o número dos vassalos. Em consequência, prescreveu um edito imperial, o recenseamento geral da população, tanto nos reinos tributários como nos povos incorporados ao império.

A este edito não escapava a Judeia, pois o reino de Herodes, simples feudo revogável à vontade, dependia do governo da Síria. Assim, em dezembro de 749[4], para presidir as operações do censo, chegou à Palestina Cirino, legado do governador Sestio Saturnino. Foi dada ordem aos chefes de família, às mulheres, e às crianças, de inscreverem nos registros públicos o próprio nome, a sua idade, família, tribo, fortuna e outros pormenores destinados a servirem de base à capitação. Além do mais, devia cada um inscrever-se não no lugar do seu domicílio, mas na cidade donde fosse originária a sua família, porque lá se conservavam os títulos genealógicos que estabeleciam, com a ordem de descendência, o direito de propriedade e de herança.

Esta última prescrição obrigou a José e Maria, ambos da tribo de Judá e da família de Davi, a transportarem-se de Nazaré à Belém, lugar do nascimento de Davi, seu antepassado. Ao dirigir-se para as montanhas de Judá, Maria, já quase chegada ao momento de ser Mãe, maravilhava-se de como Deus, por Si mesmo a levava aonde o Messias devia nascer e de como um edito imperial punha em movimento os povos do universo para que uma profecia, sete séculos antes saída da boca de um Vidente de Israel, recebesse por aqueles dias o seu cumprimento.

Os dois caminhantes chegaram a Belém rendidos de cansaço, depois das vinte e duas léguas que vinham de percorrer. Os últimos raios do sol iluminavam a cidade de Davi, sentada como uma rainha na cumeada de um oiteiro, em meio de sorridentes encostas plantadas de vinhas e olivais. Era de certo aquela Belém, a casa do pão, a cidade das messes fartas; Éfrata, a fértil, a terra dos fartos pastos. Naquelas elevações vivia a gentil Noemi, quando a fome a forçou a exilar-se para o país de Moab; nos campos vizinhos respigava Rute, a moabita, as espigas esquecidas pelos ceifeiros de Booz; por estes valezinhos solitários, apascentava o pequeno Davi os gados, quando o Profeta mandou buscá-lo para ungi-lo a rei de Israel. Ao pisarem aquele solo abençoado, evocavam os Santos viajantes as piedosas lembranças da sua nação, ou antes da própria família. Das casas da cidade, dos montes e dos vales saíam mil vozes a falarem-lhes dos antepassados, e sobretudo do grande rei, de quem eles eram as vergônteas.

Mas, quem, por aquela época, sabia da Virgem de Nazaré e de José, o carpinteiro? Entrando na cidade, acharam-se como perdidos no meio dos forasteiros, que iam chegando de todos os pontos do reino para se inscreverem. Em vão bateram a todas as portas em busca de um abrigo para passar a noite: nenhuma se abriu para os receber. Com as casas abarrotadas de parentes e de amigos, recusaram-se os Belemitas a alojar aqueles desconhecidos que, além do mais, pareciam pobres e miseráveis. José e Maria dirigiram-se, então, para a albergaria pública, onde costumavam ficar as caravanas; mas encontraram aí também uma tal aglomeração de viajantes e de bestas de cargas que não puderam-se lá instalar.

Repelidos de todos os lados, saíram os dois Santos personagens da cidade pela porta de Hebron. Mal tinham andado alguns passos nessa direção, quando avistaram uma concavidade sombria aberta nos flancos de um rochedo. Inspirou-lhes o Espírito de Deus, o pensamento de ali ficarem. Ao entrar nesse triste recinto, reconheceram que era um abrigadouro, aonde se acolhiam os pastores e rebanhos. Havia ali palha e uma manjedoura para os animais. Depois de tão longa e trabalhosa jornada, assentou-se a Filha de Davi numa pedra tosca. Pouco depois, foi parando todo o borborinho, até que um silêncio solene reinou, enfim, sobre a cidade adormecida. Só, naquela desprezada gruta, Maria velava e expandia o seu Coração diante do Eterno. De repente, aí pela meia-noite, o Verbo Encarnado deixou miraculosamente o seio de Sua Mãe, e, como um raio de sol que de súbito deslumbra a vista, lhe apareceu diante dos olhos assombrados e extáticos. Adorou-O, tomou-O nos braços, cobriu-O com pobres mantilhas e apertou-O ao Coração. Em seguida, reparando para a manjedoura, onde os animais comiam, nela O deitou sobre uma pouca de palha.

E, daquele estábulo que lhe servia de abrigo, daquela manjedoura convertida em berço, sobre aquela palha que lhe magoava os delicados membros, o Menino dizia ao Seu Pai celeste: “Vós não quisestes o sangue dos cabritos nem dos vitelos; Vós me envolvestes nesta carne que Vossas Mãos formaram: eis-Me aqui, pois, ó Meu Deus, para Me imolar à Vossa vontade”[5]. Assim oferecia o Redentor à divina Majestade as primícias dos Seus sofrimentos e humilhações. Ajoelhados ao pé dEle, com os olhos marejados de lágrimas, José e Maria uniram-se àquele sacrifício.

Durante aquela noite misteriosa, guardavam alguns pastores os seus rabanhos num valezinho, não longe do estábulo onde repousava o Filho de Deus. Como os pastores dos primeiros tempos, Abraão, Isaac e Jacó, compraziam-se eles em meditar os divinos oráculos. Por muitas vezes, com olhos cravados no céu, tinham suplicado a Javé que enviasse enfim aquele Libertador, cuja próxima vinda prediziam os sábios de Israel. Dignou-se o Senhor recompensar a fé suplicante daqueles humildes pegureiros. Fendendo a noite espessa que cobria montes e vales, difundiu-se de súbito à volta deles um clarão divino e aos seus olhos deslumbrados mostrou-se um Anjo do Céu. Com esta vista ficaram transidos de terror; mas o Anjo sossegou-os: “Não temais, disse-lhes ele, venho-vos anunciar uma grande alegria, a vós, e a todo o povo. Hoje, na cidade de Davi, nasceu-vos um Salvador: é o Messias, é o Salvador por quem esperais. E eis o sinal para que O reconheçais: é um menino, envolto em paninhos e reclinado na manjedoura do estábulo”.

Quando o Anjo acabou de falar juntou-se a ele uma multidão de Espíritos celestiais, e todos em coro começaram a louvar ao Senhor: “Glória a Deus no mais alto dos Céus, diziam eles, e na terra paz aos homens de boa vontade”. Depois extinguiram-se as vozes, desapareceram os Anjos e os clarões celestes desvaneceram-se.

Ficando sozinhos, os pastores, extasiados com o que tinham presenciado, diziam uns para os outros: “Vamos à Belém, e vejamos com os nossos olhos o grande prodígio que os Anjos nos anunciaram”. E foram a toda a pressa ao estábulo, onde encontraram, de fato, a José e Maria, e ao Menino, reclinado no presépio. Ao vê-lO reconheceram nEle o Salvador, e, prostrados a Seus pés, agradeceram a Deus pelos ter chamado a adorá-lO. Deixaram os pastores a gruta, glorificando ao Senhor pelas maravilhas operadas diante dos seus olhos. Logo publicaram, com grande pasmo dos seus compatriotas, o que haviam visto e ouvido, e o eco das montanhas foi repetindo por toda a Judá o eco das palavras angélicas: “Glória a Deus, paz à terra!” E desde aquele tempo em cada aniversário daquela noite entre todas alegre, repetem com amor os discípulos de Cristo, o cântico dos Anjos: “Gloria in excelsis”. Quanto a Maria, testemunha atenta dos fatos maravilhosos por meio dos quais o Senhor manifestava ao mundo a Divindade do Menino, gravava ela com cuidado no Coração aquelas graciosas e comovedoras lembranças.

Assim apareceu no meio de seus vassalos Cristo Rei, quatro anos antes de findos os quatro mil da Criação, no ano 749 da fundação de Roma, aos quarenta do império de Augusto e aos trinta e seis do governo de Herodes, rei da Judeia. Nesse dia, o primeiro da nova era, teria ficado o Imperador bem admirado se soubesse que os seus oficiais acabavam de inscrever nos registros do recenseamento um nome maior que o dele, que um Menino nascido num estábulo fundaria um Reino mais extenso que o seu imenso império, e que enfim, a humanidade subtraída à tirania dos Césares, dataria os seus fastos gloriosos, não já do nascimento de Roma, mas do Natal de Cristo Redentor.

Fonte: Rev. Pe. Berthe, CSsR., “Jesus Cristo – Sua Vida, Sua Paixão, Seu Triunfo”, tradução do francês para o português por A.P. Dias, Livro I, Cap. IV, pp. 31-36; Estabelecimentos Benziger & Co. S.A., Einsiedeln, Suíça, 1925.

Devoção de São Francisco de Assis
ao Natal do Senhor

Celebrava com incrível alegria, mais que todas as outras Solenidades, o Natal do Menino Jesus, pois afirmava que era a Festa das festas, em que Deus, feito um Menino pobrezinho, dependeu de peitos humanos. Beijava como um esfomeado as imagens dessa criança, e a derretida compaixão que tinha no coração pelo Menino fazia até com que balbuciasse doces palavras como uma criancinha. Para ele, esse Nome era como um favo de mel na boca. Certa vez em que discutiam os frades se era permitido comer carne, porque era uma sexta-feira, disse a Frei Morico: “Irmão, cometes um pecado chamado de sexta-feira o dia em que o Menino nasceu para nós. Quero que nesse dia até as paredes comam carne. Se não podem, pelo menos sejam esfregadas com carne!”

Queria que, nesse dia, os pobres e os esfomeados fossem saciados pelos ricos, e que se concedesse uma ração maior e mais feno para os bois e os burros. Até disse: “Se eu pudesse falar com o Imperador, pediria que promulgasse esta lei geral: que todos que puderem joguem pelas ruas trigo e outros grãos, para que nesse dia tão solene tenham abundância até os passarinhos, e principalmente as irmãs cotovias”.

Não podia recordar sem chorar toda a penúria de que esteve cercada nesse dia a pobrezinha da Virgem. Num dia em que estava sentado a almoçar, um dos frades lembrou a pobreza da Virgem bem-aventurada e a miséria de Cristo seu Filho. Ele se levantou imediatamente da mesa, soltou dolorosos soluços e comeu o resto de pão no chão nu, banhado em lágrimas. Dizia que essa virtude era real, pois brilhava de maneira tão significativa no Rei e na Rainha. Quando os frades lhe perguntaram em uma reunião, qual a virtude que mais nos fazia amigos de Cristo, respondeu, como quem contava um segredo de seu coração: “Ficai sabendo, filhos, que a pobreza é o caminho especial da salvação, que seu fruto é enorme, mas são muitos poucos os que o conhecem”.

Fonte: Tomás de Celano, Vida II, Cap. 151 (199-200); Escritos e Biografias de São Francisco de Assis – Crônicas e Outros Testemunhos do Primeiro Século Franciscano, pp. 427-428, 7ª Edição, Ed. Vozes Ltda., Petrópolis, 1996.

Exemplo Singularíssimo

Mostrava-se em Nápoles pela Festa do Natal de 1641, um presépio de curioso artifício[6]: e entre o variado concurso que acudia à igreja, levado parte da devoção, parte da curiosidade, chegou-se também um escravo turco, que estava mais desviado apascentando os olhos só com o material daquele objeto cuja piedade ignorava. E quando chegou a empregar os olhos na lindeza do Menino Deus deitadinho nas suas palhas, e ladeado de dois rudes animais, reparou que o Menino olhava para ele com risonho semblante, e estendendo a mão para fora das faixas, lhe acenava com o dedo indicador. Duvidou entre si se era verdade o que via; mas o Menino o tirou da perplexidade, chamando-o com voz clara, e distinta. Veio, enfim, atônito, e tremendo: e o Menino acrescentando favores a favores, e maravilhas sobre maravilhas, fez o ofício de catequista, e lhe ensinou em poucas palavras os rudimentos da Fé, e lhe disse que se batizasse, porque brevemente estaria em Sua companhia no Céu. Como podia a palavra de tal Senhor não ser eficaz, e poderosa? Pediu logo o escravo turco o Sacramento do Batismo; para se fazer verdadeiramente livre e filho de Deus. E como tivesse tão bom Mestre, se achou instruído para o receber. Seguiu-se-lhe uma doença, na qual pediu o sagrado Viático, protestando que não podia morrer sem que primeiro o recebesse. E tanto que entrou o Senhor em seu peito, saiu aquela ditosa alma do seu corpo, a tomar posse pacífica do inefável bem que lhe fora prometido. Neste admirável caso.

Pondere-se

Como a graça da Vocação é dom meramente liberal e gratuito, sem intuito ou respeito de merecimentos precedentes; como insinua o mesmo nome de graça: Si autem gratia, jam non ex operibus.[7] Poderia ser que naquele concurso estivessem alguns fiéis, que na presciência Divina estavam condenados: e entre eles estava este turco, a quem o Senhor ab-eterno escrevera no Livro da Vida. Nada menos cuidava que na ventura que veio buscar: era escravo, ficou livre; era filho do Demônio, dicou filho de Deus, e de filho passou logo a co-herdeiro com Cristo. De palhinhas (que foram as daquele presépio) se lhe armou a sua vocação, justificação e glorificação: Quid ergo dicemus ad haec? Si Deus pro nobis, quis contra nos?... Quis accusabit adversus electos Dei? Deus qui justificat, quis est qui condemnet?[8]

Como esta liberalíssima mercê que o Senhor fez a este infiel, é uma amostra, ou traslado pequeno do mesmo que usou com toda a Gentilidade. Todos nós estávamos bem descuidados da nossa salvação, assentados nas trevas da infidelidade, e na sombra da morte eterna: e o Senhor por Sua bondade nos chamou servindo-se de seus sagrados Apóstolos como de vozes e dos milagres, que por eles realizou, e inspirações com que nos iluminou, como de início com que nos acenava. E se mais almas acudiram, mais foram regeneradas pelas águas do Batismo e nutridas com o Corpo e Sangue de Cristo Sacramentado. Enfim, que Emanuel (que é o Nome do Verbo vindo ao mundo a nos remir, e iluminar) quer dizer Deus conosco; e não nós com Deus: porque nós não éramos os que buscávamos a Deus; senão que foi Deus, o que veio buscar-nos, estando nós tão longe dEle; que a distância era infinita; e a união parecia impossível. Bendito seja o Amor de Deus e o Sangue de Cristo, que venceu esta distância e celebrou esta união: Vos, qui aliquando eratis longe, facti estis prope in sanguine Christi.[9]

Como o passo de Deus Menino no seu presépio, é acomodado e feito de propósito para atrair corações e caçar almas. Os italianos e nós os portugueses abreviamos o Nome de Emanuel, em Manoel; os franceses ainda mais, dizendo Noel: e à Festa do Natal lhe chamam Noel, isto é, Festa de Manoel pequenino. Abreviou-se Deus, porque queria se meter conosco: e até o seu Nome abreviado tem graça e causa devoção. O fervor desta fazia ao Seráfico P. S. Francisco chamar-lhe o Pequenino de Belém. Este pois, graciosíssimo Pequenino de Belém, atrai a Si as almas, para as fazer grandes: abreviou-se para nos engrandecer e se empobreceu para nos encher de Seus tesouros. E tão eficaz e oculta virtude deixou naquela lapinha onde nasceu (a qual se conserva hoje em poder dos Religiosos filhos do mesmo Seráfico Padre); que quando ali entram os turcos, se descalçam primeiro, e descobrem as cabeças tirando os turbantes[10](coisa que eles nunca usam, porque o reputam por pouca honestidade), e beijam afetuosamente o lugar do presépio, e ungem as cabeças com azeite das lâmpadas, que ali ardem e deixam suas esmolas para o culto daquele Sacrário. Tal é a suave violência com que o Mistério de Deus Menino avassala corações, ainda os mais bárbaros.

Fonte: Pe. Manoel Bernardez, “Luz e Calor”, 2ª Parte, Opúsculo II, Exemplo XXVII, n. 321, pp. 318-319; Nova Edição, Lisboa, 1871.

 

[1]   Miq. 5, 2.
[2]   Este templo, um dos mais célebres de Roma, fechado em tempo de paz, permanecia aberto em tempo de guerra. Nota Suetônio (in Aug. 2) que desde a fundação de Roma até Augusto, só se fechara duas vezes.
[3]   Sobre moedas cunhadas com a efigie de Augusto, lia-se esta letra: Salus generis humani (Suet. In Aug. 53).
[4]   O edito, datado do ano 746, não se aplicou na Judeia senão três anos mais tarde.
[5]   Heb. 10, 4 seg.
[6]   Stengel, Tom. 1, De Divinis judiciis, Cap. 42, nº 15. O qual diz que escreveu este caso Antônio Ceschi a 18 de Janeiro de 1643.
[7]   Rom. 11, 6.
[8]   Rom. 8, 31 e 33.
[9]   Efés. 2, 13.
[10] Isto viu muitas vezes o Pe. Fr. Affonso de Castilho que foi ali Guardião e o refere no livro 3 do seu Devoto peregrino, Cap. 10 sinc.

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