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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sábado, 22 de setembro de 2012

Ator gay Rupert Everett: Não há nada pior que ser criado por dois "pais"


WASHINGTON DC, 17 Set. 12 / 02:52 pm (ACI/EWTN Noticias).- O famoso ator britânico, Rupert Everett, que é declaradamente gay, assinalou que não há nada pior que "ser criado por dois pais" homossexuais. Por causa desta afirmação, recebeu diversos ataques por parte do lobby gay.

Everett, que atuou em vários filmes como: "Shakespeare apaixonado", "O Casamento do Meu Melhor Amigo" e fez a voz do personagem do príncipe encantado no "Shrek", declarou ao Sunday Times Magazine que não pode "pensar em nada pior que ser criado por dois pais gays".

"Alguns podem não estar de acordo com isso. Está bem! Essa é minha opinião", expressou.

O ator, que atualmente interpreta o ator Oscar Wilde no filme "O beijo de Judas", fez estes comentários enquanto falava do fato de que seu atual companheiro vai conhecer a sua mãe, Sara.

A respeito disso, a mãe declarou à revista que "antes falava que queria que Rupert fosse heterossexual, provavelmente ainda sinto isso. Eu gostaria que tivesse uma linda esposa e que tivesse filhos. Ele é tão bom com as crianças".

"Seria um pai maravilhoso… mas acho também que uma criança necessita de um pai e de uma mãe. Eu falei para ele e ele concordou comigo. Não fica chateado, somente ri".

O ator disse também que "não estou falando em representação da comunidade gay. De fato, não me sinto parte de nenhuma ‘comunidade’. A única comunidade a que pertenço é a humanidade".

Esta não é a primeira vez que Everett critica a paternidade homossexual. Anteriormente já a tinha chamado de "egocêntrica e vã".


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