Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

"Eu Sou a Subversão"


Meu
Nome é
Revolução

Se arrancando sua máscara, perguntar-se à Revolução: Quem sois? Ela lhes dirá: Eu não sou o que pensam. Muitos falam de mim e poucos me conhecem. Não sou o Carbonarismo, nem motim..., nem troca de Monarquia por República, nem substituição de uma Monarquia por outra, nem a perturbação momentânea da ordem pública. Não sou nem os latidos dos Jacobinos, nem os furores de Montagne, nem a guerrilha, nem a pilhagem, nem o incêndio, nem a Reforma Agrária, nem a guilhotina, nem as execuções. Não sou nem Marat, nem Robespierre, nem Babeuf, nem Mazzini, nem Kassuth.  

 

Esses homens são meus filhos, mas não eu. Essas coisas são minhas obras, mas não eu. Esses homens e essas coisas são passageiros, mas eu sou um estado permanente. Sou o ódio por toda ordem que não tenha sida estabelecida pelo homem e na qual ele não seja ao mesmo tempo rei e deus. Sou a proclamação dos direitos do homem sem respeito aos direitos de Deus. Sou a fundação do estado religioso e social na vontade do homem em lugar da vontade de Deus. Sou Deus destronado e o homem em seu lugar. Eis porque me chamo Revolução, ou seja, Subversão... (Mons. Gaume, “La Revolution, Recherches Historiques”, Sec. Soc. Saint Paul, Lile, 1877, T. 1, pág. 18. Citado por Jean Ousset, “pour Qu'll Regne”, pág. 122).


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