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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sábado, 26 de janeiro de 2013

Quanto é Feliz Aquela Alma que Vive na Graça de Deus, e Quanto é Desgraçada Aquela que Anda em Pecado Mortal.


Destinos diferentes para o pobre Lázaro 
e o Rico Pulão (S. Luc. 16, 19-31).




“Nescit homo pretium ejus”
(Job 28, 13a).
“O homem não conhece o seu valor”
(Jó 28, 13a).

O homem não conhece quanto vale
viver na Graça de Deus, e quanto é
mau viver em Pecado Mortal.

Venturosa aquela alma que vive em graça com Deus; infeliz aquela, porém, que vive em pecado mortal. São estes dois estados bem diferentes para a alma; são estas duas sortes bem contrárias, e que não podem existir na mesma alma e ao mesmo tempo. Se neste mundo pode dar-se verdadeira felicidade, não pode havê-la maior, nem tamanha como viver na graça de Deus; assim como se neste mundo pode haver males e desgraças, nenhuma maior, nem tamanha como andar em pecado mortal. Oh! Se todas as pessoas soubessem verdadeiramente avaliar ambas estas coisas! Se todas conhecessem claramente a diferença que há em ambas as sortes, com quanto cuidado andariam para viverem com Deus! Quantas diligências fariam todas para gozarem a graça do Senhor! Mas, o miserável pecador não conhece esta diferença; anda ordinariamente cego, desatinado pelas suas criminosas paixões, e não vê quanto é bom viver na graça de Deus, e quanto é mau viver em pecado mortal! - Nescit homo pretium ejus.

Se ele visse tudo quanto ganha, andando em graça, e tudo quanto perde, andando em pecado, fugiria do mesmo pecado ainda mais do que do Demônio; temeria tanto o pecado mortal como o Inferno; procuraria sempre todos os meios de viver com Deus, e nunca se afastaria da sua Santa Lei; resistiria com o maior valor a todas as tentações, e antes quereria morrer, perder tudo e até a própria vida, do que perder a graça de Deus. Porém, o mesmo pecador a nada disto olha, nada disto considera, e guiado unicamente pelos seus desordenados apetites, cai e recai em pecados mortais; perdendo tantos bens, e adquirindo tantos males, troca a maior felicidade pela maior desgraça, a maior riqueza pela maior pobreza, Deus pelo Demônio, o Céu pelo Inferno; que cegueira esta, que desgraçada sorte! Por isso, eu vou hoje mostrar quanto é feliz quem vive em graça de Deus, e quanto é infeliz quem vive em pecado mortal. - Eu principio.

Quem sabe distinguir as coisas preciosas das vis, o bem do mal, é quase semelhante a Deus, diz Santo Afonso! Quem sabe verdadeiramente amar a Deus, ganhar a sua graça, conservá-la e fugir do pecado, sabe tudo quanto é melhor, tem a verdadeira sabedoria. Todas as pessoas que isto sabem, ainda que sejam as mais pobres, ignorantes e desprezadas do mundo, são mais sábias do que um Cícero, mais ricas e mais sábias do que um rei Salomão; porque como diz o Espírito Santo: “O princípio da verdadeira sabedoria é o temor de Deus – Initia sapientiae timor Domini”. Todas as pessoas que tem esta sabedoria, tem um tesouro infinito, pelo qual ficam sendo participantes da verdadeira amizade com Deus – Participes facti sunt amicitiae Dei. Tais são as almas venturosas que vivem na graça do Senhor. Os pagãos, guiados só pela sua razão, julgavam impossível que uma criatura pudesse gozar verdadeira amizade com o seu Divino Criador; e falando segundo a luz natural, diziam a verdade; porque, como ensina São Jerônimo, a verdadeira amizade faz os amigos iguais, forma dois corações unidos, duas almas num só corpo.

Mas o que parecia impossível aos gentios, é uma verdade da nossa Fé, verdade que o nosso Divino Mestre ensina no seu Evangelho. Vós sereis meus amigos, diz Ele, se fizerdes o que Eu vos mando, se cumprirdes os Meus Mandamentos – Vos amici mei eritis, si feceritis quae ego praescipio vobis (S. Jo. 15, 14). Não Vos chamarei servos, mas sim amigos, vai Ele dizendo ainda – Jam non dicam vos servos; vos autem dixi amicos. Oh! Que verdadeira felicidade esta, gozar uma baixa criatura da terra amizade com o seu Criador pela sua graça! Uma das maiores venturas deste mundo é qualquer pessoa chegar a ter verdadeira amizade com o seu rei; sendo assim, entra no seu palácio, fala-lhe quando quer, e pede-lhe tudo o que quer. Mas, que maior ventura é uma alma tratar amizade com o Rei dos reis, com o Senhor dos Céus e da terra, vivendo na sua graça!

Porém, ainda não é só isto. Toda a alma que vive em graça de Deus, não só goza da Sua amizade, mas também é Sua filha, é a Sua amada, é a Sua esposa, é o Seu templo ou morada; vive unida com Deus, e Deus com ela: tudo isto ensina o mesmo Deus. Ela é toda bela e engraçada; um só grau de graça vale mais numa alma, do que toda a riqueza e formosura do mundo, diz São Tomás, e tem para com Deus toda a estimação. O Senhor não sabe tirar os olhos daquelas almas que vivem na Sua graça, e está sempre pronto para escutar o que lhe pedem, se isso lhes convém para a sua salvação; como Ele mesmo ensina – Oculi Domini super justos, et aures ejus ad preces eorum (Salm. 33, 16). Faz-lhes tudo quanto lhes pedem para o bem espiritual, e algumas vezes para o temporal; e recebe com agrado tudo quanto elas realizam por Seu amor. Oh! Quantos merecimentos adquire qualquer alma que vive em graça de Deus! Todos os dias, todas as horas e todos os momentos pode arranjar graus de glória no Céu. Ela ganha em todas as suas boas obras; ganha em seus trabalhos, se forem guiados e sofridos como Deus manda; ganha comendo e bebendo, se isto faz unicamente para viver e servir a Deus, e só o que para isto for necessário; ganha até dormindo.

Até dormindo? Direis vós. Sim, irmãos meus, porque o nosso corpo não pode continuar nos trabalhos sem algum descanso; este é indispensável; dormir mais de quatro, cinco, ou ao muito seis horas, sem causa de moléstia, não deixará de ser excesso, ou algum pecado; mas este tempo é preciso; e tomando este descanso com o fim de trabalhar depois, e servir a Deus, nisto mesmo lhe agrada e merece graus de glória. Enfim, toda a pessoa que anda em graça de Deus, anda sempre aumentando a sua coroa, os seus merecimentos; e de mais a mais goza uma santa paz na sua consciência. Davi nos ensina, que todos aqueles que amam e observam a Lei de Deus, tem muito sossego e vivem descansados – Pax multa diligentibus legem tuam (Salm. 118,  165a). E esta paz, este sossego é tamanho, que excede todo o prazer que pode causar as melhores coisas deste mundo, como diz o Apóstolo (Filip. 4, 7). Se Deus às vezes lhes permite alguma tribulação, não tarda em socorrê-los; se algumas vezes derramaram lágrimas no meio dos seus escrúpulos, estas lágrimas são misturadas com muitas consolações; não são lágrimas de desesperação. Finalmente, todos os que servem e amam a Deus, que andam na Sua graça, vivem e morrem descansados no Senhor. Ah! Quanto é bom à vista disto gozar a graça de Deus! Quanto é feliz quem assim vive!

Pelo contrário, quanto é mau viver em pecado mortal! Quanto é infeliz e desgraçada toda e qualquer alma que anda neste deplorável estado! Ela anda separada do seu Soberano Bem, que é Deus, e unida com seu maior inimigo, que é o Demônio. Os seus pecados formam um muro de separação entre ela e o seu Criador. Este, aborrece sumamente toda e qualquer pessoa que O ofende gravemente, porque é ingrata a tão bom Senhor. Deus não aborrece alguma das outras criaturas; nem ainda mesmo as mais brutas e ferozes, como as serpentes, os sapos, estes e outros animais, porque a todos criou para certo fim, e todos tem um bom destino que o Criador lhes deu, ainda que nós não o saibamos; e nenhum deles se afasta desse fim ou destino que lhes deu o seu Criador, como ensina o sábio (Sab. 11, 25-26).

Porém, Deus não pode deixar de aborrecer muito os pecadores que o ofendem mortalmente, como ensina o seu Profeta Davi – Odisti omnes, qui operantur iniquitatem (Salm. 5, 7a). Ele não pode amar o pecado, por ser um grande inimigo seu. Mas se aborrece o pecado, necessariamente deve também aborrecer e detestar quem o comete. E com razão, porque os pecadores se afastam  do fim para que Deus os criou, qual foi para o servir e amar, e para os fazer eternamente felizes. Oh! E que desgraça pode haver maior do que esta? Amar Deus, as cobras, as formigas, as bestas, e todos os brutos da terra mais do que os pecadores que andam em pecado mortal! Estimar Deus tantos animais e animalejos tão feios e medonhos, mais do que as criaturas que Ele criou e remiu, porque vivem em pecado mortal! Sofrer aqueles, e ameaçar e castigar estas com rigor! Que desgraça para tais pecadores!

Se alguém tem por inimigo o rei da terra, ou se cometeu algum grande crime, não vive sossegado, porque teme ser preso e justiçado; mas o pecador depois de ofender gravemente ao seu Deus, caindo assim no seu ódio e indignação, com que o pode castigar, como poderá descansar! O criminoso pode esconder-se, pode até refugiar-se num reino estranho para escapar-se ao castigo das leis; mas, o pecador, onde se esconderá a Deus, ou para onde fugirá à Sua justiça! Se acaso se esconder nas covas, aí está Deus; se procurar os esconderijos da terra, aí o vê Deus; se fugir para o longínquo mar, aí o observa Deus; se for para o Brasil ou para o fim do mundo, aí encontra Deus. Este por Sua imensidade em toda a parte está, em toda a parte governa, em todo lugar o pode castigar, matar e sepultar no Inferno. Enquanto anda em pecado, anda no seu ódio: está sempre exposto aos Seus tremendos castigos. Como pode, pois, viver alegre e tranquilo? Que vida tão desgraçada! Quantos males causa o pecado!

Mas ainda isto não é tudo. O pecado mortal leva consigo a perda de todos os merecimentos ou boas obras que o pecador antes tinha feito, e o deixa pobre e privado de todos os bens espirituais que tinha arranjado. Ainda que o pecador antes do seu pecado tivesse tantos merecimentos como um São Paulo e outros muitos Santos, ou quais tanto trabalharam e sofreram por Deus, o mesmo pecador tudo perdeu pelo seu pecado; ele fica perdido e inteiramente desgraçado. Até de filho de Deus fica sendo escravo do Demônio; de amigo de Deus fica sendo Seu inimigo; e de herdeiro do Céu fica sendo herdeiro do Inferno. Que sorte, e que vida esta do pecador, tão contrária à sorte e à  vida do justo!

O justo, ou todo aquele que ama a Deus, que observa os Seus Mandamentos, que vive na Sua graça, vive descansado; nem os perigos, nem os trovões, nem os raios, nem os tremendos castigos, nem a morte o aterra ou assusta muito, porque com Deus vive, com Deus espera morrer; achando e possuindo a graça de Deus, achou e possui todos os bens e riquezas, todas as consolações, ainda mesmo no meio dos maiores trabalhos e padecimentos. Santo Agostinho depois de convertido dizia: “Senhor, todas as coisas deste mundo são duras, só Vós sois o verdadeiro descanso – Dura sunt omnia, et tu solus requies”. São Francisco de Borja dormindo sobre ásperas palhas, sentia tanta consolação, que não podia descansar. São Francisco Xavier cheio de trabalhos apostólicos na India, sentia tanto gosto, que dizia muitas vezes: “Basta, Senhor, não me deis mais consolações, porque o meu coração não pode suportá-las”. O amor Divino, ou a graça de Deus é semelhante ao mel, que faz doces as coisas mais amargas, diz São Boaventura.

Oh! Se os pecadores gozassem a paz e sossego espiritual que gozam os justos, aqueles que vivem em graça de Deus! Mas não, os pecadores não vivem assim: eles passam uma vida inteiramente contrária. Os que observam a Lei de Deus tem muita paz ou sossego na sua consciência, diz o Santo Rei Davi – Pax multa diligentibus legem tuam (Salm. 118, 165). Mas os miseráveis pecadores não tem paz interior, não acham descanso, diz o Senhor por Isaías – Non est pax impiis, dicit Dominus (Is. 48, 22). Se alguns há que vivem alegres, que andam descansados nos vícios; se alguns há que comem e bebem, dormem e descansam na desgraçada vida do pecado, não sentindo os seus remorsos, estes são os mais infelizes que no mundo pode haver; pelos seus maus hábitos ou péssimos costumes, pela grande multidão de seus pecados mortais, e pela muita ingratidão às graças e benefícios que Deus lhes tem mandado, caíram no maior ódio e desamparo de Deus; andam cegos inteiramente, obstinados no mal, e abandonados de todo do mesmo Deus; já dão provas quase infalíveis da sua eterna condenação.

Mas os pecadores, que ainda não chegaram a este ponto de desamparo do Senhor, sentem remorsos e mais remorsos; procuram muitas vezes a paz para a sua consciência, porém não a acham; buscam sossego para o seu coração nas coisas do mundo, mas não o encontram. Os animais, que são criados por Deus para as coisas da terra, acham paz e gosto nas coisas da terra: uma besta, um boi, contenta-se com uma pouca de erva; um cão satisfaz-se com um bocado de pão; com isto os brutos se contentam e vivem satisfeitos. Porém, o homem e a mulher, sendo criados para amar a Deus e viverem com Deus, se o não tem na sua alma, se não gozam a sua graça, não acharão jamais paz na sua consciência, nem sossego verdadeiro no seu coração, nem alegria completa nos prazeres ou divertimentos sensuais.

Estes pecadores vão às festas, aos bailes, aos teatros, a estes e a outros divertimentos para se distraírem, a ver se acham paz e sossego, mas aí mesmo são muitas vezes atormentados de remorsos dos seus pecados. Vestem-se à moda e com luxo; enfeitam-se, enchem os dedos de anéis, comem e bebem a seu gosto, dormem e descansam com o corpo, mas o seu coração sempre cheio de espinhos e de fel; sempre inquietos ou desassossegados. Com qualquer coisa se afligem e agoniam; parecem um animal raivoso, porque lhes falta a graça de Deus. Todo aquele que ama a Deus, ou tem a sua graça, se conforma com com a vontade do mesmo Deus, e no meio dos trabalhos e desgraças acha paz e sossego; mas aquele que anda em pecado mortal, como inimigo de Deus não pode achar este sossego. O desgraçado pecador serve ao Demônio, a um tirano que o enche de tristeza e amarguras, e por isso assim viverá enquanto andar em pecado. Ah! Que miserável vida! Que desgraçada sorte!

Que é pois, irmãos meus, que é uma alma que vive fora da graça de Deus? O Espírito Santo diz, que é um mar tempestuoso que não tem sossego – Impius autem quasi mare fervens, quod quiescere non potest. O pecador sofre uma tempestade de remorsos, de agonias, de desesperações, de aflições; e às vezes ainda neste mundo uma tempestade de castigos. O mesmo Deus assim o ensina, dizendo: “Pecador, como não queres servir ao teu Senhor com alegria, servirás ao Demônio teu inimigo com fome, com sede, com pobreza e necessidade, isto é,  sofrerás por amor dele castigos e mais castigos – Eo quod non servieris Domino Deo tuo in gaudio, servies inimico tuo in fame, in siti, et nuditate, et omni penuria (Deut. 28, 47-48).

Ó pecadores, que miséria e que desgraça a vossa! Por via do pecado e do Demônio passardes uma vida tão triste e amargurada, podendo passar uma vida sossegada e cheia de consolações, se vivêsseis na graça de Deus! Atrevei-vos a sofrer tantos remorsos e aflições pelo Demônio, e não sois capazes de sofrer coisa alguma por Deus! Antes quereis servir a esse tirano do Inferno, que vos promete e dá tantas penas neste mundo e no outro, do que servir ao Senhor do Céu, que vos promete e dá tantas consolações nesta e na outra vida, se viverdes na Sua graça! Antes quereis ser amigos do Diabo, do que amigos e filhos de Deus! Oh! Que vida infeliz, e que sorte desgraçada! São Francisco de Sales diz, que se os Anjos pudessem gemer e chorar, vendo a desgraça de uma alma que anda em pecado mortal, chorariam todos de piedade ou compaixão. Mas a maior desgraça é, diz Santo Afonso, que os pecadores não gemem sobre o que faria gemer os Anjos se pudessem; a maior desgraça é que os pecadores não choram sobre a sua vida desgraçada por causa dos seus pecados.

Se os Anjos não choram, porque não podem, vós, pecadores, podendo, devendo chorar, por que não chorais? Por que andais alegres e descansados no pecado? Bem sei, é porque já não conheceis a vossa desgraça em que viveis; já andais cegos e obstinados. Pecadores, abri os olhos, e vede o estado em que andais; ponde em paz a vossa consciência por meio de uma boa confissão e emenda dos vossos pecados. É tempo de deixardes essa vida do pecado, vida desgraçada, e terdes uma vida sossegada na graça de Deus. Voltai-vos, portanto, de todo o coração para o Senhor, e dizei: Ó meu Deus, eu tenho servido mais ao Demônio do que a Vós; por isso, tenho andado desassossegado; mas de hoje em diante não quero viver senão convosco e na Vossa graça; saí de mim, Demônios, para fora da minha alma. Muito me pesa, Deus meu, de Vos ter ofendido tanto, e desgraçado a minha alma; mas proponho nunca mais o fazer. Dai-me a Vossa graça, movei o meu coração para Vós; ajudai-me, e tudo farei. E Vós, ó Maria, Mãe de Deus, tende também piedade de mim, ajudai-me com a Vossa proteção a cumprir os meus desejos de servir e amar a Deus. Amém.

Fonte: Pe. Fr. Manoel da Madre de Deus, OCD, “Práticas Mandamentais ou Reflexões Morais Sobre os Mandamentos da Lei de Deus e os Abusos que lhes são Opostos”, Prática 29ª, pp. 730-738; 3ª Edição; Casa de Cruz Coutinho – Editor, Porto, 1871.        


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