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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

terça-feira, 7 de junho de 2022

O Verdadeiro Cristão Confia em Maria Santíssima.


Da confiança dos fiéis em Maria Santíssima, quão eficaz e proveitosa, quão consoladora e bem fundada seja, é impossível falarmos dignamente; mas, seria injúria passar sem dizer alguma coisa. Aos que passam a Linha esconde-se a estrela do Norte; mas, aos que estão em passamento, que é a linha entre o tempo e a eternidade, não se esconde a Virgem, antes, se põe mais perto. Só invocado o seu Nome naquela hora, defende, esforça e assegura. E, para o invocarmos sempre com gosto, parece que Deus derramou nele, quantos favos enriqueceram o monte Hibla e quantas flores se riram nos jardins de Alcinoo. Soubesse lá embora Sêneca, por felicidade da memória, repetir fielmente dois mil nomes pela mesma ordem, que uma vez os ouvira que eu, à hora da minha morte, não quisera repetir mais que estes dois: JESUS e MARIA, uma e muitas mil vezes: JESUS, que é Salvador, MARIA, que é Corredentora; JESUS, que é Graça, MARIA, que é cheia de graça; JESUS, que é Deus e Homem, MARIA, que é Mãe e Virgem; JESUS, que é nosso Mediador com o Pai, MARIA, que é nossa Medianeira com o Filho; JESUS, que é Vida, MARIA, que é a Árvore desta Vida; enfim, JESUS e MARIA, duas luminárias grandes do Céu da Igreja, em tudo respectivamente semelhantes e benéficas aos mortais.


Fonte: Rev. Pe. Manuel Bernardes, Oratoriano, “Nova Floresta”, Terceiro Tomo, Título V – Da Confiança em Deus, Cap. LIV, Ilustração III, pp. 243-244. Nova Edição, Livraria Lello & Irmão – Editores, Porto, 1949.


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