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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Martinho Lutero e o Santíssimo Sacramento


Martinho Lutero

O Pai e Fundador do Protestantismo acreditava,
na Presença Real de Jesus Cristo
na Hóstia Consagrada.

Os protestantes hodiernos pelas suas contínuas mudanças, suas centenas de divisões em seitas, não acreditam mais na Presença Real de Jesus Cristo na Hóstia Sagrada.

Lutero, menos tolo que seus netinhos, sempre acreditou nesta presença e se encarregou de responder, ele mesmo, às objeções de seus degenerados filhos.

Em uma carta a seu amigo Argentino (De euc. Dis. I. art.), falando sobre o texto evangélico “Isto é o meu corpo”, ele diz: “Eu quereria que alguém fosse assaz hábil para me persuadir de que a Eucaristia não contêm senão pão e vinho: esse me prestaria um grande serviço. Eu tenho trabalhado nessa questão a suar; porém, confesso que estou encadeado, e não vejo nenhum meio de sair daí. O texto do Evangelho é claro demais” (textus Evangelicus est nimis apertus).

O mesmo Lutero diz ainda: “Que me apresentem a sua Bíblia, e mostrem-me onde se acham estas palavras: ‘Isto é o sinal do meu corpo!’ Uns torturam o pronome isto; outros apegam-se ao verbo é; um terceiro dilacera a palavra corpo; outros, enfim, tratam como algoz o texto inteiro” ([alii totum textum excarnificant] In Ap. Com. Dom. V. 17 p. 100)...

Melanchton

Aqui, sem nada explicar, nem antes, nem depois, Jesus diz: “isto é o meu corpo”… “Estas palavras, diz Melanchton, um dos fundadores do Protestantismo, têm o brilho do relâmpago, e o espírito nada pode objetar” (De verit. Corp. Christi in 1Ep. Ad Cor.).


Fonte: Rev. Pe. Júlio Maria, Missionário de Na. Sra. do SS. Sacramento, “Sol Eucarístico e Trevas Protestantes”, Cap. I, Pont. I, pp. 11-12.24; Typ. do “O Lutador”, Manhumirim-MG, 1937.

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