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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sábado, 18 de dezembro de 2021

Novena de Natal. (4º Dia)


Orações e Meditações Extraídas dos Escritos

de Santo Afonso Maria de Ligório,

pelo Pe. Saint-Omer, CSSR.


V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.

R. Apressai-Vos, Senhor, em me socorrer.

V. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo.

R. Assim como era no princípio, agora e sempre e por todos os séculos dos séculos. Amém.



Oração a Jesus fugindo para o Egito1


Herodes é a figura dos desgraçados pecadores que, vendo a Jesus apenas entrado nos seus corações pela graça, se põem a persegui-lO, para O matarem pelas quedas no pecado.


Meu Dulcíssimo Jesus, sois o Rei do Céu, e Vos vejo, sob a forma de um menino, peregrino na terra; dizei-me: a quem buscais? Tenho de Vós compaixão, vendo-Vos tão pobre e humilhado; mas, o que muito mais me aflige ainda, é ver-Vos tratado com tanta ingratidão pelos mesmos homens a quem viestes salvar. Chorais, e eu também choro, pensando que sou do número daqueles que tanto Vos desprezaram e perseguiram; mas sabei que agora prefiro a vossa graça a todos os reinos do mundo. Perdoai-me, meu Jesus, todos os meus pecados, e como vossa Mãe Vos levou nos braços quando Vos foi preciso fugir para o Egito, permiti-me Vos traga também sem cessar bem dentro do meu coração, na minha viagem desta vida para a eternidade. Amadíssimo Redentor meu, muitas vezes Vos expulsei da minha alma; mas alenta-me a confiança de que neste momento tomastes posse dela: atai-me, por piedade, estreitamente a Vós com as doces cadeias do vosso amor; estou decidido a não me separar mais de Vós. Amo-Vos, ó Bondade infinita, e repetir quero sempre: Amo-Vos, amo-Vos, amo-Vos. Ó meu Jesus, sois tão bom e tão digno de amor! Fazei-Vos então amar; fazei-Vos amar de tantos pecadores que Vos perseguem: esclarecei-os, e dai-lhes a conhecer o amor que Lhes tendes e o que deles mereceis, Vós, que, pobre menino, fugitivo, chorando, tremendo de frio, errais sobre a terra a procura de almas que Vos desejem amar. Ó Maria, que tomastes tanta parte em todos os sofrimentos de Jesus, vosso divino Filho, ajudai-me a trazê-lO e conservá-lO sempre no meu coração.2



4º Dia3


Vamos ao Egito:

aí acharemos o Coração de Jesus,

carregado dos pecados do mundo.


A maior pena de um exilado, é ser considerado como criminoso e indigno de morar entre seus concidadãos. Pois bem! O Coração de Jesus quis submeter-se a esta humilhação. Tomando sobre Si nossas iniquidades, que nos tinham feito excluir da Pátria celeste, não devia Ele sofrer a pena do banimento pronunciada contra nós? Na Antiga Lei, fazia-se cada ano a cerimônia do bode emissário, que o sumo sacerdote carregava de todos os pecados do povo; depois disto, enxotavam-no para o deserto, como objeto da ira de Deus. Este bode representava nosso Redentor, que se dignou tomar sobre Si todas as maldições que merecemos por nossas faltas e tornar-Se a maldição mesma,4 segundo a expressão de São Paulo, a fim de nos obter a bênção divina.

Considerai então o Verbo divino fugindo para o Egito, e perseguido, antes, pela ira de Seu Pai, que pela espada de Herodes. É, que Ele quis, não somente tomar a forma de pecador, mas ainda carregar-Se de todos os pecados dos homens,5 diz Isaías, a fim de sofrer a pena deles, como se os pecados fossem Seus próprios. Pensemos aqui, que opressão e agonias sofreu o Coração de Jesus Menino, quando assim, carregado de todas as iniquidades do mundo, viu que a justiça divina Lhe exigia plena satisfação.

O Salvador via claramente a malícia de cada pecado, pois que, pela luz de Sua divindade, conhecia, infinitamente melhor do que todos os homens e Anjos, a bondade infinita de Seu Pai e o direito infinito que Ele tem de ser amado e respeitado; e via-Se carregado da multidão inumerável dos pecados que tinham cometido e cometeriam ainda os homens, pelos quais Ele devia sofrer e morrer. O Senhor revelou um dia a Santa Catarina de Gênova a fealdade de um só Pecado Venial, e esta vista causou-lhe tanto espanto e dor, que caiu sem sentidos. Qual, então, deveu ser a pena do Coração de Jesus Menino, quando, apenas nascido, viu-Se na dura necessidade de tomar o caminho do exílio, como outrora o bode emissário, carregado de todas as nossas iniquidades! Jesus, perseguido por Herodes e pela ira de Seu Pai, naturalmente nos faz pensar no pecador assaltado de temores, pungido de remorsos e perseguido pela ira de Deus e por sua consciência criminosa.

O pecador traz consigo o temor da vingança divina. Quando alguém tem como inimigo um homem poderoso, não pode comer nem dormir em paz. Que será ter por inimigo o Onipotente? Aquele que está em pecado, ó, como se espanta quando a terra treme, quando o trovão ribomba! Uma folha que cai basta para o espantar. Ele foge continuamente sem que ninguém o persiga: engano-me, é perseguido por seu pecado mesmo. Depois de ter matado seu irmão Abel, Caim julgava que todos tinham as mãos erguidas contra ele, para lhe arrancar a vida; e embora o Senhor lhe tivesse dado a certeza de que nenhum mal lhe seria feito, ele não cessou, desgraçado, de fugir de um lugar para outro, como a Escritura nos ensina. Quem, então, perseguia Caim? O seu pecado.

Além disto, o pecado faz nascer o remorso, este verme terrível, que não cessa de roer a consciência criminosa. O pecador vai ao espetáculo, ao baile, a um banquete, e por toda parte a consciência lhe brada: “Desgraçado! Tu estás na inimizade de Deus; se te acontece de morrer agora, para onde irás?” Esta repreensão interior é um tormento tão grande ainda nesta vida mesma, que, para se livrar dela, já se tem visto criminosos suicidarem-se. Um deles foi Judas, que, como se sabe, enforcou-se de desespero.

Oh! Que reconhecimento os pecadores devem ao Coração de Jesus! Porque, conservando-Se puro da mancha do pecado, Ele quis todavia tomar sobre Si todas as misérias que a natureza humana tinha atraído para si em punição do pecado! Sim, para nos salvar, Jesus ofereceu-Se voluntariamente a Seu Pai em expiação de nossas faltas, e “Deus Pai O carregou de todas as nossas iniquidades”.6

Prática: Para não sucumbir nas tentações, considerarei, de um lado o pecador perseguido pelos temores e remorsos, e de outro, o Coração de Jesus temendo mais as perseguições do pecador que as de Herodes.

Afetos e Súplicas: Amadíssimo Redentor meu, eu sou um desses ingratos que pagaram vosso amor imenso, vossas dores e vossa morte, por ofensas e desprezos. Como pois, prevendo minhas ingratidões, haveis podido amar-me tão ternamente, e resolver-Vos a suportar por mim tantas humilhações e padecimentos? Ai! O mal está feito; mas não quero desesperar. Senhor, dai-me agora a contrição que merecestes por vossas lágrimas; meu desejo é que meu arrependimento iguale minhas iniquidades. Ó Coração cheio de ternura de meu Salvador, Coração outrora tão afligido e amargurado para minha salvação, e agora ainda todo inflamado de amor para comigo, eu Vos rogo, mudai meu coração, dai-me um coração capaz de reparar os desgostos que Vos causei, e amor tão grande como foi minha ingratidão. Mas sinto já, vivo desejo de Vos amar; isto Vos agradeço, meu Jesus; vejo assim que tivestes a bondade de enternecer meu coração. Detesto e aborreço de todo meu coração os pecados que cometi; quem me dera apagá-los com meu sangue! Agora prefiro vossa amizade a todas as riquezas e a todas as honras. Desejo agradar-Vos quanto me for possível. Amo-Vos, ó amabilidade infinita; mas vejo que meu amor é muito fraco; aumentai-lhe a chama, dai-lhe mais ardor: ah! Devo corresponder a vosso amor por um amor muito mais ardente, pois tanto Vos ofendi, e, em vez de castigos, recebi de Vós tantos e tão insignes favores. Ó Bem Supremo, não permitais que eu continue a viver na ingratidão, após tantas graças que me tendes feito. Dir-Vos-ei com São Francisco: “Morra eu, por amor de vosso amor, ó Vós, que Vos dignastes morrer por amor de meu amor!” Maria, minha esperança, ajudai-me; recomendai-me ao Coração de Jesus.

Oração Jaculatória: Divino Menino Jesus, tende compaixão de nós e nascei em nossos corações. 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.



Exemplo

O Bem-aventurado Geraldo Magela, grande taumaturgo do século décimo oitavo e digno discípulo de Santo Afonso de Ligório, a cuja sociedade pertencia na qualidade de Irmão leigo, tinha recebido do misericordioso Coração de Jesus o dom de converter os maiores pecadores. Pode-se dizer que ele tinha maior conhecimento da consciência dos outros que da sua própria. Este Irmão encontrou certo dia um pecador recidivo a quem o respeito humano encadeava ao Inferno, e que não pensava de modo nenhum em mudar de vida. Geraldo o conduziu a seu quarto, e aí, descobrindo-lhe a negrura de sua consciência diante de um crucifixo, disse-lhe: “Que! Tens ânimo de ofender teu Deus deste modo!” Depois, mostrando-lhe a imagem do Salvador pregado na Cruz, disse-lhe: “Quem fez estas Chagas, senão tu por teus pecados? E quem, senão tu, Lhe tirou o Sangue das veias?” Neste instante viu-se o Sangue correr das Chagas das mãos, dos pés e do Coração de Jesus. O miserável, compungido, foi logo lançar-se aos pés do Padre Petrella, referindo-lhe o fato com todos os sinais do mais vivo arrependimento, e permitindo-lhe que o tornasse público. – O amor terno e imenso que Geraldo consagrava a Jesus na Eucaristia, fez-lhe tomar as mais rudes penitências em expiação dos sacrilégios. Ele usava continuamente do dom de ler nos corações, para ajudar as almas a declararem os pecados que mal entendida vergonha fazia ocultar ao Confessor. – Um dia, Geraldo disse a um gentil-homem: “Meu filho, viveis no crime, quereis então morrer como réprobo? Ide confessar tal pecado que há tanto tempo escondeis”. – Noutro dia, disse a certa mulher: Minha irmã, como podeis dormir em paz, vivendo na inimizade de Deus? Por que não confessais tal pecado que ocultais há tantos anos?” – Outra vez ainda, disse a uma donzela: “Minha filha, há tantos anos que fazeis confissões e comunhões sacrílegas, e quereis passar por santa! Ide, confessai-vos como se deve, se quereis evitar o Inferno”. – Nos dias de Confissão e Comunhão, Geraldo circulava continuamente na igreja, para desviar do sacrilégio aqueles que se achavam em estado de pecado mortal. Os Padres diziam que este Irmão convertia tantas almas como dez missionários. Ele se oferecia sem cessar a Deus como vítima pelos pecados do mundo. Quando Magela viu que seu fim se aproximava, pediu como graça ao Senhor padecer as penas que Jesus agonizante sofreu na Cruz, em Seu Corpo e no Seu Coração. Deus concedeu-lhe o que pedia. Pelo que ouviam-no gemer e clamar: “Sofro o martírio!… Rogai por mim, dizia ele a um Padre que viera visitá-lo; rogai por mim, porque sofro muito. Eu estou nas Chagas de Jesus Cristo, e Elas em mim: sinto todas as penas interiores e exteriores que Jesus Cristo sofreu na Sua Paixão”. Este Santo Redentorista morreu em 1753 na idade de 29 anos.



Louvores ao Menino Jesus7


Vinde já, meu Deus-Menino,

Nascei no meu coração,

Tomai dele inteira posse,

Tomai-o da vossa mão.


Vinde, meu rico Infante,

Vinde, não Vos detenhais,

A minha alma Vos espera,

Já não pode esperar mais.


Do Varão nasceu a vara,

Da vara nasceu a flor,

Da flor nasceu Maria,

De Maria o Redentor.


Os Anjos primeiro pegam

No Menino-Deus nascido,

Não O deixam cair no chão,

Em seus braços é detido.


A Virgem então O adora,

Nos seus braços O recebe,

Como Mãe lhe beija a face,

Mais alva que a pura neve.


Foi nascer a uma gruta

O Grande Rei das Nações,

Para render a frieza

De nossos corações.


Pastorinhos do deserto,

Correi todos, ide ver

A pobreza da lapinha

Onde Cristo quis nascer.


Pastorinhos do deserto,

Correi todos a Belém,

Adorar o Deus-Menino,

Nos braços da Virgem-Mãe.


Nos braços da Virgem-Mãe,

Chora o vosso coração,

Por saber que há de passar

Tão dolorosa Paixão.



Ladainha em Honra do

Divino Menino Jesus8


Senhor, tende compaixão de nós.

Jesus Cristo, tende compaixão de nós.

Senhor, tende compaixão de nós.


Senhor, ouvi-nos.

Divino Menino Jesus, escutai-nos.


Pai celeste, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Espírito Santo, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende compaixão de nós.


Jesus, Filho do Deus Vivo, tende compaixão de nós.

Jesus, num estábulo nascido de Maria Virgem, tende compaixão de nós.

Jesus, adorado pelos pastores e pelos Sábios do Oriente, tende compaixão de nós.

Jesus, circuncidado ao oitavo dia e chamado Jesus, tende compaixão de nós.

Jesus, oferecido no Templo a vosso Divino Pai, tende compaixão de nós.

Jesus, fugido para o Egito com Maria e José, tende compaixão de nós.

Jesus, que voltastes do Egito com Maria e José, tende compaixão de nós.

Jesus, na idade de 12 anos levado ao Templo por vossos pais, tende compaixão de nós.

Jesus, perdido de vossos pais e por eles procurado com ânsia durante três dias, tende compaixão de nós.

Jesus, encontrado com alegria no Templo, tende compaixão de nós.

Jesus, submisso e obediente aos vossos pais, tende compaixão de nós.


Sede-nos propício, tende compaixão de nós, Menino Jesus.

Sede-nos misericordioso, escutai-nos, Menino Jesus.


Dos desvarios da nossa juventude, livrai-nos, Menino Jesus.

Do número dos filhos de Satanás, que perdem as almas dos inocentes, livrai-nos, Menino Jesus.

Dos criminosos desejos da nossa idade, livrai-nos, Menino Jesus.

Dos perigos de pecar, livrai-nos, Menino Jesus.

Da perda da santa pureza, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelo vosso misterioso Nascimento, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelas vossas lágrimas e gemidos, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelo vosso santo porte com vossos pais, livrai-nos, Menino Jesus.

Pela vossa Apresentação no Templo, livrai-nos, Menino Jesus.


Nós que fomos filhos da ira, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que nos dias da nossa juventude nos lembremos do nosso Salvador, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que acostumemos desde a juventude nossos corações à virtude e ao bem, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que em todas as nossas ações demos bom exemplo ao próximo, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que não abandonemos na velhice o caminho da virtude que tomamos na juventude, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que sejamos recebidos um dia no número dos filhos de Deus, rogamo-Vos nos escuteis.


Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Menino Jesus.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Menino Jesus.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Menino Jesus.


Menino Jesus, ouvi-nos.

Menino Jesus, escutai-nos.


Pai Nosso, que estais nos Céus…


V. O Verbo se fez carne. Aleluia.

R. E habitou entre nós. Aleluia.


Oremos: Amado Salvador, Jesus Cristo, que, por amor dos homens e de mim, encarnastes e Vos fizestes um fraco e pobre menino, adoro-Vos e amo-Vos. Concedei-me que ponha sempre em Vós a minha alegria; que Vos siga sempre; que eu seja bom, piedoso, obediente, zeloso, e Vos imite em tudo, a Vós que viveis e reinais com Deus Pai, e o Espírito Santo por toda a eternidade. Amém.


_________________________

1.  “As Mais Belas Orações de Santo Afonso de Ligório”, pelo Pe. Saint-Omer, CSSR, 4ª Parte, Art. 2, § 1, pp. 487-488. Imprimé par les Etablissements Casterman, S.A. Tournai/Belgium, 1921.

2.  Obras Ascéticas, Iv. 8 Jan.

3.  “O Sagrado Coração de Jesus”, segundo Santo Afonso de Ligório, pelo Pe. Saint-Omer, CSSR, 1ª Parte, 7º Dia, pp. 48-54. 5ª Edição, Typographia de Frederico Pustet, Impressor da Santa Sé, Ratisbona/Alemanha, 1926.

4.  Gál. 3, 13.

5.  Is. 53, 11.

6.  Is. 53, 6.

7.  “Cartilha ou Compêndio da Doutrina Cristã, Ordenada por Perguntas e Respostas”, pelo Pe. Antônio José de Mesquita Pimentel, Cap. “Devoção”, pp. 228-229. 18ª Edição, Livraria Chardron, de Lello & Irmão, Ltda, Porto, 1872.

8.  “Livro de Missa para a Juventude”, compilado por um Padre do Espírito Santo, pp. 114-118. 6ª Edição, Casa Cruz, Rio de Janeiro, 1898.


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