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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Novena de Natal. (5º Dia)


 

Orações e Meditações Extraídas dos Escritos

de Santo Afonso Maria de Ligório,

pelo Pe. Saint-Omer, CSSR.

  

V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.

R. Apressai-Vos, Senhor, em me socorrer.

V. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo.

R. Assim como era no princípio, agora e sempre e por todos os séculos dos séculos. Amém.

 


Oração a Jesus no Exílio[1]

 

Jesus quis passar a Sua primeira infância no Egito, a fim de levar vida mais dura e desprezada.

 

A Vós, Menino Santíssimo, que viveis pobre, desconhecido, desprezado, nesse bárbaro país, confesso por Deus e Salvador meu, e agradeço por Vos haverdes dignado de suportar no Egito pelo meu amor tantas humilhações e penas. A vossa vida me ensina a passar pela terra como peregrino, cuja pátria não está aqui em baixo, mas no belo Céu, que o vosso amor veio conquistar para mim. Ah, meu Jesus, ingrato Vos tenho sido pela razão de pouco refletir no quanto fizestes e sofrestes por mim. Quando penso que Vós, Filho de Deus, passastes na terra vida tão amargurada, pobre e humilde, como posso eu andar atrás dos prazeres e bens deste mundo? Ó dulcíssimo Redentor meu, recebei-me na vossa companhia; eficazes auxílios concedei-me para que possa viver na terra estreitamente unido conVosco, a fim de lograr a felicidade de unido conVosco no Céu, amar-Vos e gozar eternamente da vossa presença. Esclarecei-me e aumentai a minha fé. Que são os bens, os prazeres, as dignidades, as honras deste mundo? Tudo é vaidade e loucura: a única riqueza, o único tesouro verdadeiro, é possuir a Vós, que sois o Bem infinito. Feliz de quem Vos ama! A Vós amo, ó meu Jesus, e só a Vós desejo. Se possuísse mil mundos, a todos renunciaria para Vos agradar, porque sois o meu Deus e o meu tudo. Se no passado corri após as vaidades e gozos desta vida, arrependo-me hoje amargamente e os detesto. De agora em diante, dulcíssimo Salvador meu, sereis, Vós somente o meu contentamento, Vós, – o meu único amor, Vós, – o meu único tesouro. Ó Maria, rogai a Jesus que me enriqueça com o Seu Santo Amor.[2]



5º Dia[3]

 

Vamos ao Egito:

aí acharemos o Coração de Jesus,

destruindo os ídolos do mundo.

 

Dize-me, cruel Herodes: por que mandas matar, por que sacrificas tantos meninos inocentes, para satisfazer a tua ambição de reinar? Responde-me: qual é a causa de tuas inquietações? Qual o motivo de teus sustos? Temes que o Menino recém-nascido te arrebate a coroa? Ah! Este Rei a quem temes, não veio combater os poderes da terra pela força das armas; veio reinar nos corações dos homens, sofrendo e morrendo por amor deles.

O Inferno, que se servia da crueldade de Herodes, para fazer morrer Jesus Cristo e aniquilar a Obra da Redenção, foi vencido pelo meio mesmo que Ele empregou para triunfar; porque a fugida de Jesus veio começar a ruína do império do Demônio no mundo. Refere-se, com efeito, que ao entrar o Salvador no Egito, todos os ídolos desse país foram destruídos. Até, então, o mundo tinha estado numa noite tenebrosa de ignorância e iniquidade. O verdadeiro Deus era apenas conhecido num só ponto do globo terrestre, isto é, na Judeia. Fora dali, adoravam-se como divindades os Demônios, as bestas e as pedras. Por toda parte reinava a noite do pecado, que cega as almas, enche-as de vícios, impede-as de ver o miserável estado em que vivem, inimigas de Deus, condenadas ao Inferno. Espetáculo bem triste para o Coração tão bom do Divino Messias que acabava de nascer! Também quis nosso Salvador começar desde Sua infância a despojar o Demônio do império que ele tinha sobre o homem, como Isaías havia predito (Is. 8, 8). Jesus desceu então ao Egito para abater esse tirano, e livrar os homens da desgraçada escravidão na qual gemiam, a fim de que, saindo das trevas da morte e sacudindo o jugo odioso que os oprimia, pudessem conhecer a estrada da salvação e dar-se ao serviço do seu verdadeiro e legítimo Senhor, que os amava como pai, e, de escravos de Lúcifer, queria fazê-los filhos seus muito amados.

Isaías tinha predito também que na vinda de nosso divino Redentor, a terra deserta e sem caminho se regozijaria e floresceria como o lírio (Is. 35, 1). O Profeta falava assim dos idólatras, em cujo número estavam os Egípcios: seu país era como uma terra deserta, onde não se achavam homens dignos deste nome, nenhum adorador do verdadeiro Deus, mas somente escravos do Demônio; era uma terra deserta e sem caminho, pois que estes desgraçados ignoravam o caminho do Céu. Oh! Como o Egito, esta terra desgraçada, deveu regozijar-se, sentindo vir a si o Coração de seu Deus, que se compadecia de sua miséria, e queria socorrê-la antes de todas as outras nações! Um dia ela se verá coberta de servos do verdadeiro Deus, tornados pela graça fortes contra todos os inimigos da salvação; ela florescerá como o lírio pela pureza dos costumes e bom odor das virtudes. Ditoso país, por ter recebido, em recompensa de sua hospitalidade, as primeiras graças do Coração de Jesus!

Quanto a nós, que temos a felicidade de ter nascido depois da Redenção e no seio de da verdadeira Religião, não cessemos de pedir a graça de amarmos Jesus com todo o nosso coração, pois que todos os ídolos das afeições terrenas desaparecem da alma, quando o amor de Jesus entra nela. O amor divino nos despoja de tudo. Um grande servo de Deus dizia: O amor para com Deus é um amável roubador, que nos despoja de todas as coisas terrestres. Outro amigo de Deus tinha distribuído aos pobres tudo o que possuía: perguntaram-lhe um dia, quem o havia reduzido a tão grande desapego e pobreza; tirando logo do seu alforje o livro dos Evangelhos, disse: Eis aqui Aquele que me tirou tudo.

Numa palavra, Jesus Cristo, sendo o primeiro a nos dar o seu Coração, quer com razão possuir sozinho o nosso; Ele não consente rival. Santo Agostinho refere que o Senado Romano recusou a adoração a Jesus Cristo, sob pretexto, de que Ele era um Deus soberbo, que quer ser honrado sozinho, sem sofrer que um ídolo seja honrado com Ele. De fato, como Jesus é nosso único Senhor, é com toda a justiça que pretende ser o único objeto de nossas adorações e do nosso mais puro amor.

O ídolo que uma alma devota do Sagrado Coração deve antes de tudo abater, é o amor-próprio, que se insinua por toda a parte, até nas coisas mais santas, representando-nos sem cessar nossa própria glória ou nossa própria satisfação. Este detestável inimigo nos faz perder o merecimento das nossas mais belas obras. Necessário nos é, portanto, combate-lo sem cessar, contrariando nossos gostos e inclinações, por exemplo: privando-nos de tal divertimento, por isso mesmo que ele nos agrada, prestando serviço a tal pessoa, precisamente porque ela nos parece desagradável; tomando tal meio de nos corrigir, indicado pelo Confessor, e isto porque nos repugna o emprego deste meio.

Prática: Não cessarei, em todas as minhas orações, de pedir ao Coração de Jesus o grande dom do amor divino. Quando possuir este tesouro, verei minha alma despir-se pouco a pouco de seus defeitos e enriquecer-se com as mais belas virtudes.

Afetos e Súplicas: Amadíssimo Redentor meu, quem me dera possuir os corações de todos os homens, e com todos eles Vos amar quanto mereceis! Por que, ó Deus de amor, tão poucos há que Vos amam nesta terra, na qual derramastes todo vosso Sangue por amor dos homens? Eu vim ao mundo, dizeis Vós, para acender nos corações o fogo de meu amor, e só desejo vê-lo acesso (Luc. 12, 49). Eu Vos peço, pois, que abraseis no vosso amor o meu coração e os de todos os que estão sobre a terra. Ó Deus, todo bondade, todo amor, ó amabilidade suprema, ó amor infinito, fazei-Vos conhecer, fazei-Vos amar de todos os homens. É verdade que, no passado, mais do que todos os outros, eu fiz pouco caso do vosso amor: mas hoje, esclarecido por vossa luz e ferido por tantos dardos de amor que me haveis lançado de vosso Coração ardente de ternura, não quero mais Vos pagar com ingratidão, como fiz outrora; ao contrário, quero Vos amar com todas as minhas forças, quero ser todo abrasado de amor para convosco; este é o meu único desejo. Não busco nem as consolações, nem as doçuras no vosso amor; delas não sou digno, e nem vo-las peço; basta-me ter vosso amor. Oh! Eu Vos amo, meu soberano Bem, eu Vos amo, meu Deus, meu tudo. Ó Maria, minha esperança, rogai por mim, e atraí-me ao amor do Coração de Jesus.

Oração Jaculatória: Divino Menino Jesus, tende compaixão de nós, e nascei em nossos corações. 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.



Exemplo

Matilde de Nedouchel, cognominada o anjo de Jesus, merece que seu nome seja conhecido de todos os amigos do Coração de Jesus. Menina, ela empenhou-se com a Santíssima Virgem para que a preparasse para a Primeira Comunhão. Jesus esperava esta bendita hora para manifestar-se inteiramente a esta delicada alma. A Primeira Comunhão de Matilde uniu para sempre seu coração ao Coração do meigo Senhor, cujos atrativos ela descobriu logo no Sacramento do amor. Nada mais celeste do que sua conversação; fora de Jesus, não conhecia nada, ou antes, nada queria conhecer, pois resumia tudo em Jesus. As pessoas encarregadas de sua educação não ignoravam os atrativos de seu coração. Quando queriam exercitá-la em produções literárias, davam-lhe por assunto Jesus e seu amor. Então sua pena corria para contar as maravilhas de seu Amado; ela escrevia como um Anjo, dizia-se. O amor de Jesus na Eucaristia consumia Matilde. A Comunhão frequente constituía a um tempo suas delícias e seu tormento, porque sua humildade era tão grande, que só com temor ela se aproximava do Deus que a atraía irresistivelmente a si. Quando orava diante do Santíssimo Sacramento exposto, logo lágrimas abundantes inundavam seu rosto, fazendo ela o que podia para as ocultar. O pensamento de uma Comunhão sacrílega a fazia tremer, e pronta estava a dar alegremente a vida para poupar este ultraje a Jesus. Este amante Salvador quis que Sua fiel serva deixasse a vida oculta, para chamar as almas à devoção para com Seu adorável Coração. Ela mostrou-se tão zelosa em propagar a Guarda de Honra do Coração de Jesus, que mereceu e recebeu o título de primeira zeladora para toda a Bélgica. Tournai foi o principal foco do seu zelo. Num ano ela chegou a inscrever oito mil associados. Enquanto Matilde se comprazia a propagar a devoção ao Coração adorável de Jesus, este divino Senhor acabava de aperfeiçoar esta alma que Ele não tardaria a arrebatar à terra. Em 1867 ela partiu para Roma com seu pai. Ver a Pio IX, o Pontífice amadíssimo do Coração de Jesus e Maria Imaculada, que felicidade para Matilde! Assegura-se que ela se ofereceu então como vítima para a liberdade do Santo Padre. Sem dúvida agradou muito ao Coração de Jesus esta oferenda, porque poucos dias depois de sua chegada a Roma, Matilde foi acometida da enfermidade que a levou para o Céu, na idade de 25 anos, tendo sido na terra modelo completo de virgem cristã.

 


Louvores ao Menino Jesus[4]

 

Vinde já, meu Deus-Menino,

Nascei no meu coração,

Tomai dele inteira posse,

Tomai-o da vossa mão.

 

Vinde, meu rico Infante,

Vinde, não Vos detenhais,

A minha alma Vos espera,

Já não pode esperar mais.

 

Do Varão nasceu a vara,

 Da vara nasceu a flor,

Da flor nasceu Maria,

De Maria o Redentor.

 

Os Anjos primeiro pegam

No Menino-Deus nascido,

Não O deixam cair no chão,

Em seus braços é detido.

 

A Virgem então O adora,

Nos seus braços O recebe,

Como Mãe lhe beija a face,

Mais alva que a pura neve.

 

Foi nascer a uma gruta

O Grande Rei das Nações,

Para render a frieza

De nossos corações.

 

Pastorinhos do deserto,

Correi todos, ide ver

A pobreza da lapinha

Onde Cristo quis nascer.

 

Pastorinhos do deserto,

Correi todos a Belém,

Adorar o Deus-Menino,

Nos braços da Virgem-Mãe.

 

Nos braços da Virgem-Mãe,

Chora o vosso coração,

 Por saber que há de passar

Tão dolorosa Paixão.

 



 

Ladainha em Honra do

Divino Menino Jesus[5]

 

Senhor, tende compaixão de nós.

Jesus Cristo, tende compaixão de nós.

Senhor, tende compaixão de nós.

 

Senhor, ouvi-nos.

Divino Menino Jesus, escutai-nos.

 

Pai celeste, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Espírito Santo, que sois Deus, tende compaixão de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende compaixão de nós.

 

Jesus, Filho do Deus Vivo, tende compaixão de nós.

Jesus, num estábulo nascido de Maria Virgem, tende compaixão de nós.

Jesus, adorado pelos pastores e pelos Sábios do Oriente, tende compaixão de nós.

Jesus, circuncidado ao oitavo dia e chamado Jesus, tende compaixão de nós.

Jesus, oferecido no Templo a vosso Divino Pai, tende compaixão de nós.

Jesus, fugido para o Egito com Maria e José, tende compaixão de nós.

Jesus, que voltastes do Egito com Maria e José, tende compaixão de nós.

Jesus, na idade de 12 anos levado ao Templo por vossos pais, tende compaixão de nós.

Jesus, perdido de vossos pais e por eles procurado com ância durante três dias, tende compaixão de nós.

Jesus, encontrado com alegria no Templo, tende compaixão de nós.

Jesus, submisso e obediente aos vossos pais, tende compaixão de nós.

 

Sede-nos propício, tende compaixão de nós, Menino Jesus.

Sede-nos misericordioso, escutai-nos, Menino Jesus.

 

Dos desvarios da nossa juventude, livrai-nos, Menino Jesus.

Do número dos filhos de Satanás, que perdem as almas dos inocentes, livrai-nos, Menino Jesus.

Dos criminosos desejos da nossa idade, livrai-nos, Menino Jesus.

Dos perigos de pecar, livrai-nos, Menino Jesus.

Da perda da santa pureza, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelo vosso misterioso Nascimento, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelas vossas lágrimas e gemidos, livrai-nos, Menino Jesus.

Pelo vosso santo porte com vossos pais, livrai-nos, Menino Jesus.

Pela vossa Apresentação no Templo, livrai-nos, Menino Jesus.

 

Nós que fomos filhos da ira, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que nos dias da nossa juventude nos lembremos do nosso Salvador, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que acostumemos desde a juventude nossos corações à virtude e ao bem, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que em todas as nossas ações demos bom exemplo ao próximo, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que não abandonemos na velhice o caminho da virtude que tomamos na juventude, rogamo-Vos nos escuteis.

Para que sejamos recebidos um dia no número dos filhos de Deus, rogamo-Vos nos escuteis.

 

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Menino Jesus.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Menino Jesus.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós, Menino Jesus.

 

Menino Jesus, ouvi-nos.

Menino Jesus, escutai-nos.

 

Pai Nosso, que estais nos Céus…

 

V. O Verbo se fez carne. Aleluia.

R. E habitou entre nós. Aleluia.

 

Oremos: Amado Salvador, Jesus Cristo, que, por amor dos homens e de mim, encarnastes e Vos fizestes um fraco e pobre menino, adoro-Vos e amo-Vos. Concedei-me que ponha sempre em Vós a minha alegria; que Vos siga sempre; que eu seja bom, piedoso, obediente, zeloso, e Vos imite em tudo, a Vós que viveis e reinais com Deus Pai, e o Espírito Santo por toda a eternidade. Amém.


[1]     “As Mais Belas Orações de Santo Afonso de Ligório”, pelo Pe. Saint-Omer, CSSR, 4ª Parte, Art. 2, § 1, pp. 488-489. Imprimé par les Etablissements Casterman, S.A. Tournai/Belgium, 1921.

[2]     Obras Ascéticas, IV. 9. Jan.

[3]     “O Sagrado Coração de Jesus”, segundo Santo Afonso de Ligório, pelo Pe. Saint-Omer, CSSR, 1ª Parte, 8º Dia, pp. 54-60. 5ª Edição, Typographia de Frederico Pustet, Impressor da Santa Sé, Ratisbona/Alemanha, 1926.

[4]     “Cartilha ou Compêndio da Doutrina Cristã, Ordenada por Perguntas e Respostas”, pelo Pe. Antônio José de Mesquita Pimentel, Cap. “Devoção”, pp. 228-229. 18ª Edição, Livraria Chardron, de Lello & Irmão, Ltda, Porto, 1872.

[5]     “Livro de Missa para a Juventude”, compilado por um Padre do Espírito Santo, pp. 114-118. 6ª Edição, Casa Cruz, Rio de Janeiro, 1898.


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