NABOT: IMAGEM DE CRISTO,
INOCENTE INJUSTIÇADO E MORTO.
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A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
A SERVIÇO DO CATOLICISMO
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E sobre a história de Acab com Nabot: o que levou Acab a desejar a vinha de Nabot, e a aceitar o plano maligno de Jezabel para consegui-lo?
A história da vinha de Nabot (1 Rs 21), é uma das mais dramáticas e reveladoras de toda a Escritura. Ela não trata apenas de uma disputa por uma propriedade, mas manifesta o choque entre duas concepções opostas: de um lado, a fidelidade à Lei de Deus representada por Nabot; de outro, o abuso do poder político aliado à corrupção moral, representado por Acab e Jezabel.
Os Padres da Igreja e os Autores Espirituais veem nesse episódio, uma verdadeira radiografia do pecado, quando ele nasce no coração, cresce pelo desejo desordenado e termina em injustiça e morte.
I. O QUE LEVOU ACAB A DESEJAR A VINHA DE NABOT?
O texto diz:
“Nabot de Jezrael,
possuía uma vinha junto ao palácio de Acab”
(1 Rs 21, 1).
Acab desejou a vinha, porque ela era conveniente para seus interesses:
“Dá-me tua vinha, para que eu a transforme em horta, porque está próxima de minha casa” (1 Rs 21, 2).
À primeira vista, o pedido parece razoável. Acab oferece outra vinha ou uma compensação financeira.
Mas o problema está mais profundamente no coração.
Santo Ambrósio, comentando a avareza dos poderosos, escreve:
“A cobiça não se mede pela necessidade, mas pelo desejo. Quanto mais possui, mais deseja possuir”.
Acab já era rei.
Possuía palácios, riquezas, servos e terras.
Não precisava daquela vinha.
Ele simplesmente a queria.
Aqui aparece o décimo Mandamento: “Não cobiçarás” (Ex 20, 17).
O pecado começou muito antes do assassinato.
Começou no olhar.
Começou no desejo.
Começou na incapacidade de aceitar limites.
II. POR QUE NABOT RECUSOU?
Nabot responde:
“O Senhor me livre,
de te ceder a herança de meus pais”
(1 Rs 21, 3).
Para um israelita fiel, a terra não era mera propriedade comercial.
Segundo a Lei mosaica:
“A terra não será vendida para sempre, porque a terra pertence a mim” (Lv 25, 23).
A herança recebida dos pais, era considerada um dom sagrado confiado por Deus.
São Beda, o Venerável, Comenta:
“Nabot não protege apenas um campo;
protege a fidelidade à Lei Divina”.
Portanto, sua recusa não é rebeldia política.
É obediência religiosa.
Nabot prefere desagradar ao rei, a desobedecer ao Senhor.
III. A FRAQUEZA MORAL DE ACAB.
O texto continua:
“Acab voltou para casa triste e irritado”
(1 Rs 21, 4).
Os Padres frequentemente observam que, Acab se comporta como uma criança contrariada.
Ele se deita.
Recusa alimento.
Faz-se de vítima.
São João Crisóstomo: “A alma escravizada pelas paixões, sofre mais por um desejo frustrado, do que por uma verdadeira necessidade”.
Acab possuía um reino.
Mas, tornou-se escravo de uma vinha.
Eis o paradoxo do pecado: quem não governa seus desejos, acaba sendo governado por eles.
IV. O PAPEL DE JEZABEL.
Quando Jezabel vê o abatimento do marido, pergunta:
“Não és tu o rei de Israel?”
(1 Rs 21, 7).
Esta frase é fundamental.
Ela revela, uma visão pagã do poder.
Para Jezabel, a vontade do rei está acima da justiça.
O rei deseja.
Logo, deve possuir.
A Lei de Deus, torna-se irrelevante.
Santo Agostinho, ao refletir sobre os tiranos, ensina:
“Quando a justiça desaparece, os reinos transformam-se em grandes associações de ladrões”.
Jezabel representa, precisamente, essa mentalidade.
V. ACAB ACEITA O MAL.
É importante notar:
Jezabel elabora o plano.
Mas, Acab o aceita.
Ela organiza falsas testemunhas.
Promove um julgamento fraudulento.
Obtém a condenação de Nabot.
Nabot é apedrejado.
Depois Jezabel diz:
“Levanta-te e toma posse da vinha”
(1 Rs 21, 15).
Acab vai imediatamente tomar posse.
Ele sabe, que algo terrível aconteceu.
Não pergunta.
Não investiga.
Não protesta.
Não recusa.
São Gregório Magno: “Torna-se cúmplice do crime, aquele que se alegra com a injustiça realizada em seu benefício”.
Por isso, a Escritura não absolve Acab.
Embora Jezabel seja a principal articuladora, Acab participa moralmente do pecado.
VI. A INTERPRETAÇÃO MÍSTICA.
Os Autores Espirituais, frequentemente veem personagens simbólicos neste episódio.
Nabot
Representa:
a alma fiel;
a consciência reta;
a herança recebida de Deus.
A Vinha
Representa:
a Graça;
a Fé;
os Dons Espirituais;
a Herança da Aliança.
Acab
Representa:
o desejo desordenado;
a cobiça;
o coração, que não aceita limites.
Jezabel
Representa:
a sedução do pecado;
a racionalização da injustiça;
o espírito do mundo, que despreza a Lei divina.
VII. A SENTENÇA DE ELIAS.
Deus envia Elias, para confrontar o rei.
O Profeta pergunta:
“Mataste e
ainda por cima tomas posse?”
(1 Rs 21, 19).
Que frase terrível!
Ela resume toda a gravidade do pecado.
Acab não apenas cobiçou.
Não apenas consentiu.
Ele beneficiou-se, da morte do inocente.
Por isso, Elias anuncia o juízo divino sobre sua casa.
VIII. LIÇÃO ESPIRITUAL.
Os Padres da Igreja veem neste episódio, uma advertência universal.
O pecado de Acab, não começou com assassinato.
Começou com um desejo, não combatido.
Começou quando ele olhou para aquilo, que pertencia a outro e disse interiormente:
“Eu quero isso para mim”.
São Gregório Magno resume magistralmente:
“O pecado cresce por degraus: da sugestão, nasce o deleite; do deleite, nasce o consentimento; do consentimento, nasce a obra; e da obra, nasce a morte”.
A vinha de Nabot é, portanto, um espelho para toda alma.
O drama central não está na vinha, mas no coração de Acab.
Nabot perdeu sua vinha e sua vida, mas conservou sua fidelidade a Deus.
Acab ganhou a vinha, mas perdeu a paz da consciência e atraiu sobre sua casa o julgamento divino.
Por isso, os Padres concluem que, aos olhos de Deus, o verdadeiro vencedor da história não foi o rei poderoso, mas o humilde Nabot, que preferiu perder tudo neste mundo, a trair a herança recebida do Senhor.
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Criai uma Catena Patrística com citações diretas e comentadas, sobre Nabot, Acab, Jezabel e Elias, tendo como base os Comentários dos Santos Padres, Doutores, Teólogos, Exegetas e Autores Místicos da Igreja Católica.
CATENA PATRÍSTICA SOBRE NABOT, ACAB, JEZABEL E ELIAS
A Vinha da Fidelidade e o Juízo de Deus
(1 Reis 21).
“Mataste e ainda por cima tomas posse?”
(1 Rs 21, 19).
A história da vinha de Nabot, foi objeto de profunda reflexão por parte dos Padres da Igreja, especialmente por Santo Ambrósio, que dedicou uma obra inteira ao tema (De Nabuthe Jezraelita). Os Padres contemplaram neste episódio, não apenas um acontecimento histórico, mas um retrato permanente da luta entre a justiça e a injustiça, entre a fidelidade a Deus e a idolatria do poder.
I. NABOT:
O JUSTO QUE PREFERE MORRER
A TRAIR A LEI DE DEUS.
Santo Ambrósio de Milão (†397): “Nabot era pobre em riquezas, mas rico em virtudes. Acab possuía o reino, mas Nabot possuía a justiça” (De Nabuthe Jezraelita, I).
Comentário.
Santo Ambrósio inverte a lógica humana.
Aparentemente, Acab é o poderoso e Nabot o fraco.
Mas diante de Deus, ocorre o contrário.
O verdadeiro poder pertence àquele, que permanece fiel à justiça.
Nabot perde sua vinha, mas conserva sua alma.
Acab conquista uma vinha, mas perde sua honra.
São João Crisóstomo (†407): “Aquele que prefere sofrer uma injustiça a cometer uma injustiça, é mais forte do que todos os reis”.
Comentário.
Nabot manifesta, a fortaleza dos Santos.
Ele não responde à violência com violência.
Não vende sua consciência.
Não negocia a Verdade.
Sua resistência é silenciosa, mas heroica.
II. A VINHA COMO HERANÇA SAGRADA.
São Beda, o Venerável (†735): “Nabot guardava a herança de seus pais, porque sabia que ela lhe fora confiada por Deus”.
Comentário.
A vinha, não era simplesmente uma propriedade.
Representava a participação na Aliança.
Por isso Nabot responde:
“O Senhor me livre de te dar,
a herança de meus pais”
(1 Rs 21, 3).
Sua recusa não nasce da obstinação, mas da fidelidade.
Ruperto de Deutz (†1129): “A vinha, simboliza a fé recebida dos Patriarcas e transmitida aos filhos de Deus”.
Comentário.
Em sentido espiritual, a vinha representa a Fé Católica, a Graça e a Herança Espiritual, que nenhum cristão deve vender por vantagens temporais.
III. ACAB:
A ESCRAVIDÃO DA COBIÇA.
Santo Ambrósio: “Acab possuía um reino inteiro e, no entanto, sofria por não possuir a pequena vinha de um pobre” (De Nabuthe Jezraelita).
Comentário.
A cobiça nunca está satisfeita.
Quanto mais possui, mais deseja.
O pecado de Acab, não começou com o assassinato.
Começou quando permitiu, que o desejo ocupasse o lugar da razão e da Lei de Deus.
São Gregório Magno (†604): “Os vícios crescem como raízes ocultas; primeiro agradam, depois dominam” (Moralia in Job).
Comentário.
Acab tornou-se escravo, daquilo que desejava possuir.
Quem não governa seus desejos, acaba sendo governado por eles.
Santo Agostinho (†430): “A avareza, não consiste em possuir riquezas, mas em ser possuído por elas”.
Comentário.
O drama de Acab, não era sua riqueza.
Era seu apego desordenado.
Seu coração, já não era livre.
IV. JEZABEL:
A SEDUÇÃO DO PODER SEM DEUS.
Santo Ambrósio: “Jezabel acrescentou à cobiça do rei, a crueldade da fraude” (De Nabuthe Jezraelita).
Comentário.
Acab desejou.
Jezabel planejou.
Ela representa, a inteligência colocada a serviço do mal.
A perversidade, que transforma o pecado em sistema.
São Gregório Magno: “Há pecados, que nascem da fraqueza; outros, nascem da malícia deliberada”.
Comentário.
Os Padres frequentemente veem em Jezabel, um exemplo do segundo caso.
Ela sabe, que está agindo contra a justiça.
Mesmo assim prossegue.
São Jerônimo (†420): “Jezabel figura a soberba do mundo, que despreza a Lei de Deus, para seguir sua própria vontade”.
Comentário.
Por isso, a Tradição Espiritual vê nela, uma imagem de toda estrutura de poder, que pretende substituir Deus.
V. ELIAS:
A VOZ DA CONSCIÊNCIA
E DO JUÍZO DIVINO.
Santo Efrém da Síria (†373): “Quando os reis se calam diante da verdade, Deus levanta Profetas para falar”.
Comentário.
Elias surge, como o defensor do inocente.
Nabot está morto.
Não pode mais se defender.
Mas Deus, escutou seu sangue.
São João Crisóstomo: “O Profeta não teme a púrpura dos reis, porque contempla a Majestade do Rei dos reis”.
Comentário.
Elias enfrenta Acab sozinho.
Sem exércitos.
Sem proteção humana.
Mas sustentado, pela Autoridade Divina.
São Gregório Magno: “A língua dos Profetas, é espada contra os pecados dos poderosos”.
Comentário.
A pergunta de Elias ecoa através dos séculos:
“Mataste e ainda por cima tomas posse?”
É uma denúncia, contra toda injustiça praticada, em benefício próprio.
VI. NABOT,
COMO FIGURA DE CRISTO.
Santo Ambrósio: “Nabot, é imagem daquele Justo, que foi morto fora da vinha”.
Comentário.
Muitos Padres perceberam, um paralelismo entre Nabot e Cristo.
Nabot é:
Inocente;
acusado falsamente;
condenado injustamente;
morto por interesses dos poderosos.
Tudo isso encontra sua plenitude, em Nosso Senhor Jesus Cristo.
Santo Agostinho: “Os justos perseguidos antes de Cristo, preparavam a figura do Justo perseguido por excelência”.
Comentário.
A morte de Nabot, aponta para o Calvário.
O sangue do inocente, clama por justiça.
VII. INTERPRETAÇÃO MÍSTICA.
São Bernardo de Claraval (†1153): “Cada alma possui uma vinha, que deve guardar para Deus”.
Comentário.
Esta vinha é:
a fé;
a consciência;
a pureza do coração;
a amizade com Deus.
O cristão deve protegê-la, contra todos os "Acabs" interiores.
Santa Teresa de Jesus (†1582): “Pouco importa perder tudo; importa não perder Deus”.
Comentário.
Nabot perde seus bens.
Mas conserva sua fidelidade.
Esta é a lógica dos Santos.
São João da Cruz (†1591):
“Tudo passa; só Deus basta”.
Comentário.
Acab queria possuir mais.
Nabot contentava-se com Deus.
A diferença entre ambos, resume toda a vida espiritual.
VIII. APLICAÇÃO À VIDA CRISTÃ.
Segundo os Santos Padres e Doutores:
Não imitemos Acab:
na cobiça;
na tristeza por desejos frustrados;
na cumplicidade com o mal.
Não imitemos Jezabel:
na manipulação;
na mentira;
no abuso do poder.
Imitemos Nabot:
na fidelidade à Lei de Deus;
na coragem diante das injustiças;
na defesa da consciência.
Escutemos Elias:
quando denuncia nossos pecados;
quando nos chama à conversão;
quando recorda que, Deus é o verdadeiro Juiz.
FLORILÉGIO FINAL.
A Tradição Patrística contempla neste episódio, quatro personagens que habitam, de certo modo, o coração humano:
Nabot, a consciência fiel que deseja permanecer com Deus.
Acab, o desejo desordenado que quer possuir o que não lhe pertence.
Jezabel, a tentação que procura justificar o pecado.
Elias, a voz profética da Graça, que chama à Verdade e ao arrependimento.
Por isso, a grande lição dos Padres pode ser resumida, nestas palavras de Santo Ambrósio:
“Nabot morreu guardando sua vinha; Acab viveu perdendo sua alma. Melhor é perder os bens temporais por amor à justiça, do que ganhar o mundo inteiro à custa da Verdade”.
E esta lição permanece viva, para todos os séculos da Igreja.
✠
Fazei-me um Pequeno, mas Profundo Sermão
sobre Nabot, Acab e Jezabel:
o que fazer e o que não fazer?
PEQUENO SERMÃO SOBRE NABOT, ACAB E JEZABEL
Três Corações Diante de Deus
“Mataste e ainda por cima tomas posse?”
(1 Rs 21, 19).
Amados irmãos.
A história de Nabot, Acab e Jezabel, não é apenas um acontecimento antigo. Ela revela três atitudes que, continuam presentes em todos os tempos e, por vezes, dentro do próprio coração humano.
Não sejamos como Acab.
Acab possuía um reino, mas deixou-se dominar pelo desejo de possuir, aquilo que não lhe pertencia.
Seu primeiro pecado não foi a violência, mas a cobiça.
Ele não soube aceitar um limite.
Não soube ouvir um “não”.
Não soube submeter seus desejos à Lei de Deus.
Quantas vezes também nós sofremos, não pela falta do necessário, mas pela inquietação de querer aquilo, que Deus não nos concedeu?
A alma agradecida encontra paz; a alma cobiçosa jamais se satisfaz.
Não sejamos como Jezabel.
Jezabel representa o pecado, que deixa de ser tentação, para tornar-se projeto.
Ela transforma a injustiça, em estratégia.
Ela usa a mentira, para alcançar seus objetivos.
Ela acredita que, o poder pode substituir a Verdade.
Também hoje existe o espírito de Jezabel, sempre que alguém sacrifica a justiça, para obter vantagens, manipula os fatos para vencer, ou considera os Mandamentos de Deus, um obstáculo aos próprios interesses.
Nenhuma vitória construída sobre a mentira, permanece de pé diante do Tribunal Divino.
Sejamos como Nabot.
Nabot não era rei.
Não era poderoso.
Não possuía exércitos.
Possuía apenas uma coisa: uma consciência fiel.
Ele sabia que, a herança recebida de seus pais pertencia, antes de tudo, a Deus.
Por isso, preferiu perder sua vinha, sua reputação e até sua vida, a violar a Lei do Senhor.
Aos olhos do mundo, Nabot foi derrotado.
Aos olhos de Deus, foi vencedor.
Porque a verdadeira vitória, não consiste em conservar bens, mas em conservar a fidelidade.
Conclusão.
Quando a cobiça de Acab surgir em nosso coração, aprendamos a contentar-nos com os dons de Deus.
Quando a astúcia de Jezabel nos seduzir, escolhamos a Verdade, ainda que custe caro.
E, quando formos provados como Nabot, permaneçamos firmes, lembrando que tudo passa neste mundo, mas a fidelidade ao Senhor permanece para sempre.
Pois aquele que perde tudo por Deus, nada perde; mas aquele que ganha o mundo à custa da justiça, acaba perdendo a si mesmo.
Santo Elias, defensor da Verdade e da Justiça, rogai por nós.
Amém.
✠
Fazeime-me uma Pequena,
mas Profunda Oração Final.
Oração Final.
Ó Senhor Deus de Elias,
Justo Juiz dos humildes
e Defensor dos inocentes,
livrai-nos da cobiça de Acab,
que desejou o que não lhe pertencia;
livrai-nos da malícia de Jezabel,
que preferiu a mentira à Verdade;
e concedei-nos a fidelidade de Nabot,
que permaneceu firme em Vossa Lei,
mesmo diante da perseguição e da morte.
Quando os desejos desordenados
tentarem dominar o nosso coração,
ensinai-nos a buscar somente a Vós,
pois somente Vós sois a riqueza que não passa.
Quando a tentação do poder,
da vaidade ou da injustiça nos cercar,
dai-nos a coragem de escolher o Bem,
ainda que o caminho da retidão seja mais difícil.
Fazei-nos compreender,
que vale mais uma consciência pura,
do que todos os tesouros da terra,
e que nenhuma vitória obtida sem Vós,
pode trazer verdadeira paz.
Por intercessão do Santo Profeta Elias,
inflamai-nos de zelo pela Verdade,
de amor pela justiça,
e de fidelidade à Vossa Santa Vontade.
E que, ao término de nossa peregrinação,
possamos receber de Vossas mãos
a herança incorruptível,
reservada aos que perseveram em Vosso Amor.
Por Cristo, Nosso Senhor.
Amém.



