"... E Jesus Respondendo, disse-lhes:
Não lestes que Quem criou o homem no princípio,
criou homem e mulher...
Portanto,
não separe o homem
o que Deus uniu...".
(Mat. 19, 3-12; cfr. Gên. 1, 27)
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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).
"... E Jesus Respondendo, disse-lhes:
Não lestes que Quem criou o homem no princípio,
criou homem e mulher...
Portanto,
não separe o homem
o que Deus uniu...".
(Mat. 19, 3-12; cfr. Gên. 1, 27)
A Serpente de metal1 arvorada em um madeiro no deserto dava saúde aos feridos, que neste sinal empregavam a vista. Cristo exaltado na Cruz, remedeia e sara do pecado aos que n’Ele creem sem ficção, e meditam com diligência. Emprega, pois, ó minha alma, teus olhos neste sinal admirável, e cobrarás saúde. Quanto mais meditares em Cristo crucificado, maior sinal tens de tua salvação. Se te achas mordido da avareza, olha para o Crucificado, vê como está nu e pobre; se te achas mordido da serpente da ira, olha para o Crucificado, vê como está manso e paciente; se te achas mordido do rancor contra teus próximos, olha para o Crucificado, vê como Ele está benigno e amante; se te achas ferido d serpente dos falsos deleites do mundo e da carne, olha para o Crucificado, vê como está atormentado e aflito. Enfim, que esta mística Serpente é o sinal prodigioso que tem virtude para nos curar de todos os nossos males: In omnibus adversitatibus (diz Santo Agostinho) non inveni tam efficax remedium, quam vulnera Christi: in illis dormio securus, et dormio intrepidus.2 Em todas as adversidades não achei tão eficaz remédio, como as Chagas de Cristo: nelas durmo seguro, e descanso sem cuidado. E em outra parte deu a razão, dizendo: Vulnera Jesu Christi plena sunt misericordia, plena dulcedine, et charitate.3 As Chagas de Jesus Cristo, estão cheias de misericórdia, cheias de piedade, cheias de doçura e caridade. Oh, bendito e glorificado seja para sempre este Senhor; que onde abundou o nosso delito, superabundou a Sua graça.
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Fonte: Ven. Pe. Manoel Bernardez, Oratoriano, “Luz e Calor – Obra Espiritual para os que Tratam do Exercício de Virtudes e Caminho de Perfeição”, 2ª Parte, Opúsculo III, Meditação XXIII, III Ponto, pp. 379. Nova Edição, Lisboa, 1871.
1. Núm. 21, 9; et Joan. 10, 14.
2. In Manuali c. 22.
3. Ibid. c. 21.
(Começa no dia 24 de Janeiro)
1. Ó Maria Santíssima, puríssimo espelho de todas as virtudes, Vós que, sendo a mais pura de todas as virgens, quisestes, apenas terminados os quarenta dias depois do vosso parto, apresentar-Vos, segundo a lei, no templo para ser purificada; fazei, Senhora, que a vossa imitação também nós conservemos nosso coração puro de toda a culpa, e mereçamos assim ser apresentados no templo da glória. Ave Maria…
2. Ó Virgem obedientíssima, que, apresentando-Vos no templo, quisestes oferecer o costumado sacrifício, segundo o uso de todas as outras mulheres: fazei, Senhora, que também nós, a vosso exemplo, saibamos oferecer a Deus, o sacrifício de nós mesmos, pela contínua prática das virtudes. Ave Maria…
3. Ó resignadíssima Virgem, que, prevendo a dolorosa Paixão de vosso Filho, sentistes vossa alma transpassada de dor, e conhecendo a aflição de vosso Esposo, São José, por vossas angústias, com santas palavras o consolastes: transpassai a nossa alma, com uma verdadeira dor de tantos pecados, pela qual possamos ter a consolação de participar da vossa glória no Paraíso. Ave Maria…
V. Revelou o Espírito Santo a Simeão.
R. Que não veria a morte, sem ter visto o Cristo do Senhor.
Oremos: Onipotente e eterno Deus, imploramos da vossa Majestade, que assim como o vosso Unigênito Filho foi apresentado no templo, depois de ter tomado a substância da nossa carne, do mesmo modo façais, que sejamos levados a vossa Presença com as almas puras de todo o pecado. Pelo mesmo Cristo Senhor Nosso. R. Amém.
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Fonte: Manual dos Congregados Marianos, 4ª Parte, Cap. “Orações e Novenas”, pp. 218-219. Edição Oficial organizada pela Confederação Nacional das Congregações Marianas do Brasil, Agregada à Prima Primária do Colégio Romano; Editora “Vozes”, Petrópolis/RJ, 1938.