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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

domingo, 9 de março de 2014

Bento XVI fala sobre a Teologia da Libertação: “A uma tal falsificação da fé cristã é necessário se opor por amor aos pobres”.



E seu parecer é um tanto distinto da recente onda de “reabilitação” dessa “Teologia”:

O primeiro grande desafio, aponta, foi a “Teologia da Libertação”, que estava se difundindo na América Latina. A opinião comum, diz ele, era que “se tratava de um apoio aos pobres”, “mas era um erro”. A pobreza e os pobres, explica, “foram , sem dúvida, tema da teologia da libertação, todavia, numa perspectiva muito específica”. Não era “uma questão de ajuda e reforma, dizia-se, mas do grande irrompimento do qual deveria surgir um novo mundo”. Assim, diz Bento XVI, “a fé cristã foi usada como um motor para esse movimento revolucionário, transformando-a em uma força política”. A “uma tal falsificação da fé cristã — observa — é necessário se opor por amor aos pobres e em favor do serviço que lhes é prestado”. João Paulo II, acrescenta, guiou-nos a “de um lado, desmascarar uma falsa idéia de libertação e, de outro, a expor a autêntica vocação da Igreja para a libertação do homem”.


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