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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Polícia desarticula maior rede de abortos do Rio



Quadrilha formada por médicos, agenciadores e seguranças movimentava R$ 500 mil por mês, segundo as investigações; cada procedimento custava até R$ 8 mil.

13 de dezembro de 2013 | 11h 55

Thaise Constancio - O Estado de S. Paulo
Atualizado às 16h14.
RIO - Policiais da 19ª Delegacia de Polícia (Tijuca) desarticularam na manhã desta sexta-feira, 13, o que consideram ser a maior rede de abortos do Estado do Rio. Em um ano de investigação, os agentes da Operação Genesis descobriram que o grupo, que atuava em diversos locais, movimentava cerca de R$ 500 mil por mês.
Cerca de 50 policiais militares participaram da ação para cumprir seis mandados de prisão e sete de busca e apreensão em bairros das zonas sul e norte da capital e no município de São Gonçalo, região metropolitana. A quadrilha era formada por médicos, enfermeiros, anestesistas, agenciadores e seguranças. Semanalmente eram realizados aproximadamente 50 abortos, que custavam de R$ 3,5 mil a R$ 8 mil por procedimento. Mulheres de outros Estados como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Maranhão vinham para o Rio fazer abortos.
Dono de pelo menos três clínicas, José Luiz Gonçalves, de 48 anos, foi preso apontado como principal articulador da quadrilha e o responsável pela intermediação entre médicos e agenciadoras de abortos, na capital. O médico Guilherme Estrella Aranha, 60 anos, que atendia na Clínica Nossa Senhora das Neves, em São Gonçalo, foi detido. Maria José Barcellos Cândido, 51, Nilda de Souza Pontes, 71, Ivo Tannuri Filho, 60, e Myrian Hahamovici, 65, também foram presos.
Com a quadrilha, formada por no mínimo 12 pessoas, foi apreendido equipamento médico usado para fazer os abortos, como máquinas de sucção, maca, instrumentos cirúrgicos, medicamentos, radiografias, além de computadores, agendas e uma quantidade estimada em R$ 100 mil em real, dólar, euro, libra e franco.

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