Blog Católico, para os Católicos

BLOG CATÓLICO, PARA OS CATÓLICOS.

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quarta-feira, 7 de abril de 2021

O DIA DO SOL, É O DIA DO SENHOR.



"Reunimos-nos sempre no dia do sol, porque é o primeiro dia, o dia em que Deus, extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, nesse mesmo dia, Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos".


Fonte: São Justino, Apol. 1, 67; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 2174.

O OITAVO DIA DA CRIAÇÃO.

 


"Mas para nós nasceu um dia novo: o dia da Ressurreição de Cristo. O sétimo dia encerra a primeira criação. O oitavo dia dá início à nova criação. Assim, a obra da criação culmina na obra maior da Redenção. A primeira criação encontra o seu sentido e o seu ponto culminante na nova criação em Cristo, cujo esplendor ultrapassa o da primeira".1


Fonte: Catecismo da Igreja Católica, I Parte, II Seção, Cap. I, Parág. V, Ponto II, n. 349, p. 101. Editora Vozes Ltda, Petrópolis/RJ, 1993.


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1.   Cfr. MR, Vigília pascal: oração após a Primeira Leitura.

POR QUE CRISTO RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA?



"... Não está também fora de Mistério que Cristo tenha desejado ressuscitar ao terceiro dia.


Primeiro, para manifestar por este número, que ressuscitou pela virtude da Trindade, e daí dizer-se, por vezes, que o Pai O ressuscitou; por vezes, que Ele ressuscitou por virtude própria. Não há, com efeito, contradição nessas duas expressões, porque só há uma única e mesma virtude do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Segundo, para também demonstrar, que a reparação da vida não foi feita no primeiro dia dos séculos, isto é, sob a lei natural; nem no segundo dia, isto é, sob a Lei mosaica; mas no terceiro dia, que é no tempo da graça.


Apresenta-se, finalmente, uma outra razão para explicar, por que Cristo permaneceu no sepulcro um dia inteiro e duas noites inteiras; porque Ele, por meio de uma só coisa velha que assumiu, a saber, a pena do velho homem, destruiu duas coisas velhas nossas: a culpa e a pena, significadas pelas duas noites".


Fonte: São Tomás de Aquino, "Compêndio de Teologia", I Parte, Cap. CCXXXVI, Questão VI, p. 242. 2° Edição, EDIPUCRS, Porto Alegre/RS, 1996.

TEMAMOS O CÁLICE DA IRA DE DEUS.



"Se o Filho de Deus é castigado tão severamente por pecados alheios, como o serão os ímpios pelos pecados próprios? Se assim é tratada a suma inocência, mansidão e humildade, como será tratada a nossa soberba, ira, obstinação e insolência? Se tanto pesa a mão de Deus sobre os ombros do Filho, que zela por sua honra, como pesará sobre os inimigos que a desprezam? É possível que houve espinhos para a Cabeça da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade; houve fel para a Boca donde procedem as palavras de vida eterna; houve pregos para as Mãos que fabricaram os Céus e a terra; houve salivas (cuspes) para o Rosto de cuja luz e formosura vivem os Anjos? Que tormentos, que opróbrios, que amarguras, que confusão haverá para os escravos do Diabo e tristes vítimas da perdição eterna? Ó, TEMAMOS, pecadores, temamos o cálice da ira de Deus, que amarga muito, e se dele bebeu Cristo grande parte, até as fezes, todavia, ficaram guardadas para os pecadores obstinados: 'Verum tamen fex ejus non est exinanita; bibent omnes paccatores terrae'."


Fonte: Ven. Fr. Manoel Bernardez, Oratoriano, "Sermões e Práticas", Segunda Parte, II-152/153, Prática da Dominga Segunda da Quaresma. 1733.

CRUCIFICADO ENTRE DOIS LADRÕES.



"O Senhor quis padecer entre dois ladrões, um deles réprobo, o outro predestinado, para nos dar a entender que sua Paixão Sagrada, é juntamente motivo de temor e de confiança, porque é sinal que ao mesmo tempo aponta para as duas contrárias partes: para as profundezas e para as alturas: 'Signum in profundum inferni, sive in excelsum supra'."


Fonte: Ven. Fr. Manoel Bernardez, Oratoriano, "Sermões e Práticas", Segunda Parte, II-153, Prática da Dominga Segunda da Quaresma. 1733.

O LIVRO DA VOSSA PAIXÃO.



"Meu Jesus, minha única esperança, agradeço-Vos por esse livro que abristes diante dos olhos da minha alma. Esse livro é a Vossa Paixão que assumistes porque me amastes. Desse livro aprendi como amar a Deus e as almas. Nesse livro estão contidos para nós tesouros inesgotáveis. Ó Jesus, quão poucas almas Vos compreendem em Vosso martírio de amor. Oh, como é grande o fogo do amor mais puro que arde nesse Santíssimo Coração. Feliz é a alma que compreendeu o amor do Coração de Jesus".


Fonte: S. Faustina Kowalska, "Diário", Caderno I - 304, p. 108. Congregação dos Padres Marianos, Curitiba/PR, 1982.

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