BLOG CATÓLICO PARA OS CATÓLICOS.

BLOG CATÓLICO, PARA OS CATÓLICOS.

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Deputada do PT critica Papa Bento XVI e sai em defesa de Leonardo Boff

Deputada Marisa Formolo - PT
 
A balbúrdia que se seguiu na classe falante brasileira após a renúncia do Papa Bento XVI é o bastante para percebermos que as opiniões emitidas nessas tribunas não passam de tagarelices e de conversa de aloprados. Subitamente surgiram dos mais variados setores da sociedade especialistas em Direito Canônico, Teologia e afins. Todos ansiosos pela oportunidade de dizerem suas opiniões, como se delas dependesse o próspero sucesso e êxito da Igreja, a qual eles julgam decadente e antiquada. "Que o próximo Papa seja mais aberto", dizem uns, "que a Igreja acorde para os problemas sociais", dizem outros, como se a doutrina católica fosse definida pelo consenso de um coletivo, bem ao estilo de um grêmio estudantil.

A verdade é que este fenômeno que deu origem a tantos teólogos e vaticanistas de última linha procede de uma cultura que está em curso no Brasil há anos. É a cultura do imediatismo, na qual esses doutos senhores elaboram suas opiniões de modo irracional e a toque de caixa, fundamentados nos mesmos chavões toscos que suas professoras de ensino médio lhes ensinaram. Basta que a grande mídia sopre aos seus ouvidos qualquer bobagem para que a turba ignara se levante com suas opiniões e teorias mirabolantes. É um povo a qual gente madura o suficiente jamais prestaria ouvidos. Mas no reino da insensatez, infelizmente, qualquer um está apto a opinar sobre assuntos que não lhes dizem respeito. Quem explica muito bem isso é o filósofo Olavo de Carvalho:
"O idiota presunçoso, isto é, o tipo mais representativo de qualquer profissão hoje em dia, incluindo as letras, o ensino e o jornalismo, forma opinião de maneira imediata e espontânea, com base numa quantidade ínfima ou nula de conhecimentos, e se apega a seu julgamento com a tenacidade de quem defende um tesouro maior que a vida. A rigor, não tem propriamente opiniões. Tem apenas impressões difusas que não podendo, é claro, encontrar expressão adequada, se acomodam mecanicamente a qualquer fórmula de sentido análogo, colhida do ambiente, e então lhe parecem opiniões pessoais, como se a conquista de uma autêntica opinião pessoal prescindisse de esforço".
Um claro exemplo do que estamos falando é a deputa Marisa Formolo (PT), que do alto de sua "grande sabedoria teológica", proferiu um discurso totalmente descabido a respeito da renúncia do Papa Bento XVI, durante o Grande Expediente da Assembleia Legislativa de Porto Alegre - RS:
"Acompanhei a conduta de Dom Ratzinger quando impediu que a América Latina avançasse na teologia da libertação, quando impediu o nosso grande amigo Leonardo Boff, com quem trabalhei nas questões de direitos humanos, de se pronunciar novamente em algum lugar do mundo, quando impediu que as comunidades eclesiais de base tivessem a força de organização do povo para construir o reino de Deus. Esse mesmo papa está saindo, e penso que em boa hora."
O discurso, que ganhou um merecido repúdio da Arquidiocese de Porto Alegre, foi feito na última quarta-feira, 13/02, numa reunião em que se discutia o tema da Campanha da Fraternidade 2013, cujo o lema é "Fraternidade e juventude". Presente na Assembleia, o arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, disse ter se surpreendido com a fala da deputada e criticou: "Foi realmente muito triste. Todo mundo ficou pasmo. Ela vive em um mundo à parte, o da ideologia". Diz a nota de repúdio da Arquidiocese:
"No dia 13 de fevereiro, às 14 horas, em sessão oficial, a Assembléia Legislativa prestou uma homenagem para o tema da Campanha da Fraternidade sobre a Juventude. Após expor o assunto e ceder os apartes a seus colegas, num clima de grande apreço pela Campanha, do alto de sua tribuna, já totalmente fora do contexto, a Senhora Deputada Marisa Formolo agrediu violentamente a sensibilidade dos católicos do Rio Grande do Sul, com um ataque gratuito à pessoa do Papa Bento XVI, que neste momento merece e recebe de todo o mundo, especial carinho. A agressão foi totalmente desumana. Baseia-se numa ideologia superada e numa deturpação ou ignorância dos fatos reais. Com esta atitude de vilipêndio, na oficialidade do Plenário, compromete a seriedade e imparcialidade da Casa. Fica nosso protesto, em nome da Comunidade Católica do Estado!"[01]
Marisa Formolo é seguidora de uma ideologia, não de uma religião. Seu conceito de Igreja Católica é uma ONG a serviço de um partido, que gera um bem estar social e econômico. Ensinamento muito distante daquele dito por Cristo de que "não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra de Deus". Ao se aliar às fileiras dos teólogos da libertação, a nobre deputada revira o cristianismo e com ele, a própria fé. A teologia da libertação não defende os pobres, ela o instrumentaliza e engana. Os frutos amargos do comunismo soviético e cubano são a maior prova disso. Como ensina Bento XVI no seu livro "Jesus de Nazaré", Jesus não veio trazer um mundo melhor, veio trazer Deus. Se a senhora Marisa Formolo não é capaz de entender isso, seria muito melhor que ela se limitasse a comentar o escândalo do mensalão, do qual o partido que ela pertence foi protagonista, que aventurar-se a comentar o que é bom ou ruim para a Igreja Católica. Até porque, uma pessoa que considera Leonardo Boff - aquele que chama o ser humano de "câncer que deve ser extirpado da Terra" - um baluarte dos direitos humanos, não tem a mínima condição de emitir qualquer juízo a respeito de Igreja e papado.

Infelizmente, casos como o da senhora Marisa Formolo não são os únicos nos últimos dias. Poderíamos elencar no mesmo rol dos nobilíssimos novos teólogos e vaticanistas uma série de outras personalidades e articulistas de grandes jornais. Todos elevados a esse patamar pelos grandes meios de comunicação, aqueles devidamente comprometidos com a completa desinformação. Mas não cabe a nós listá-los aqui. A propaganda que esses senhores têm da imprensa já é o suficiente. O que cabe a nós é ficarmos atentos às palavras claras do Santo Padre e ignorarmos por completo a opinião desses pseudos gurus. Afinal de contas, o que sai da boca deles não passa disso: opiniões!

18/02/2013 16:11

Referências

  1. Moção de Repúdio da Arquidiocese de Porto Alegre

sábado, 16 de fevereiro de 2013

UM SONHO DE SÃO JOÃO BOSCO, AOS JOVENS DE TODOS OS TEMPOS.


“Deixem-me sozinho: sofro muito”
(Sonho de 1867)


Na noite de 25 de junho de 1867 Dom Bosco narrou aos jovens um de seus sonhos mais sugestivos.

Pareceu-lhe que estava caminhando pelo caminho que levava até ------ (e nomeou a cidade), quando se sentiu chamado pelo nome por seu Guia. Acompanhou-o. Viajavam com a rapidez do pensamento, sem que seus pés tocassem no chão. Chegaram a um palácio de admirável estrutura, mas inacessível.

·         Entre nesse palácio – lhe disse o Guia.

·         De que jeito, se não há entrada?

·         Entre! Replicou imperiosamente o Guia. E, vendo que Dom Bosco não se mexia, disse:

·         Faça como faço eu: levante os braços e você subirá.

Assim dizendo, abriu os braços em direção ao Céu. Dom Bosco o imitou e sentiu que flutuava e subiu pelos ares, até que parou diante dos portais do palácio.

·         O que há aqui dentro? – Perguntou Dom Bosco.

·         Entre, visite e verá. Lá no fundo, numa sala, você encontrará quem o ensinará.

O Guia desapareceu. Dom Bosco percorreu muitas salas luxuosas com a rapidez do vento e, coisa admirável, suspenso no ar, com as pernas juntas, deslizava sem esforço algum, como se fosse sobre um chão liso de cristal, mas sem tocar o pavimento. Assim, passando de um apartamento a outro, chega a uma grande sala, mais esplêndida do que as outras.

Na sua extremidade, sobre um sofá, reparou, sentado majestosamente, um Bispo, em atitude de quem espera para dar uma audiência.

“Aproximei-me com respeito – narra Dom Bosco – e fiquei extremamente maravilhado ao reconhecer naquele prelado um íntimo amigo meu. Era Dom ------ (e citou o nome), Bispo de ------. Seu aspecto era flórido, afetuoso, de tal beleza que não se pode exprimir”.

·         Oh! Monsenhor! Vª. Excia. Aqui? – perguntei-lhe. Mas já não morreu?

·         Sim, que morri. E o sr., Dom Bosco, está vivo ou está morto?

·         Eu estou vivo: não vê que estou aqui em corpo e alma?

·         Aqui não se pode entrar com o corpo.

·         No entanto, aqui estou eu.

Em seguida, Dom Bosco fez ao Bispo muitas perguntas.

·         Diga-me, Monsenhor, está salvo?

·         Sim. Encontro-me em um lugar de salvação.

·         Mas já está no Paraíso gozando de Deus, ou está ainda no Purgatório?

·         Estou num lugar de salvação, mas a Deus, ainda não O vi e preciso que vocês rezem ainda por mim.

·         E por quanto tempo deve ainda ficar no Purgatório?

·         Olhe aqui.

E lhe entregou uma folha de papel, acrescentando:

·         Leia.

Dom Bosco examinou a folha e virou-a de todos os jeitos, mas não conseguiu ler nada. O Bispo observou-lhe que era necessário ler do avesso, porque os juízos de Deus são diferentes dos do mundo. Dom Bosco ousou insistir, pedindo uma resposta mais clara e perguntou:

·         E eu, me salvarei?

·         Tenha esperança.

·         Mas não me deixe angustiado: me diga claro se me salvarei.

·         Não o sei.

·         Ao menos me diga se estou na graça de Deus.

·         Não o sei.

·         E os meus jovens, se salvarão?

·         Não o sei.

·         Mas por favor, eu lhe suplico, mo diga!

·         Eis aqui: essas coisas o Senhor as dá a conhecer a quem Ele quiser, dá a licença para que sejam comunicadas aos que ainda estão vivos.

Aqui Dom Bosco diz que estava louco para saber tantas coisas; portanto, fez mais perguntas ao Bispo:

 
·         Agora me diga alguns pensamentos seus para transmiti-los aos meus jovens como lembrança sua.

·         Diga-lhes que salvem suas almas, pois o resto não serve para nada.

·         Mas já sabemos bem que devemos salvar a alma; mas como devemos fazer para salvá-la?

·         Diga aos jovens, que se tornem bons e obedientes.

·         E quem já não sabe de cor essas coisas?

·         Diga a eles que sejam puros e que rezem.

·         Mas, explique-se mais praticamente.

·         Diga-lhes que se confessem com frequência e façam boas comunhões.

·         Diga-me algo de mais particular ainda.

·         Eu lho direi, já que o quer. Diga-lhes que eles tem diante de seus olhos uma névoa; quando alguém chega a enxergar essa névoa, já chegou a um bom ponto.

·         Mas o que é essa névoa?

·         São as coisas do mundo, que impedem de ver, como elas são realmente, as coisas do Céu.

·         E como eles devem agir para acabar com essa névoa?

·         Considerem o mundo como ele é: mundus totus in maligno positus est (todo o mundo se acha debaixo do poder do Diabo), e, então sim, salvarão a própria alma; não se deixem enganar pelas aparências do mundo. Os jovens creem que os prazeres, as alegrias, as amizades do mundo possam torná-los felizes e, portanto, não esperam senão o momento de gozar desses prazeres; mas recordem-se de que tudo é vaidade e aflição de espírito.

·         E essa névoa, por que coisa é principalmente produzida?

·         Pela imodéstia e pela impureza. É como se fosse uma nuvem negra, grande e densíssima, que tira a vista e impede que os jovens vejam o precipício para o qual se encaminham. Diga-lhes que conservem ciosamente a virtude da pureza, pois os que a possuem florebunt sicut lilium in civitate Dei (florescerão como lírios na cidade de Deus).

·         E o que é necessário para conservar a pureza?

·         São necessários: recolhimento, obediência, fuga do ócio e oração.

·         E que mais?

·         Oração, fuga do ócio, obediência e recolhimento.

·         Nada mais que isso?

·         Obediência, recolhimento, oração e fuga do ócio.

“Apenas o Bispo acabou de falar – continua Dom Bosco –, todo aflito em querer comunicar a vocês esses avisos, deixei apressadamente aquela sala e corri para o Oratório – Eu voava com a rapidez do vento e num instante me encontrei diante do portão do Oratório. Quando aqui cheguei, parei de repente e pensei: Por que não fiquei um pouco mais com o Bispo? Conseguiria ainda outros esclarecimentos. E imediatamente voltei para trás com a mesma rapidez com que eu tinha vindo. Entrei de novo naquele palácio e naquela sala.

Mas que mudança havia acontecido naqueles breves instantes! O Bispo, palidíssimo como cera, estava deitado em sua cama; parecia um cadáver; escorriam, nos cantos dos olhos, as últimas lágrimas: estava agonizando. Somente um imperceptível movimento do peito, sacudido de vez em quando pelos últimos anseios, indicava que ainda estava vivo. Aproximei-me dele, todo aflito:

·         Monsenhor, que foi que aconteceu?

·         Deixe-me – respondeu com um gemido.

·         Monsenhor, tenho ainda muitas coisas para lhe perguntar.

·         Deixe-me sozinho, estou sofrendo muito.

·         Que posso fazer pelo Sr.?

·         Reze e me deixe partir.

·         Para onde?

·         Para onde me conduz a onipotente mão de Deus.

·         Mas, Monsenhor, eu lhe suplico, diga onde é.

·         Estou sofrendo muito. Deixe-me.

·         Ainda uma só palavra: não tem nenhum recado para eu lhe resolver lá no mundo? Não me deixa nada para comunicar ao seu sucessor?

·         Dirija-se ao atual Bispo de ------ e transmita-lhe, de minha parte, isto e mais isto.

As coisas que ele disse não interessam a vocês, ó meus caros jovens, e por isso não as falarei. O Bispo continuo ainda:

·         E depois diga a tais e tais pessoas estas e outras coisas secretas”.

(Interrogado pelo Pe. Lemoyne se tinha levado a termo os recados recebidos daquele Bispo, respondeu: – Sim. Executei fielmente minha incumbência).

·         E nada mais? – continuei eu.

·         Diga a seus jovens que eu lhes quis sempre muito bem e que, até quando eu estava vivo, sempre rezei por eles e que ainda agora continuo a me lembrar deles. Que agora então rezem por mim.

·         Fique sossegado, eu lhes direi tudo isso e começaremos imediatamente a fazer nossos sufrágios pelo Sr. Apenas o Sr. Estiver no Paraíso, lembre-se de nós.

O Bispo, entretanto, apresentava um aspecto de maior sofrimento ainda. Causava dó vê-lo assim. Suportava uma agonia das mais angustiosas.

·         Deixe-me – me disse outra vez –, deixe que eu vá para onde o Senhor me chama.

·         Monsenhor!... Monsenhor!... – ia eu repetindo com um aperto de indizível compaixão.

·         Deixe-me! Deixe-me! – repetiu e desapareceu.

Eu, espantado e comovido diante de tanto sofrimento, me virei para retornar, mas topei em alguma coisa, acordei e me achei na minha cama” (MB VIII, 853).    


Obs.: O biógrafo Pe. Lemoyne escreve: “Dom Bosco não comentou nada sobre o estado daquele bom Bispo. De resto, por revelações digníssimas de fé e por testemunho dos Santos Padres, sabe-se que personagens de santidade, lírios de pureza virginal, ricos de merecimentos, realizadores de milagres e que hoje veneramos sobre os altares, por defeitos levíssimos, tiveram de passar um tempo, até mesmo longo, no Purgatório” (MB VIII, 859).

__________________________________

Fonte: “Os Sonhos de Dom Bosco”, coletânea organizada por Pietro Zerbino, sonho de número 25 desta coletânea; traduzido pelo Pe. Júlio Bersano; Editora Salesiana Dom Bosco, São Paulo, 1988.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Bento XVI é Uma das Maiores Inteligências do Mundo Atual.


Resigatio

 

Roma, 14 de Fevereiro de 2013 (Zenit.org). Alejandro Ridruejo Martínez


Publicamos a seguir o testemunho pessoal sobre o papa Bento XVI escrito pelo médico espanhol Alejandro Ridruejo Martínez, ex-presidente da Irmandade Médico-Farmacêutica dos Santos Cosme e Damião, que conheceu o pontífice pessoalmente em um congresso da Federação Mundial de Médicos Católicos.


Tinha pensado em escrever muito pouco este ano. Entre os vários motivos, por estar ocupado na edição de um livro simples, que reúne a maioria dos artigos que já publiquei.

Recebi a notícia depois da missa na pequena capela da enfermaria dos padres carmelitas descalços de Burgos.

Conheci pessoalmente o papa faz quatro anos, graças a um congresso organizado pela Federação Mundial de Médicos Católicos, que é presidida pelo jovem médico espanhol José María Simón Castellví, meu bom amigo. O congresso tratava da doação de órgãos.

Já comentei sobre este congresso, mas não me importo em repetir alguns detalhes.

Bento XVI nos recebeu na Sala Clementina por volta de meio-dia e meia e nos falou sobre a grandeza da gratuidade na doação de órgãos humanos e sobre o perigo da perversão através do dinheiro.


Os alemães o consideram hoje o alemão mais inteligente. Ele pode ser uma das maiores inteligências do mundo atual. Várias vezes, foi confirmado que ele estava acima de todos os que o rodeavam no Vaticano, o que, para mim, era um grande motivo de alegria e de tranquilidade, em particular por saber que ele sofreu a traição dos próprios colaboradores. Aliás, acho que ali começou o verdadeiro deteriorar-se físico dessa pessoa com antecedentes de ictus cerebral e com 85 anos de idade. Não nos esqueçamos da grande valentia que ele teve ao perseguir a pederastia na Igreja, nem de que devemos seguir o seu exemplo ao abordar este problema, que foi outro grande desgosto para a sua personalidade sensível.


Bento XVI, muito conhecido pela quantidade de escritos e como homem livre e humilde, também deixou escrita a possibilidade da renúncia do papa, por razões de idade, doença, falta de forças; como pessoa coerente, ele toma uma decisão muito respeitável.

Com toda gratidão e carinho,

Alejandro Ridruejo Martínez


Redes Sociais

Continue Acessando

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...