BLOG CATÓLICO PARA OS CATÓLICOS.

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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Cientistas demonstram que o Sudário de Oviedo tem a mesma origem que o Santo Sudário de Turim.


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A equipe de Pesquisa do Centro Espanhol de Sindonologia (EDICES), em colaboração com a Universidade Católica de Murcia (UCAM), confirmaram que o Sudário de Oviedo, o pedaço de pano que envolveu a cabeça de Jesus Cristo depois de sua Paixão, contém o mesmo tipo de pólen que o Sudário de Turim, o pano que cobriu o corpo do Senhor.
 
O pólen chegou até os nossos dias preso a um coágulo de sangue e provém da espécie Helicrysum, utilizada nos unguentos para envolver os cadáveres dos sepulcros judeus durante o século I da era cristã.
 
Em declarações ao grupo ACI, Alfonso Sánchez Hermosillo, diretor do EDICES, explicou que “este tipo de pólen tinha um preço mais alto que o ouro e demonstra que o cadáver recebeu o trato que teria recebido uma pessoa muito influente e poderosa. Segundo os Evangelhos, para envolver Jesus, utilizou-se uma quantidade importante e custosa de mirra e óleos para envolver o corpo de Jesus Cristo”.
 
O também chefe da Seção de Histopatologia Forense do Instituto de Medicina Legal Murcia, considera que a descoberta é mais uma concordância de primeira categoria a fim de unir-se à crescente lista destacada pelo estudo científico destas relíquias da Paixão, atribuída a Jesus de Nazaré.
 
Manchado de sangue e com algumas queimaduras de velas, este pano de forma retangular é um dos objetos funerais que envolveram o Senhor descritos por São João no Evangelho. Este objeto, junto ao Santo Sudário, teria sido recolhido pelo apóstolo que estava junto com São Pedro ao descobrir que o sepulcro de Jesus estava vazio.
 
O Santo Sudário de Oviedo representa assim uma das relíquias mais importantes da Igreja Católica que atualmente estão guardadas na Câmara Santa da Catedral de Oviedo (Espanha).
 
A pesquisa foi realizada através de um microscópio eletrônico de varredura de última geração da UCAM. Marzia Boi, a polinóloga do EDICES, o Centro Espanhol de Sindonologia, explicou que o pólen tem a mesma morfologia que o encontrado no Sudário de Turim.
 
Do mesmo modo, a perita descarta que o pólen proceda de uma contaminação posterior à época de Cristo, uma vez que está aderido ao sangue; ou seja, chegou à relíquia, ao mesmo tempo que o sangue, não de forma aleatória em algum momento ao longo de sua história. Este dado é muito importante pois permite provar a autenticidade do Sudário de Oviedo, e negar que se trate de uma falsificação.
 
Pesquisas anteriores demonstraram vários aspectos que relacionam as duas relíquias. O Sudário de Oviedo e o Santo Sudário apresentam manchas de sangue humano do grupo AB, e além disso as manchas deste sangue se encaixam perfeitamente com as manchas de sangue do rosto do Santo Sudário, o que só pode ser explicada se as duas telas cobriram a mesma face.
 
O Santo Sudário tem impresso o rosto e o corpo maltratados de um homem que coincide com a descrição do Senhor. Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o Sudário para preservá-lo da perseguição.
 
Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, atravessaram Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegaram a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas investigações, e onde encontraram que este trajeto descrito pela história da Igreja, coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que aparecem incrustados no tecido.
 
Durante a sua permanência na França em 1632, o Sudário foi recuperado de um incêndio na França. Isto não permite aos cientistas de hoje datar com segurança a sua origem, já que as mudanças químicas que se produzem em uma reação química como a combustão, falsificam os resultados da prova de datação com Rádio C-14.
 
Fonte: ACI
 
 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Bênção da Estátua do Santo Anjo da Guarda do Memorial do Nascituro


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 Por Will Goodman | Tradução: Fratres in Unum.com – Em 12 de dezembro de 2014, o Cardeal Raymond Leo Burke presidiu a “Benção da Estátua do Anjo da Guarda no Memorial do Nascituro”, localizado no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, em La Crosse, Wisconsin. Essa bela nova peça de arte sacra foi criada pelo renomado artista Anthony Visco, sendo um acréscimo motivador ao caráter solene desse local sagrado especial no solo do Santuário, que proporciona um testemunho vivo ao ensinamento da Igreja sobre a dignidade inviolável da vida humana e do grande amor de Deus Todo-Poderoso por cada pessoa humana. A estátua do Anjo da Guarda, reconhecida como uma obra prima no Memorial, revela um anjo altaneiro segurando gentilmente uma criança em seus braços fortes, ao mesmo tempo em que permanece vigiando duas crianças inocentes como se as tivesse guiando e protegendo ao longo dos caminhos da santidade.

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Cerca de cem peregrinos incluindo famílias, religiosos e padres de toda a nação reuniram-se no frio do lado de fora do Memorial do Nascituro na Solenidade de Nossa Senhora de Guadalupe. O Coro da Basílica entoou hinos piedosos enquanto sua Eminência abençoava e incensava a nova estátua do Anjo da Guarda. Em um sermão inspirado e comovente, o Cardeal Burke recordou aos presentes que o amor de Deus Todo-Poderoso por cada pessoa feita a Sua imagem e semelhança é confirmado no dom de um Anjo da Guarda dado por Deus para proteger o nosso dom da vida e assistir a cada um de nós em nossa vocação à santidade pessoal. Relembrando os restos terrenos das crianças preciosas que faleceram antes do nascimento e que estão sepultadas nesse Memorial pró-vida, Sua Eminência testemunhou a realidade de seus anjos, bem como o de nosso próprio, que está diante da Face de Deus dia e noite adorando a Majestade Divina e nos protegendo em sua fidelidade ao plano amoroso do Pai Todo-Poderoso. O Cardeal Burke concluiu suas observações convidando os peregrinos a se unirem a ele na recitação da oração amada, aprendida desde a mais tenra infância, ao Anjo da Guarda: “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, Se a ti me confiou a piedade divina. sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.” Ao final da qual, a procissão solene e alegre de peregrinos seguiu sua Eminência, os padres concelebrantes, os Cavaleiros de Nossa Senhora e os Acólitos até a Igreja principal para o Santo Sacrifício da Missa, celebrando o milagre da gloriosa aparição de Nossa Senhora de Guadalupe a São Juan Diego em 1531.

http://fratresinunum.com/2015/01/18/foto-da-semana-218/


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