BLOG CATÓLICO PARA OS CATÓLICOS.

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"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

sábado, 12 de junho de 2021

ORAÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA, EM OBSÉQUIO DO SEU SAGRADO CORAÇÃO.


Ó Advogada Universal do gênero humano, ó Mãe de piedade, ó refúgio dos pecadores, observai a bela ocasião que tendes de contentar o vosso tão amoroso Coração, socorrendo a minha miséria! Sois a Primogênita do Redentor, a primeira Discípula da Sua escola divina, a Companheira fiel de todas as Suas fadigas, a mais viva Cópia de todas as Suas virtudes: Vós, única entre todas as criaturas, fostes a primeira que doastes ao Criador, doando-Lhe Aquele ser amado que não tinha; Vós abundantemente supristes por toda a ingratidão dos filhos de Eva, e no vosso Coração felicíssimo preparastes para o Verbo Divino um Paraíso tão delicioso que do seio do Eterno Pai desceu Ele, para habitar o vosso, e Vos constituiu a primeira personagem depois d'Ele. Mas por isso mesmo, que tão sublime sois, Vos teríeis esquecido da nossa mesquinhez? Ah! O vosso Coração, em tudo semelhante ao do vosso Divino Filho, demasiado aborrece aqueles opulentos, que só para si querem as suas riquezas. Duplamente nos apraz a vossa felicidade, porque dela podeis fazer participantes também a nós miseráveis criaturas; e tanto de nós Vos compadeceis que, se vô-lo permitira o vosso estado, mais vivamente do que nós mesmos, sentiríeis os nossos males. Eis porque, cheio de confiança, perante Vós me apresento; e Vos ofereço o meu coração, não como um tributo digno da vossa grandeza, mas como um deserto de espinhos, estéril, infrutífero, que apenas sabe tirar do bem o mal, retribuir amor com ingratidão, e compensar os benefícios com os pecados. Transformai-o, pois, em um lugar de amenidade, onde possa vir comprazer-se o vosso Divino Filho. Podeis fazê-lo com uma só palavra; mas porque para o fazer necessitas da minha vontade, protesto aborrecer sobre todos os males, as traições que tenho perpetrado ao vosso e ao meu Deus com as minhas iniquidades; pecados que, se assim eu os pudesse  destruir de modo que não tivessem existido, preferiria aniquilar-me e nunca ter vindo ao mundo. Por isto, desejo que o vosso Coração cheio de todas as virtudes me sirva de escudo para assimilar os golpes da Divina Justiça; e para tal fim, eu O venero e diante d'Ele me prostro com todos os Bem-aventurados do Céu e com todos os vossos devotos da terra, para com eles plenamente confessar que sois digna de todas as honras, e para com eles me dedicar ao vosso serviço de tal maneira que a todo tempo esteja pronto a dar minha vida pela defesa da vossa dignidade incomparável, da vossa pureza virginal, e de todas as vossas qualidades, pelas quais eis de ser eternamente venerada por todos os eleitos, e espero que também por mim, no Paraíso. Amém.


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Fonte: Rev. Pe. João Pedro Pinamonti, S.J., "O Sagrado Coração de Maria Virgem - proposto à devoção dos fiéis", Consideração VII, pp. 170-172. Duprat & Comp., S. Paulo/SP, 1904.


terça-feira, 8 de junho de 2021

AS INESGOTÁVEIS RIQUEZAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS. (XVI Parte)


Milagre da Ordem Moral

na Pessoa de Jesus Cristo

Milagres da Ordem Moral: A ordem moral, como a intelectual, tem no homem limites assinalados pela experiência universal, os quais só Deus lhe pode fazer transpor. Se o Catolicismo tem em si fatos, que evidentemente ultrapassam esses limites, a razão me obrigaria a adesão a essa Religião, como tendo estampado o cunho da infalibilidade divina.

Ora, eu chego a essa demonstração, considerando os fatos no Fundador do Catolicismo, na sua natureza, na execução e nos frutos da sua obra.

§ 1º

Milagre da Ordem Moral na Pessoa de Jesus Cristo

Tanto é divino o caráter intelectual de Jesus Cristo, como o é o seu caráter moral. Ao passo que todos nós nascemos mais ou menos egoístas, Jesus Cristo mostra-se ou esquecido de Si mesmo ou dedicado totalmente ao bem dos outros; vive só para eles, dando preferência aos pobres e desgraçados; o seu Coração abrasa-se em uma caridade, que o mundo não conhece, em uma simpatia incomparável para com todas as misérias humanas. Percorre a Judeia “semeando benefícios por toda a parte”;1 socorre os enfermos; misericordioso para com os pecadores, cujo verdadeiro médico se mostra pelo acesso, que lhes dá ao seu lado, declara-se enviado especialmente para eles; atrai-os com uma bondade tão comovente, que se revela nas parábolas da dracma perdida, na ovelha desgarrada, no filho pródigo; procura-os com um zelo e doçura, cujo exemplo nunca dera mortal algum antes d’Ele; ama as almas como ninguém as amou; “ama-as até ao excesso”, diz São Paulo;2 vive e morre só para a salvação de todas, até daquelas que hão de repelir-Lhe os benefícios, e até pela salvação dos seus algozes. Quantos suspiros inefáveis faz sair dos seus lábios este Coração! Quantas lágrimas tocantes e heroicas faz deslizar dos seus olhos! Falando da morte sangrenta, que Lhe está reservada, exclama: “Eu devo ser batizado em um batismo, e quanto eu sinto desejos que ele se cumpra!”3 Do alto de uma colina Ele lança as suas vistas sobre a cidade, que encheu de benefícios e que Ele sabe vai ser teatro da sua Paixão e Morte, e bem longe de indignar-se contra tão horrorosa ingratidão, lamenta-a: “chora sobre ela”, e expande a sua dor em termos que não podem ler-se sem profunda comoção: “Jerusalém, Jerusalém, quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha reúne os pintainhos sob as asas, e tu o não quisestes!”4 Quem sentiu alguma vez assim, e quem falou deste modo?

Mas se o Coração de Jesus Cristo está tão cheio de inefável ternura para com aqueles que são os mais indignos, que sucederá para com os que querem corresponder ao seu amor? É aqui que Ele se mostra ainda mais divino, se é possível usar deste adjetivo. No discurso depois da ceia, Ele cria, se podemos dizê-lo assim, uma linguagem nova, para expandir sobre os seus discípulos muito amados os sentimentos, de que está repleto. Chama-os “filhos e amigos” a quem confiou os segredos de seu Pai, e a quem vai dar no momento de morrer o maior testemunho do seu amor; quer que eles se amem uns aos outros como Ele os amou; e por três vezes lh’o recomenda como coisa que mais tem a peito; quer que eles sejam “em unidade com Ele, como Ele o é com o Pai”.5 A este respeito disse D. Bossuet: “O leitor que tem alma feita para sentir, saborear e examinar o verdadeiro, o bom, belo, patético, sublime, leia e torne a ler os capítulos XIV, XV, XVI, XVII do Evangelho do discípulo amado. Sinto que o meu plano não me permite analisar estes diversos colóquios do melhor e mais respeitável dos Mestres, desse Mestre que ia dar a sua vida pelos seus amigos, consagrando os seus últimos momentos a instruí-los e consolá-los! Mas que digo? A admiração me desvaira e tira-me até o sentimento da minha incapacidade; semelhantes entretenimentos não podiam ser analisados senão por aqueles a quem o divino Mestre dizia que não lhes dava já o nome de servos. Quanto deploro o homem desprovido de sentimento ou de inteligência, ou bastante dominado pelos seus preconceitos, para permanecer insensível a entretenimentos, em que o divino benfeitor da humanidade se pintava a Si mesmo com uma verdade e simplicidade tão tocantes e majestosa!”6

A esses caracteres tocantes e excepcionais da moralidade de Jesus Cristo adicionam-se a sua santidade e grandezas realmente divinas. No Fundador do Catolicismo vejo exteriormente um homem; mas se sofre as necessidades do homem físico, não passa pelas debilidades do homem moral. Iguala àquele, e é superior a este.

No seu proceder, como nos seus discursos, tudo anuncia uma inteligência sobre-humana… Tudo é grande e santo n’Ele… Não prega aos seus discípulos senão humildade, dá-Lhes o exemplo de todas as virtudes, que formam os grandes homens; isto é, os homens mais úteis à sociedade pelo desprezo das riquezas e até da vida”.7

E o que é mais espantoso e admirável no caráter moral de Jesus Cristo, é a igualdade constante; sempre santo, sempre grande até nas inauditas humilhações da sua Paixão e Morte: “é sempre o mesmo quando O acusam, como quando O louvam; quando O insultam, como quando O honram; quando O querem apedrejar, como quando tentam fazê-Lo rei; quando a multidão O rodeia e oprime, como quando está só no deserto e sobre as montanhas”.8 É o mesmo, quando o povo faz ecoar nos seus ouvidos o entusiástico – Hosana ao Filho de Davi na sua entrada triunfal em Jerusalém, e quando poucos dias depois esse mesmo povo Lhe prefere Barrabás e reclama a sua morte sobre a Cruz. Em presença dos seus juízes tem a majestade da palavra quando a honra do seu Ministério o reclama; e a majestade do silêncio ante Herodes e Pilatos; a majestade da inocência, que se cala, quando Lhe bastaria abrir a boca para confundir os seus acusadores e furtar-se ao suplício.

Perguntá-lo-emos a qualquer homem que tenha alma um pouco levantada nas ideias e sentimentos, se o caráter moral de Jesus Cristo não tem impresso o cunho divino? E como sucede que nada Lhe pode ser comparável nem antes nem depois? E como Jesus Cristo seja um homem único entre todos quantos tem havido quanto ao caráter moral?

Esse caráter incomparável é um derrogação às leis constantes da natureza humana, e se assim é, o Fundador do Catolicismo é um milagre da ordem moral, como o é da ordem intelectual.

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Fonte: Cônego E. Barthe, “Motivos da Minha Fé Religiosa”, Terceira Parte, Capítulo IV, pp. 423-428. J.J. de Mesquita Pimentel – Editor, Porto, 1883.

1  Act., X, 38.

2  Eph., II, 1.

3  Luc., XII, 50.

4  Math., XIII, 37.

5  Joan., XIV; XV; XVII.

6  Recherches sur le Christianisme.

7  Teoria do Poder Político, pelo Visconde de Bonald.

8  Meditações, pelo Padre Hamon, cura de S. Sulpício, tomo III.


sábado, 29 de maio de 2021

CATECISMO SOBRE O ESPÍRITO SANTO.

Oh! como é belo, meus filhos! O pai é nosso Criador, o Filho é nosso Redentor, e o Espírito Santo é nosso Condutor.

O Homem nada é por si mesmo, mas é muito com o Espírito Santo. O homem é todo terreno e todo animal; só o Espírito Santo é que lhe pode elevar a alma e levá-lo para o alto. Por que é que os Santos eram tão desapegados da terra? Porque se deixavam conduzir pelo Espírito Santo. Os que são conduzidos pelo Espírito Santo têm ideias justas. Aí está porque há tantos ignorantes mais sabidos que os eruditos. Quando alguém é conduzido por um Deus de força e de luz, não se pode enganar.

O Espírito Santo é uma luz e uma força. É Ele que nos faz distinguir o verdadeiro do falso e o bem do mal. Como essas lunetas que aumentam os objetos, o Espírito Santo faz-nos ver o bem e o mal em ponto grande. Com o Espírito Santo, vê-se tudo em ponto grande; vê-se a grandeza das menores ações feitas por Deus, e a grandeza das menores faltas. Assim como um relojoeiro com as suas lunetas distingue as mais pequenas engrenagens de um relógio, com as luzes do Espírito Santo nós distinguimos todas as minúcias da nossa pobre vida. Então as menores imperfeições parecem grandíssimas; os menores pecados causam horror.

Foi por isso que a Santíssima Virgem nunca pecou. O Espírito Santo fazia-lhe compreender a fealdade do mal. Ela tremia de susto à menor falta.

Os que têm o Espírito Santo não podem sentir-se tão bem, conhecem a sua pobre miséria. Os orgulhosos são os que não possuem o Espírito Santo.

As pessoas do mundo não têm o Espírito Santo, ou, se o têm, só o têm de passagem; Ele não se detém nelas. O barulho do mundo fá-lo partir.

Um cristão que é guiado pelo Espírito Santo, não tem dificuldade em deixar os bens deste mundo para correr atrás dos bens do Céu. Sabe fazer a diferença.

O olhar do mundo não vê mais longe que essa parede, quando a porta da igreja está fechada. O olhar do cristão vê até ao fundo da eternidade.

Para o homem que se deixar guiar pelo Espírito Santo, parece que não há mundo; para o mundo, parece que não há Deus… Trata-se pois de saber que é que nos guia. Se não é o Espírito Santo, por mais que façamos, não há substância nem sabor em nada do que fazemos. Se é o Espírito Santo, há uma doçura macia… é de se morrer de prazer…

Os que se deixam guiar pelo Espírito Santo sentem toda sorte de felicidade dentro de si mesmos; ao passo que os maus cristãos rolam-se sobre espinhos e pedregulhos.

Uma alma que tem o Espírito Santo nunca se aborrece na presença de Deus: sai-lhe do coração uma transpiração de amor.

Sem o Espírito Santo, nós somos como uma pedra do caminho… Tomai numa mão uma esponja embebida d’água e noutra um pequeno seixo: apertai-os igualmente. Não sairá nada do seixo, e da esponja fareis sair água em abundância. A esponja é a alma cheia do Espírito, e o seixo é o coração frio e duro em que o Espírito Santo não habita.

Uma alma que possui o Espírito Santo saboreia um gosto na oração que faz que ela ache sempre o tempo demasiado curto; ela nunca perde a santa presença de Deus. O seu coração, diante do nosso bom Salvador, no Santíssimo Sacramento do altar, é como uma uva no lagar.

É o Espírito Santo que forma os pensamentos no coração dos justos e lhes gera as palavras na boca… Os que têm o Espírito Santo não produzem nada de mau; todos os frutos do Espírito Santo são bons.

Sem o Espírito Santo tudo é frio; por isso, quando a gente sente que o fervor se vai perdendo, deve depressa fazer uma novena ao Espírito Santo para pedir a fé e o amor… Vede! Quando se faz um retiro ou um jubileu, fica-se cheio de bons desejos; esses bons desejos são o sopro do Espírito Santo que passou sobre a nossa alma e tudo renovou, qual esse vento quente que derrete o gelo e traz de novo a primavera… Vós que não sois entretanto grandes santos, tendes muitos momentos em que saboreais as doçuras da oração e da presença de Deus; são visitas do Espírito Santo. Quando temos o Espírito Santo, o coração se dilata, banha-se do amor divino. O peixe nunca se queixa de ter água demais; assim também o bom cristão nunca se queixa de estar por demasiado tempo com Deus. Há quem ache a religião fastidiosa, é que esses não têm o Espírito Santo.

Se se dissesse aos condenados: “Por que é que estais no Inferno?” Eles responderiam: “Por termos resistido ao Espírito Santo”. E se disséssemos aos Santos: “Por que é que estais no Céu?” Eles responderiam: “Por termos escutado o Espírito Santo…” Quando nos vêm bons pensamentos, é o Espírito Santo que nos visita.

O Espírito Santo é uma força. Era o Espírito Santo que sustentava São Simeão sobre a coluna; era Ele que sustentava os Mártires. Se não fosse o Espírito Santo, os Mártires teriam caído como a folha das árvores. Quando acendiam contra eles as fogueiras, o Espírito Santo extinguia o calor do fogo pelo calor do amor divino.

Deus, enviando-nos o Espírito Santo, fez a nosso respeito como um grande rei que encarregasse o seu ministro de conduzir um súdito seu, dizendo: Acompanhareis este homem por toda parte, e mo reconduzireis são e salvo”. Como é belo, meus filhos, ser acompanhado pelo Espírito Santo. É um bom guia esse… E dizer que há quem não O queira seguir!…

O Espírito Santo é como um homem que tivesse um carro com um bom cavalo, e que nos quisesse levar à capital. Teríamos só que dizer sim e pular dentro… É realmente um belo negócio dizer sim!… Pois bem! O Espírito Santo quer levar-nos para o Céu; temos só que dizer sim e deixarmo-nos conduzir.

O Espírito Santo é como um jardineiro que trabalha a nossa alma… O Espírito Santo é nosso criado…

Eis aí uma espingarda: Vós a carregais… mas é preciso alguém para lhe por o fogo e dispará-la… Assim também, há em nós com que fazer o bem… É o Espírito Santo que põe o fogo, e as boas obras partem.

O Santo Espírito repousa nas almas justas, como a pomba no ninho. Acalenta os bons desejos, como a pomba os seus filhotes.

O Espírito Santo nos guia como uma mãe guia o filho de dois anos pela mão… como uma pessoa, que enxerga, guia um cego.

Os Sacramentos que Nosso Senhor instituiu não nos salvariam se não fosse o Espírito Santo. A própria morte de Nosso Senhor ser-nos-ia inútil se não fosse Ele. Foi por isto que Nosso Senhor disse aos seus Apóstolos: “É útil para vós que eu me vá, porque, se eu não me fosse, o Consolador não viria…” Era preciso que a descida do Espírito Santo viesse frutificar essa messe de graças. É como um grão de trigo; vós o lançais em terra; mas é preciso o sol e a chuva para fazê-lo medrar e ascender em espiga.

Dever-se-ia dizer cada manhã: “Meu Deus, enviai-me o vosso Espírito que me faça conhecer o que eu sou e o que sois Vós” (“Noverim te, noverim me! Que eu vos conheça e me conheça!” dizia S. Agostinho).




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Fonte: Abbé Alfred Monnin, “O Espírito do Cura D’Ars – Nos Seus Catecismos, Homilias e Conversação”, Parte I, Cap. IV. III Edição, Editora Vozes Ltda, Petrópolis/RJ, 1959.


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