BLOG CATÓLICO PARA OS CATÓLICOS.

BLOG CATÓLICO, PARA OS CATÓLICOS.

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

As Oito Bem-aventuranças do Lar



1 - Bem-aventurada a casa onde se reza e se ensina a rezar, 
porque nela estará o Senhor.


2 - Bem-aventurada a casa onde se santifica o Domingo e as Festas (de preceito), 
porque os seus habitantes se encontrarão na Festa do Céu.
Papa Bento XVI celebrando a Santa Missa Versus Deum

3 - Bem-aventurada a casa de onde não se sai para frequentar más diversões, 
porque nela reinará a alegria cristã.


4 - Bem-aventurada a casa onde não entram as blasfêmias, 
as más conversas, os livros e jornais perigosos, 
porque será cumulada de bênçãos e de paz.

5 - Bem-aventurada a casa onde a tempo se chama o Sacerdote para perto dos enfermos, porque neles será aliviada a enfermidade e a morte será abençoada.


6 - Bem-aventurada a casa onde se tem amor filial e devoção constante a Nossa Senhora, porque ela guardará sempre os seus filhos.

7 - Bem-aventurada a casa onde se cumpre fielmente a Vontade de Deus 
e os Deveres do próprio estado, 
porque ela estará sempre sob a proteção especial de Deus.


8 - Bem-aventurada a casa em que os pais têm a consolação de possuírem filhos obedientes, e onde os filhos encontram nos pais exemplo do Temor de Deus, 
porque ali será um ninho de justos, um asilo de virtudes 
e um tabernáculo de salvação.



(Transcrito de "O Sino de São Francisco", de 30/09/1934).

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SANTAS ADMOESTAÇÕES SOBRE A MODÉSTIA NO VESTIR. 1ª Parte.


Às Esposas Cristãs

► "É necessário que as mulheres cristãs fiquem sabendo de uma vez para sempre que, não é defeito nenhum vestirem-se com elegância e bom gosto; que não é falta ne­nhuma pinta­rem-se, a não ser que daí resulte qualquer efeito anti-estético, e que as dro­gas e tintas no rosto, como tais consideradas, são apenas uma questão de moda, essen­cialmente contingente, que em nada afeta a ordem moral. A vir­tude tem obrigação de ser amável, e de o ser a valer. A única barreira que neste ponto não se deve trans­por é a do excesso. E o excesso estaria em uma cris­tã consagrar as principais ocupações do seu espírito em assemelhar-se o mais possível a um fi­gurino da moda, a ponto de negligenci­ar os seus deveres. Tal seria o caso da mulher que, por amor da toilette, arruinasse o marido, descuidasse dos filhos, ou até re­cusasse tê-los para não se tornar menos ele­gante" (R. Pe. Raul Plus, S. J., "Cristo no Lar", Liv. III. b − Coquetismo Ho­nesto).

Obs: Não esqueçam os leitores que o Autor, fazendo suas estas palavras, escre­ve em França e, sobretudo, para França, onde a mentalidade será talvez um pouco mais desempoeirada do que entre nós. Seja como for, as pinturas de rosto, unhas, sobran­celhas... não são virtu­de, nem portanto recomen­dáveis. E embora não se de­vam ta­xar de pecaminosas em si − prescindimos da intenção, − deve­mos, entretan­to, reco­nhecer que são uma triste levianda­de, a qual não é indício de grande dota­ção de juízo (R. Pe. José de Oliveira Dias, S. J., o Tradutor).

► "Quanto aos trajes, São Paulo na Carta à Timóteo, escreveu: − 'Do mesmo modo orem tam­bém as mulheres em traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobrie­dade, e não com cabelos frisa­dos, nem com ouro, nem pérolas ou vestidos caros, mas sim como convém a mulheres que fazem profis­são de piedade'(1 Tim. 2, 9-10). − ... O que é pe­cado ou ocasião de pecados são as modas indecen­tes, com vestidos cur­tos, deco­tados, minissaias ou mini-calções, etc. Tudo isto sim, é que é vergo­nhoso e oca­sião de escândalo. O Demô­nio in­ventou estas modas provocadoras para levar à imo­ralidade. Quem assim se veste já per­deu o dom da pureza. Já transformou sua alma em templo de Satanás. 'Ai do mundo por causa dos escândalos' (S. Mat. 18, 7)" (R. Pe. Antônio, "À  procura da verda­de", Cap. II. 39, 1986).

► "Não só São Pedro é pescador de homens; o Demô­nio não o é menos. Tam­bém ele lan­ça a rede, e muitos são os peixes que se lhe emaranham nas malhas. Também ele lança o anzol, provendo-o da isca da vaidade. Como a vaidade do cor­po é uma inclinação mais natural da mulher do que do homem, o Demô­nio tem jogo fácil em aproveitar-se des­se fraco e afastar muitas almas do caminho da virtu­de. A posição da mulher cristão na so­ciedade e no lar exige que conceda ao corpo a necessária atenção e se vista com elegân­cia e decência. Relaxamento e negligência neste particular nunca foi virtude e nem agrada a Deus. O exagero, porém, é do mal. A mulher católica, que como tal se preza, não se dei­xa escravizar pela moda, principalmente quando esta se apresen­ta contrária às Leis da ho­nestidade cristã. Repetidas são as admoestações do Apóstolo São Paulo às mulheres exi­gindo, que se vistam com decência. Grande responsabilidade assumem as mulhe­res que, não observando as Leis da Moral no vestir, não só escandalizam o próximo, como tam­bém põem em grande risco a própria salvação: 'Dize-me como te vestes e dir-te-ei quem és'" (R. Pe. João Batista Lehmann, S. V. D., ob. cit., Liv. II, 30 de Agosto − Re­flexões).

► "Uma mulher pode e deve se enfeitar melhor quando está com seu marido, sa­bendo que ele o deseja; mas, se o fizesse em sua ausência, haveria de pergun­tar-se a quem quererá agradar com isso. Às moças se concedem mais adornos, porque podem de­sejar agradar, contanto que suas intenções sejam de ganhar um só coração para o casa­mento legítimo. O mesmo se há de di­zer das viúvas que es­tão pensando em novas núpci­as, contanto que não queiram imitar em tudo as jo­vens, porque, depois de terem passado pelo estado matrimonial e pelos desgostos da viuvez, pensa-se que devem ser mais sóbri­as e moderadas" (São Francisco de Sales, "Filotéia", III, 24).

Francisco de Goya y Lucientes

Às Mães Católicas sobre a Educação dos Filhos

► "Criança ainda, Santa Francisca Romana não tolerava que alguém a visse insuficiente­mente coberta e, menos ainda, que lhe pusesse a mão irreverentemen­te.

─ Quanto não pecam os pais, quando não têm o cuidado de vestir decente­mente os filhos pequenos, expondo-os às vistas curiosas, libidinosas e sen­suais. A moda atual
(n. c: era então 1935), que prescreve vestidinho curto, é injusti­ficável perante a Lei Divina, que manda respeitar a decência e o pudor, também nas cri­anças pequenas. Que juízo será o daqueles pais que, deixan­do-se levar e guiar pelo espírito de vaidade e da sensualidade extinguem na alma dos filhos pe­quenos o sentimento do pudor, preparam a queda inevitá­vel da inocência dos mes­mos, não lhes cobrindo o corpo, segundo as prescrições da decência cristã!" (R. Pe. João Batista Lehmann, S. V. D., ob. cit., Vol. I, 9 de Março − Refle­xões).

► "Se soubésseis tudo quanto Deus espera da mulher, das mães! A mãe que vive a sua vocação deve conhecer toda a responsabilidade que pesa sobre ela, e não pode per­mitir aos seus filhos ou outros quaisquer, como muito bem disse Mons. Bispo de Moncau­van: 'que o corpo, so­bretudo do ou da donzela, seja cober­to! Os interesses superiores da alma o exigem! Mantendo-se o corpo no seu ofício de servidor da alma, ele é mantido no seu justo posto, ficando respeitada a hierar­quia dos valores, assegurada a ordem natural e o sucesso da verdadeira cultura física!'

E o Bispo conclui: 'é por meio de uma juventude, pura, modesta, disciplina­da, habi­tuada à mortificação da carne, que teremos uma França bela, forte e viva!'" 
(G. Joannés, "O Sacerdócio das Mães", Cap. IV).

► "Em casa pode haver uma familiaridade perigosa na sem-cerimônia com que a filha moça se veste e aparece perante irmãos moços. Há transparências pre­judiciais nos seus vestidos de intimidade. A mãe criteriosa saberá proibir que ande pela casa com cer­tos peignoirs e pijamas (n. c: camisolas, etc.). O irmão poderá sentir curiosidades que se tornam perigosas com o tempo ou com as outras mo­ças.

Obs: A sem-cerimônia de minhas irmãs foi o primeiro passo para os meus erros − decla­rou ao médico um pobre rapaz" (R. Pe. Geraldo Pires de Souza, C. Ss. R., "As três chamas do Lar", Cap. "Mãe e Educadora", II, 13).


Às Mulheres Católicas de um modo geral

► "O asseio exterior representa de algum modo a honestidade interior... Pro­pendei sem­pre quanto vos for possível, para a parte da singeleza e modéstia, que sem dúvida é o maior ador­no da formosura e a melhor desculpa da fealdade... E as mulheres vãs são tidas por fracas na cas­tidade; pelo menos se a tem, não aparece entre tantas superfluidades e bagatelas. Dizem que não tem má intenção; mas eu replico: que o Diabo sempre a tem. O meu desejo era, que o meu devoto e a minha devota fossem sempre os mais bem vesti­dos..., mas os menos pomposos e afeta­dos; e como se diz nos Provérbios, se adornassem de Graça, decência e de­coro" (São Francisco de Sales, "Introdução à Vida Devota", Part. III, Cap. XXV, pp. 235-237, 2ª Edição, Lisboa, 1875).

► "Causa-se dano, criminosamente, a própria saúde... com certos abusos no ves­tir... As modas condenáveis no vestir. Tal foi, por exemplo, a do espartilho; este aperto insensato da cin­tura impede o de­senvolvimento do corpo e provoca desordens orgâni­cas muito graves, que mui­tas vezes têm ocasionado mortes repentinas (R. Pe. Kneipp, e Dr. Virchow). A forma moderna do calçado, que quer transformar o pé em um instrumen­to pontiagudo, não só produz calos, senão que predispõe para a Gota (Dr. Virchow). A im­prensa tem também frequentes vezes registrado acidentes causados por calçado demas­iadamente apertado: Flebites, Varizes, inflamações do pé, que tornaram necessá­rias amputações. É o castigo da vaidade" (R. Pe. Francisco Spirago, "Catecismo Católico Po­pular", Vol. II, 5º Mandamento da Lei de Deus).

► "Os vestidos indecentes ou demasiado luxuosos: As pessoas vestidas de ma­neiras in­decentes são instrumentos de Satanás, que se serve delas para per­der as almas (São Bernardo). A vaidade e o luxo do vestir aumentam muito o poder do Demô­nio. Quan­do alguém se veste com a intenção de atrair os olhares, já não se pode pretender que seja casto e pudico na sua alma: o ves­tuário o convencerá da mentira (São Felipe Nery). O de­sejo de agradar não brota de um coração inocen­te e não é senão um laço para atrair o pró­ximo para o vício (Tertuliano). As meninas e mu­lheres de costumes duvidosos são as úni­cas que se permitem deslum­brar o pú­blico com toilettes espalhafatosas. São Cipriano di­zia que para aquelas para quem os sentidos são tudo, os costu­mes são nada" (R. Pe. Fran­cisco Spirago, ob. cit., Vol. II, 6º Mandamento da Lei de Deus).

► "Os impudicos vestem-se, às vezes, como tolos" (R. Pe. Francisco Spi­rago, ob. cit., Part. II, Cap. IV, n. 404).

► "A modéstia é inimiga das modas indecentes, abaixa tristemente os olhos se tais são, que as pessoas assim trajadas se acham descompostas, e tem por grande peca­do ter o menor de­sejo de galas que são reprovadas por todas as pes­soas de vergonha e que deveriam ser desterra­das da boa sociedade. Como pode uma mulher que anda trajada com indecência lembrar-se sem estremecer, de que Deus a está vendo? Talvez que nem em Deus pense! Mas nesse caso, que há de vir a ser dela? ... Ela não pode ser serva de Maria, o espelho de toda a modéstia e de todo o pu­dor. Quem intercederá, pois, por ela? Será porventura o seu Anjo Custó­dio? Ela nem dele se lem­bra; e o fiel companheiro de sua peregrinação des­via os olhos daquela que perdeu a castidade em ação de se remontar aos Céus, vergo­nhoso por amor daquela que nenhuma vergonha tem. Infeliz criatura! Deus, e os outros Santos protetores te desampararam, porque te deixastes guiar pelas su­gestões do Demô­nio, Pai da soberba e da impureza..." (Madame Tarbé des Sablons, "Mês de Maria ou Nova Imitação da Santíssima Virgem", 7º Dia).

► "Tanto mais formosa é a mulher quanto mais a castidade envolver o seu vulto com o re­cato da modéstia" (D. Antônio de Almeida Moraes Júnior, "Breviário de Maio", p. 54).

► "Hoje os veículos da corrupção multiplicaram-se de modo prodigioso. Cine­mas, rádio, televi­são, revistas, Modas, praias, nas mãos dos inimigos de Deus e das al­mas são, como eles mesmos o di­zem, meios eficazes de fazer entrar a corrupção pe­los cinco sentidos, princi­palmente pelos olhos. Como podem ser puros moços e mo­ças, homens e mulheres que habitu­almente assistem filmes, lêem re­vistas em que os ví­cios são glorificados, a virtude achinca­lhada e ridicularizada, em que o cenário, o traje, as palavras e as ações são muitas vezes provocações e desejos criminosos e atos perversos? Tudo isto é combustível atirado ao braseiro da sensualidade. Quantas quedas talvez tivéssemos evi­tado no passado, se, como Jó, tivéssemos feito com os nossos olhos o pacto de nunca olharmos o que não é permitido de­sejar?" (R. Pe. Gui­lherme Vaessen, C. M., "Os Atentados do Vício Impuro", Part. III, "Vigilância").

► "Que faria o Senhor, diz o Venerável Beda, se no Templo encontrasse ri­xas, zombari­as gros­seiras, discursos levianos, quando de lá enxotou os que apenas ven­diam o necessário para os sacrifícios!

E que faria se lá encontrasse o que vemos hoje em nossas igrejas, muito mais sagradas que o Templo de Jerusalém, tanta imodéstia no vestir, tanto encontro crimi­noso, tantas postu­ras e modos in­decorosos?!!

Presencia Cristo Senhor Nosso essas profanações sacrílegas até ao pé dos altares onde reside, na mesma hora em que neles Se imola por nós; atura e cala, mas ai! Que muito mais de temer é a Sua dissimulação e paciência, que a própria ira que manifestou no templo" (R. Pe. Leonardo Goffiné, O. Prem., "Manual do Cristão", 2ª Feira da IV Semana da Quaresma).

► "Mas como vivendo no mundo, e dada a funesta facilidade que existe de exibi­ções obscenas, já com muitas Modas indecentes, já nas revistas, fotografias, postais, etc., é impos­sível que os olhos e os ouvidos não tropecem alguma vez em pe­rigos semelhantes, e ain­da sem isso o Demô­nio pode atacar a nossa imaginação; é preciso praticar algum meio para re­pelir os maus pensamentos depois que vem" (R. Pe. Juan Al­bizu y Sainz de Murieta, "Catecismo de Adultos", Part. III, Cap. XXVI, n. 474).

► "O princípio, que nos deve servir de regra, é o de São Paulo: 'Não sa­beis que os vossos corpos são membros de Cristo? Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espíri­to Santo que re­side em vós?' (1 Cor. 6, 15 . 19).

É necessário, pois, respeitar o nosso corpo como um templo santo, como um membro de Cristo. Nada desses trajes mais ou menos indecentes, que são fei­tos senão para provocar a curio­sidade e a volúpia. Cada qual traga o vestido recla­mado pela sua condição, simples e modesto, mas sempre asseado e decente.

São Luís diz numa palavra, 'que cada qual se deve vestir conforme o seu estado, de sorte que as pessoas prudentes e os homens de bem não possam di­zer: é de mais; nem os jovens: é de menos'.

Quanto aos Religiosos e Religiosas, bem como aos Eclesiásticos, to­dos es­tes têm sobre a forma e a matéria dos vestidos regras a que se devem conformar. É inútil dizer que o mundanismo e a afetação estariam completamente des­locados entre eles e não po­deriam deixar de escandalizar os próprios mundanos" 
(Adolfo Tanquerey, "Compêndio de Teologia Ascética e Mística", Part. II, Liv. I, Cap. III, Art. III, n. 772).

► "Como não sofrer e sentir o coração constrangido ao olhar em torno e ver a ruí­na de tantas jovens desnorteadas e sem consciência? Vestidos que reve­lam uma deca­dência de costu­mes. Mulheres em roupas decotadas, apertadas, assu­mindo atitudes de 'estrelas', atitudes auda­zes e sensuais.

E como não ver o pavoroso escândalo que certas jovens, que se dizem cris­tãs, se­meiam pelas ruas, nos bondes, nos trens, nas praias, nas montanhas, por onde passam, profanando a pu­reza, transgredindo a Lei Moral, destruindo os prin­cípios básicos, que de­veriam estar impressos na alma da jovem, que aspira aos cumes nevados? Como não pen­sar na ruína das almas e na tre­menda responsabili­dade diante de Deus, pela profanação dos dons da graça e do decoro?


Ouve o que escreve a este propósito Gertrud von le Fort em seu livro pro­fundo 'A Mulher Eterna': 'Alguns modos de trajar, sob esse ponto de vista, são horrí­veis aberrações, ou me­lhor, transfor­mam-se simplesmente em exibições, no verda­deiro sentido da palavra e o re­velar-se da mulher significa o fim do seu mistério. Não há dúvida de que a mulher que, em­bora sem ceder às tenta­ções dos sentidos, se dedi­ca ao mais miserável de todos os cultos, ao culto do próprio corpo, e isto sem con­sideração com a miséria que a circunda, representa uma forma de degenerescên­cia, que não tem mais nenhum nexo com a sua missão metafísica. Encontra­mo-nos aqui, diante do rosto espectral e vulgar que se opõe à imagem divina; más­cara sem o aspecto de feminilidade. Este, e não o do operário bolche­vista desfigu­rado pela fome e pelo ódio, é a expressão verdadeira do ateísmo moderno...'" (Ân­gela Sorgato, "Sinfonia de Vozes", pp. 343-345).

► "Os vestidos indecentes não pertencem senão às mulheres desonra­das e de re­putação perdida. Não suponho que se encontrem nas mulheres honradas e ho­nestas, para as quais escrevo. Mas já que o abuso neste ponto é tão grave, retende as observações seguintes: elas serão para vós um pre­servativo e vos servirão também constantemente de remédio.

Nenhum uso contrário pode mudar a natureza das coisas nem tornar lícito o que é intrinsecamente indecente em si, e, por consequência, essencialmen­te crimi­noso; de outra sorte poder-se-iam desculpar todos os pecados, pois que se come­tem de todas as espéci­es. O pecado de ou­trem não desculpa o vosso; e, se é cos­tume pecar, é também costume condenar-se. Mais vale, portanto, salvarmo-nos com o pequenino número, do que perdermo-nos com a multidão.

Olhando-vos ao espelho, segui este sábio conselho de Sócrates, que será útil mesmo a uma cris­tã virtuosa: 'Olhando-vos ao espelho', diz ele, 'se vos encon­trais bela, dizei a vós mesma: é preciso que cultive a minha alma, a fim de que a beleza do meu coração não seja inferior à do meu corpo. Mas se encontrais em vós algu­ma deformidade, dizei corajo­samente: é preciso redobrar de cuida­dos para ornar o interior, a fim de que a beleza mais brilhante da alma supra a do corpo'" (R. Pe. Carlos José Quadrupani, Barnabita, "Direção para Sossegar, em suas Dúvidas, as Almas Timoratas", Cap. XVIII).

► "O homem deseja uma companheira sóbria e recatada, a mulher cobre-se de excentri­cidades e exotismo; quer uma esposa meiga e delicada, ela torna-se altiva e desdenhosa; espe­ra uma mãe terna e paciente, a jovem apresenta-se egoísta e frenética. O marido exige uma guarda constante do lar e ela deserta de casa, vive na rua, descabela­da e semi-vestida; não obedece aos pais, nem quer ocupar-se de coisas sérias. Deste modo a mulher torna-se um peso na vida e não uma companheira amável.

A moda atual tem grande responsabilidade na diminuição dos casamentos, como bem demons­trou o professor J. Lanzalone, pois tira à mulher o encanto que poderia exercer sobre o outro sexo.

H. Lobo escreveu que 'o pudor feminino, que é uma virtude essencialmente cris­tã, é tam­bém o que dá à mulher maior soma de poder sobre o homem que a ama. Pode-se dizer que, se a beleza femini­na parece acender o fogo que arde no coração e nos sentidos, nada é capaz, tan­to como o pudor, de o manter e, às vezes, mesmo de atiçá-lo' (R. Pe. J. Cabral, "Lutas da Moci­dade" )" (R. Pe. Geraldo Vascon­cellos, ob. cit., Cap. VI, p. 277).


sábado, 21 de janeiro de 2012

FILOSOFANDO SOBRE A MODA FEMININA.


Escuta e Reflete!

Breves Pensamentos Morais

1º Ponto: Antes não existias. Dentro de 100 anos onde estarás... Ou no Paraíso ou no Inferno! Qual é o fim da tua vida?... Dar ao Criador a prova de amor, com a observância de sua Lei. A vida não é prazer; é luta contra as paixões, contra Satanás e as máximas perversas do Mundo. Para vencê-los preci­samos da ajuda de Deus, que se obtêm com a Oração e com os Sa­cramentos. O fruto da vida cristã é a paz do coração, a resignação na dor, e depois, o Paraíso.

2º Ponto: No toca-disco ficam impressas as ondas sonoras... cantos delicados ou gros­seiros... palavras santas ou inconvenientes... Assim, no livro da tua vida permanecem escritos: os bons pensamen­tos ou os maus, as conversas morais ou imorais, as obras boas ou as más. De­pende de ti escrever so­mente o bem.

3º Ponto: O rio corre; a cada momento se avizinha do mar. A tua vida foge: cada dia que passa é um de menos que te fica sobre a terra; todo o dia é um passo em direção do cemité­rio. Não queres pen­sar nisto? És tola! Imita as virgens prudentes!

4º Ponto: Sabe que a alma vale mais que o corpo. Por que tanta solicitude com o míse­ro corpo e tanto desleixo com a alma? Aprende a ser mais sábia!


Ouve, ó Filha, o que Eu tenho para te dizer:

Ó mulher, lança um olhar para Mim, flagelado até o sangue e coroado de espinhos! Con­templa as Minhas contusões e chagas!... Depois escuta e reflete!

Na vida terrena Eu me mostrei um manso cordeiro. Subi ao Calvário sem abrir à boa.

Tratei com doçura a Samaritana e a converti. Toquei o cora­ção da pecadora de Magdala e fiz dela uma predileta Minha.

Ao longo das estradas da Palestina saiam da Minha boca palavras de luz, de paz e de amor. Os Meus ensinamentos eram doces como o favo de mel.

Um dia, porém, lançando um olhar Divino sobre todos os séculos, à vista do mal que inun­dava o mundo, pronunciei palavras de fogo: "Ai do mundo por causa dos escândalos!..."

Ai de quem escandaliza um destes pequeninos que crêem em Mim! Melhor seria que se pendu­rasse ao pescoço de quem dá escândalo uma mó de moinho e fosse precipitado no mar!

Quem pronuncia este "ai" é um Deus; sou Eu, Jesus, o Redentor, que tanto sofri para salvar as almas; sou Eu, o Juiz Supremo da Humanidade, Eu, que deverei pronunciar a sentença eterna para todas as almas: ou o Paraíso ou o Inferno!

Reflete, ó mulher, que segues a moda livre, reflete sobre o escândalo que dais a quem te olhar e sobre a tremenda responsabilidade de que te carregas!...

Podes iludir-te a ti mesma dizendo: Que mal há em seguir esta moda?... De resto, as ou­tras mu­lheres fazem exatamente o mesmo!... − Esta ilusão vale para ti; mas a realidade é bem diferente!

Não podes enganar-me, que sou Bom, mas também sou Justo! Eu, o Legislador Divino, disse: Se alguém olhar para uma mulher com malícia, já pecou com ela no seu coração! − Todos os olhares lança­dos sobre ti com malícia, quer em casa, quer fora, são pecados que se come­tem. Tais pecados são impu­táveis a quem te olhar, mas antes de tudo a ti que és a causa volun­tária deles.

Um dia, quando a morte te arrancar do mundo e compareceres diante de Mim para ser julgada, verás as culpas que os homens cometeram ao ver-te com vestido indecente e tu mesma ficarás horroriza­da!... Que escusa Me apresentarás?... Ai de ti, ó mulher, pelos teus escândalos!

Ó mulher mundana, que perdeste o pudor e te apresentas ao público sem te envergo­nhar, por que ages assim?


Tu não crês que existe um Deus, que há uma outra vida após esta terrena e que há uma alma a salvar! Crês ser semelhante a qualquer animalzinho, o qual, quando estiver morto tudo acabou para ele! Enganas-te!...

És uma criatura de ordem superior. Há um Deus acima de ti, ao qual nada escapa, um Deus que é Justo punidor da culpa.

Escuta!

Quando talvez um dia estiveres presa ao leito, sem esperança de levantar-te... ou amas­sada en­tre duas máquinas, ensanguentada e próxima de morrer, ou quando o alarme de um ger­me maligno te disser que os espaços para ti terão acabado..., ou quando lutares com a morte, enquanto o teu corpo for atormentado na sala de operação... ou quando talvez tenhas um vene­no perto ou uma arma para satisfa­zer ao desespero... lembra-te nesse instante que Deus está te pagando!... Deus não paga o sábado, mas paga sempre!

Disse ao paralítico de Betsaida, depois de tê-lo curado: Não peques mais, para que não te acon­teça algo de pior... Aquele homem tinha ficado paralisado durante 38 anos por motivo dos seus pecados.

É verdade que às vezes Eu toco com dor o corpo dos meus prediletos, para se santifica­rem e salvarem as almas; mas frequentemente Eu toco o corpo dos que pecam para puni-los, na esperança de fazê-los compreender!

Eu possuía uma vinha numa fértil colina. Eu a rodeei de cercas, tirei dela as pedras e a enchi de videiras escolhidas. Edifiquei no meio uma torre, construí um lagar e esperei que produ­zisse uvas; mas não deu outra coisa senão labruscas (uma casta de uva preta).

Que coisa deveria ter feito pela Minha vinha e não fiz?... Agora darei a conhecer o que pretendo fazer à Minha vinha: arrancarei a sebe e esta será devastada... Deixá-la-ei no abando­no!

A vinha da qual Eu falo és tu, ó mulher, que tens o nome de cristã, mas na realidade não és!


Eu te fiz nascer num país iluminado pela Fé e  numa família cristã; foste instruída nas Verdades Divinas; muitas vezes te liberei dos perigos da alma e do corpo; te enriqueci de muitas graças espirituais.

Enquanto estavas na infância, prometias muito e Eu aguardava os bons frutos de ti, ó Mi­nha vi­nha amada. Mas na juventude tu te deixavas arrebatar pela corrente mundana e também tu segues hoje a moda, se não totalmente escandalosa, certamente muito livre.

Houve tempo em que detestavas nas outras mulheres aquela moda de vestir, que apesar disso fizeste tua... Tu te tornastes imunda! Inutilmente os Meus sacerdotes levantam a voz e ex­põem os sagrados avisos no Templo.

Ó mulher, que te crês religiosa e trajas vestidos pouco decentes, reflete sobre o teu caso!

Ora, seja por hábito ou por conveniência social, às vezes te resolves a comungar. Saben­do que o sacerdote não te daria a Sagrada Partícula ao ver-te com os braços nus e muito decota­da, no momento da Comunhão te cobriste o melhor que podias e assim recebeste-me no Santís­simo Sacramento.

Eu, que invisto contra o escândalo, entro no teu corpo. Quanta amargura experimento quando vens para receber-me!... Penso na tua moda!

Saída da igreja, eis que te vestes imodestamente de novo, e ages por motivo de vaidade para não parecer menos inconvenientemente vestida que as outras mulheres... mas apesar disso estás debai­xo das vistas dos homens, os quais frequentemente não são simples em olhar e em pensar!

Na igreja o teu corpo que comunga se torna um Tabernáculo, e fora da igreja, ao longo das ruas, nos pontos de encontro, na praia e em casa, o teu corpo se torna instrumento de Sata­nás, incentivo do mal.

Que coisa poderia Eu fazer mais à Minha filha e não o fiz?... Não Me resta senão aban­doná-la!

Lembra-te, ó mulher, que um dia Me darás conta dos pecados que os outros cometeram devido à ocasião que deste! Recorda-te também que não é a moda pouco decente que confere beleza à mulher, mas a modéstia no vestir e a seriedade da vida!


Pais e Mães de família, escutai!

Eu tinha posto um olhar amoroso sobre um homem, um certo Eli. Abençoei-o até quando se manteve fiel.

Tinha ele dois filhos, Ofni e Finéias; amava-os muito e, para não contristá-los, não os corrigia quando cometiam culpas, mesmo graves.

Em vão esperei que o pai abrisse os olhos. Depois de algum tempo enviei-lhes o jovem Profeta Samuel para dizer-lhes: Eis o que acontecerá aos teus dois filhos, Ofni e Finéias: morre­rão ambos no mesmo dia! − E assim foi.

Sou Eu, Jesus, o Criador da Família! Eu abençoo o convívio do homem com a mulher! Sou Eu que alegro a Família com o sorriso dos inocentes! Toda a criança é um dom da Minha li­beralidade, um te­souro que confio aos genitores, tesouro que constitui para eles uma responsabi­lidade muito grande.

Pais e mães, deveis ter cuidado antes de tudo da alma e depois do corpo dos filhos, edu­cando-os segundo a Minha Lei. Deveis guiá-los especialmente na adolescência e na juventude com o exemplo e a palavra, com a vigilância e a prece, com o amor e às vezes com a vara.

Ai daquele que dá escândalo aos filhos! E ai de vós genitores, se permitis aos filhos dar escânda­lo em presença da sociedade! A responsabilidade maior da moda indecente pesa sobre vós, ó pais, ou porque dás o triste exemplo dela, ou porque a permitis sem remorso, ou porque sois demasiado débeis na educação dos vossos filhinhos.

Pais e mães de Família são estes os pecados dos quais vos pedirão estritas contas! Não são tanto as pequenas impaciências familiares os pecados a serem apresentados ao Meu ministro para ser­des absolvidos deles! É a má conduta das vossas filhas que deve pesar forte­mente sobre a vossa consciência... se não tiverdes feito o possível para impedir-lhe a moda má!

Pais, refleti sobre esta verdade: é responsável pelo pecado aquele quem o faz e quem devia im­pedi-lo e culpavelmente não o impede.

Permitindo a moda livre e provocante, vós não amais as vossas filhas, antes quereis o seu mal, porque a colocais na estrada da condenação eterna.

A liberdade de vestir leva à leviandade, tira o pudor natural, salvaguarda da pureza, põe a filha no fogo das más ocasiões e facilmente a dispõe aos maus caminhos, os quais farão cho­rar a filha e vós.

A filha ajudada pela mania da moda atual, torna-se incontentável, ira-se se é repreendi­da, não obedece e procura encrenca em casa. Tal moça alega sempre novos pretextos, corre de prazer em prazer e talvez depois... uma página de jornal acabará a sua história: "uma jovem se envenena..." "Enganada ela se joga do 5º andar..." "Disparou sobre o noivo e depois se matou".

São centenas de modos que diariamente acontecem e que não obstante não vos fazem abrir os olhos, ó pais!

Virá o dia do ajuste de contas no Meu Tribunal e então compreendereis o mal operado na vossa grave missão de genitores.

Quereis ficar com a consciência tranquila, conservar a família em paz e depois o prêmio eterno? Recordai-vos destas normas e das seguintes:

Tendes filhas? Vigiai sobre a sua pessoa e não lhes mostreis o rosto muito sorridente.

Vigiai atentamente sobre a filha imodesta, se não quiserdes que esta, encontrada a oportunida­de, se perca.

Se amais as vossas filhas castigai-as frequentemente, para ter consolação com isso no futuro.

Não deixeis que a filha proceda a seu modo na juventude nem fecheis os olhos diante dos seus caprichos. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça o que o Espírito Santo sugere!


Pecado por Cooperação

Peca quem opera o mal e quem coopera com ele de qualquer modo.

E vós alfaiates, que confeccionais roupas pouco modestas, estais imunes da culpa?... Também vós não cooperais no mal?... Somente Eu, porque sou Deus, posso medir o grau da vossa responsabilida­de. Recordai-vos que o vosso trabalho não pode atrair a Minha bênção.

A Imodéstia nas Praias

Ontem

Hoje

Todo o mundo está colocado debaixo do Maligno. A obra diabólica penetra em todo lu­gar. Mas um dos lugares preferidos por Satanás é a praia no período de verão. Aqui a imoralida­de inunda, porque o mal aparece legalizado.

A veste indecente na praia é a ruína moral de muitas almas. Mas o que mais Me fere é ver na praia, com vestes livres, as mulheres que normalmente costumam acercar-se da Mesa Eucarística. Elas crêem na sua cegueira, que a veste indecente seja lícita, pelo fato de que mui­tas pessoas a usam.

O mal é sempre mal. A conduta pouco correta de muitas mulheres não justifica a má conduta própria.

Satanás alegra-se em ver na praia as suas servas e já conta com vê-las consigo no Infer­no. Eu, ao invés, Me aflijo ao ver aquelas almas, pelas quais derramei o Meu Sangue, tornadas em instrumentos do Demônio por motivo do nudismo descarado.

Minha Divina Justiça fez cair do Céu fogo e enxofre e destruiu as cidades imorais de So­doma e Gomorra. Eu deveria fazer chover sobre as praias fogo e enxofre para incinerar os que, imodestamente vestidos, passam as horas e os dias em mole ociosidade!

Quem pedi conta até de uma única palavra ociosa, que conta exigirá das mulheres imo­destas no dia do juízo?... Minha tremenda Justiça as tratará como tiverem merecido as suas obras perversas.


A Riqueza e a Imoralidade

A riqueza iníqua, o dinheiro ganho ilicitamente, arrasta para toda a baixeza. Mulheres sem cons­ciência se esquecem da sua dignidade, e pelo avultado lucro se prestam a se apresen­tarem através da tela da televisão ou do cinema de modo incorreto. São milhões e dezenas de milhões de olhos imodestos que se colocam sobre tais mulheres.

Eu, que sou o Criador, dei uma Lei Moral. Quem na terra está autorizado a anulá-la? Nin­guém!... Apesar disto esta Lei é zombada, pisada. E Eu, Justiça eterna, ficarei indiferente a isto?

No Divino Tribunal Me darão contas os diretores, os artistas e os que assistem às cenas despu­doradas. A responsabilidade pesa, além disso, sobre a consciência dos pais, que permitem aos filhos as­sistirem às indecências da televisão.

Almas que viveis no lodo moral e disseminais ruínas e mortes, olhai-me crucificado, refle­ti em vosso caso e meditai no Inferno, onde eternamente cumprem e cumprirão grandes penas multidões de al­mas as quais um dia também viveram sobre a terra como vós, na libertinagem!...

Enquanto Eu caminhava para o Calvário, uma piedosa mulher teve compaixão de Mim e veio enxugar-me o rosto, sujo de sangue. Agradou-me muito aquele gesto piedoso. Enquanto agonizava na Cruz, Eu era confortado pela Minha Dolorosa Mãe e pelas santas mulheres.

Enquanto a Humanidade é peregrina sobre a terra, continuo a cumprir o ofício de Reden­tor. Pro­curo conforto e reparação. Volto-me a vós, almas fiéis! Escuta! A Minha Alma está triste até a morte!

Hoje, ao ver os escândalos da moda, renovo o Meu lamento: Estou triste... tão triste! Confortai-me vós, ó caras almas! Vesti sempre com modéstia. Não permitais na vossa família a moda indecente. Repreendei a juventude feminina com caridade e fortaleza, para o bem. Ao ver pelo caminho ou em qual­quer outro lugar, mulheres mal vestidas, rezai por elas, recitando uma Ave Maria, a fim de que a Minha Mãe interceda por elas. Acrescentai esta invocação: Piedade, Jesus, destas servas de Satanás!

No verão comungai, acrescentando às outras intenções também esta: reparar os escân­dalos da moda.

Mandai celebrar alguma Santa Missa em reparação dos pecados do nudismo.

Oferecei no verão algum sacrifício, por exemplo, limitando-vos no beber ou renunciando a algum refresco. Qualquer mortificação repara a Divina Justiça e atrai a sua Misericórdia.

Bem-aventurado quem escuta a Minha palavra e a põe em prática!


Fim

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Fonte: D. Giuseppe Tomaselli, "Moda Femminile − A Moda Feminina", Messina, 1966; Tradu­zido do italiano pelo Prof. João Carlos Cabral Mendonça.

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