BLOG CATÓLICO PARA OS CATÓLICOS.
BLOG CATÓLICO, PARA OS CATÓLICOS.
"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).
terça-feira, 4 de agosto de 2020
A Grandeza do Sacerdócio Católico
domingo, 2 de agosto de 2020
VISTES A IGREJA CATÓLICA, E NÃO ACREDITASTES NELA.
Ainda hoje, muitos asseveram afoitamente que só acreditam no que veem. Atestam com esta frase balofa, que não prestam fé a nada, nem no que enxergam.
Pois, está ali, à vista de todos, o Corpo Místico de Cristo, a IGREJA CATÓLICA.
A Igreja Católica, fundada por Jesus Cristo, é um perpétuo prodígio, patente e óbvio a todos. Quem não acreditar na Igreja Católica, nem em Cristo não acredita. São claríssimos a este respeito os termos Daquele cuja palavra não volta atrás:
“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja; quem não ouvir a igreja, seja para vós como um pagão e um publicano; quem vos ouve, a Mim me ouve; quem vos despreza, a Mim despreza, e quem Me despreza, despreza Aquele que Me enviou” (Mt. 16, 18; 18, 17).
Palavras categóricas estas, demonstrativas, que a Igreja de Cristo deve possuir caracteres distintivos de verdadeira Igreja. E a Igreja Católica é detentora destes caracteres em toda a sua plenitude: ela é Una, Santa, Universal, Apostólica.
sexta-feira, 31 de julho de 2020
COMO É UMA ALMA SEM DEUS, OU SEJA, UMA ALMA EM PECADO MORTAL?
Suponhamos que o Sol, assim como uma vez parou ao mandado de Josué, e outra vez retrocedeu à vontade de El-Rei Ezequias, e outras muitas se eclipsou por várias causas, suponhamos, digo, que uma vez desaparecesse ou se apagasse por mandado de Deus, como ficaria todo este mundo envolto em um negro manto de trevas, como andariam os homens atônitos de uma parte para outra, todos a perguntar e nenhum a saber responder nada, salvo que é chegado o dia do Juízo. E que mudanças se seguiram em toda a natureza, desta primeira mudança? As estrelas e a lua não dariam luz, porque toda a luz que dão é emprestada do Sol. Por conseguinte, não influiriam na Terra, porque a luz é o veículo de suas influências. Secariam logo todas as plantas, porque estas influências do Sol e mais astros é que nascem e crescem. Não haveria, logo, animais terrestres e voláteis, porque das plantas se sustentam estes e uns dos outros. Pararia também o movimento do mar, porque este depende da Lua e, por conseguinte, cessariam de correr as fontes, porque estas dependem do movimento do mar pela mesma causa, e corromper-se-iam as suas águas e morreriam os peixes; não teriam os homens nem a luz do fogo por falta de matéria, porque o Sol é o que cria a lenha e os minerais; cessariam os ofícios todos como cessam em um homem cego, pois o Sol é os olhos do mundo, como lhe chamou São Ambrósio. Enfim, tanta diferença haveria deste mundo àquele mundo, como do ser ao perecer, porque o mundo pereceria. Este foi o juízo de São Dionísio, quando viu o eclipse do Sol na morte de Cristo: Aut Deus naturae patitur: aut mundi machina dissolvetur. Uma de duas, (disse aquele filósofo) ou quem fez o mundo é ofendido, ou o mesmo mundo se acaba, porque mundo sem Sol brevemente não será mundo.



